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Dilma decide renovar concessões do setor elétrico

Postado por: admin | Eletricidade | quarta-feira 8 agosto 2012 16:42

Presidente discute agora com a Fazenda o porcentual de desconto de encargos e a ampliação do benefício a todos os brasileiros, e não somente à indústria

Ana Clara Costa e Naiara Infante Bertão

A presidente Dilma Rousseff já decidiu que vai renovar todas as concessões do setor elétrico que começam a vencer em 2015. A despeito da forte pressão da indústria – liderada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) – para que haja novas licitações, ela está decidida a não voltar atrás em sua resolução, afirmam fontes ligados ao governo ouvidas pelo site de VEJA. Ela está agora em fase final de discussão sobre o porcentual de redução das tarifas de energia e quem será favorecido pela medida – se alguns setores ou todos os brasileiros. A discussão esbarra, no entanto, no limite de comprometimento fiscal do próprio governo.

O principal argumento de Dilma é que os cálculos feitos pela assessoria econômica do Ministério de Minas e Energia (MME) apontam que o Palácio do Planalto conseguirá reduzir as tarifas hoje cobradas pelas concessionárias do setor, especialmente as geradoras, sem necessitar de novas licitações. A renovação dos contratos dará conta desta tarefa, pois quem define os preços praticados no segmento é o próprio governo.

Além disso, com a manutenção das atuais concessionárias, o Planalto ficará livre da obrigação de pagar a indenização pela amortização dos ativos reversíveis ainda não-depreciados dessas empresas, conforme prevê a lei. E mais: a equipe de Minas e Energia não terá o trabalho de elaborar editais para os novos leilões e nem ensinar o bê-á-bá do funcionamento do setor às novas concessionárias ganhadoras das licitações.

Fontes ouvidas por VEJA afirmam que o governo da presidente Dilma não passa por seu melhor momento econômico e político. A visão da presidente é de que é necessário tocar questões urgentes, como estímulos econômicos para ajudar a economia brasileira a voltar a crescer com maior vigor e a redução do “custo Brasil”. “Dilma está enlouquecida e pondo todos doidos no governo para juntar medidas em pacotes para estimular a economia. Ela está vendo o PIB (Produto Interno Bruto) desacelerar e tem medo de que isso interfira em sua popularidade”, afirmou uma fonte ligada à indústria.

Planos – Conforme adiantado pelo redator-chefe de VEJA, Lauro Jardim, e detalhado pelo site, a presidente e sua equipe preparam três grandes pacotes que serão anunciados até o início de setembro: um de energia, que prevê redução de pelo menos 10% da conta paga pelos consumidores; um de infraestrutura, com abertura de novas concessões em todos os modais; e um de desonerações fiscais para mais setores, especialmente industriais.

A expectativa é que o pacote de energia seja anunciado ainda na próxima semana, entre terça e quinta-feira, após a reunião que Dilma fará com 30 empresários brasileiros, remarcada para 10 horas do dia 14 no Palácio do Planalto. Esse encontro estava agendado anteriormente para esta terça-feira (dia 7) e foi remarcado para dia 12. Porém, houve novo adiamento, desta vez para 14 de agosto. (mais…)

Consumo de energia cresceu 3,8% em junho

Postado por: admin | Eletricidade | quinta-feira 2 agosto 2012 14:40

Segundo relatório da EPE, expansão do varejo impulsionou aumento de demanda, mas atividade industrial não permitiu maiores ganhos

O consumo nacional de energia elétrica atingiu 36,507 mil gigawatts-hora (GWh) em junho, crescimento de 3,8% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com dados da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, divulgados nesta sexta-feira pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). No primeiro semestre, o consumo aumentou 4,2%, para 223,4 mil Gwh.

Segundo a EPE, em junho houve maior disponibilidade de crédito e oferta de emprego, o que impulsionou as vendas no varejo e a eletrificação das residências. Por outro, a fraca atividade observada nas principais atividades industriais, sobretudo nos segmentos eletrointensivos, não permitiu crescimento maio do consumo. O consumo do segmento industrial recuou 1,4% em junho ante o mesmo mês de 2011, para 15,165 mil GWh. Em 2012 até junho, o consumo industrial teve aumento de 1,4%, atingindo 91,346 mil GWh.

O consumo residencial no mês passado registrou aumento de 8,1% na comparação anual e ficou em 9,582 mil GWh. No primeiro semestre, o consumo cresceu 5% ante o mesmo período do ano passado, para 58,774 mil GWh. No segmento comercial, o avanço foi de 9,6%, chegando a 6,269 mil GWh. No semestre, alta de7,4%, para 39,704 mil Gwh.

(com Agência Estado)

Fonte: Veja Abril



Estados terão compensação para cortar icms da energia

Postado por: admin | Eletricidade | quarta-feira 25 julho 2012 15:41

Fonte: Valor Econômico

Por Claudia Safatle | De Brasília

A presidente Dilma Rousseff pretende convencer os governadores a aderir à redução da tributação do ICMS sobre energia elétrica – tal como o governo federal fará com o PIS/Cofins – mediante proposta que atenderia a uma antiga reivindicação dos Estados: diminuição do pagamento dos serviços das dívidas estaduais que foram renegociadas no fim dos anos 90 com a União. Além disso, haveria a troca do indexador aplicado nesses débitos.

Ao assinar os contratos de refinanciamento, os Estados concordaram com o limite de pagamento do serviço da dívida, que varia de 11,5% a 15% ao ano, conforme o caso. Há anos, os governadores pedem que esse comprometimento caia para a casa dos 9%. Reivindicam também a mudança do indexador da dívida do IGP-DI para o IPCA, desde que este, mais uma taxa fixa, não seja superior à Selic.

A presidente está disposta a negociar essas alterações – que independem de mudança legal – para que os governadores ajudem o governo federal a diminuir o custo da energia para grandes consumidores em cerca de 20%.

A redução da carga tributária incidente sobre a conta de energia é uma das principais medidas que o governo vai anunciar em agosto, provavelmente no dia 7, quando Dilma terá a terceira reunião deste ano com um grupo de empresários. A cobrança de impostos federais e estaduais e de uma série de encargos é responsável por cerca de 45% da fatura de energia, e essa foi uma das principais reivindicações do setor privado no primeiro encontro com a presidente, em março.

De lá para cá, a presidente começou a trabalhar em novas medidas para melhorar a competitividade da indústria e incentivar os investimentos, além de desvalorização cambial e queda de juros.

A alíquota do PIS/Cofins sobre a energia é de 8,5% e terá uma substancial redução. O que mais onera a conta de luz, porém, é a cobrança do ICMS. Dependendo do Estado, esse imposto supera 30%. Razão pela qual o governo quer o envolvimento dos governadores. Os encargos atuais, da Conta de Consumo de Combustível (CCC) à Luz para Todos, serão todos transferidos para o Tesouro Nacional.

Associado à essa iniciativa, o governo também espera obter uma redução tarifária importante – da ordem de 10% – por ocasião da prorrogação das concessões federais do setor elétrico por mais 20 a 25 anos.

Fonte: Blog Tributo e Direito

Fonte: Imposto de Renda



Simulador calcula o consumo de energia dos aparelhos domésticos

Postado por: admin | Eletricidade | quinta-feira 19 julho 2012 16:51

Infomoney

SÃO PAULO – Os consumidores agora podem contar com uma nova ferramenta para controlar os gastos de energia no lar. A AES Eletropaulo lançou, na última terça-feira (17), o simulador on-line de consumo de energia dos aparelhos domésticos.

Com o simulador além medir o consumo de energia dos aparelhos domésticos é possível projetar o valor da sua próxima conta de luz.

O aplicativo funciona coma uma espécie de casa virtual onde o usuário seleciona o cômodo, os aparelhos, a potência e o tempo de uso. A ferramenta está disponível através do link: http://consumomaisinteligente.com.br/simulador/.

Ao final da consulta o simulador apresenta o gasto mensal de cada aparelho e o valor total da fatura, incluindo os impostos, como ICMS, Cofins e Pis/Pasep no mesmo modelo da conta que o consumidor costuma receber em casa. O aplicativo também orienta o consumidor com dicas de como economizar na cota de luz.

“Nosso objetivo é fornecer uma ferramenta que ajude o cliente a controlar os gastos e economizar energia”, explica o gerente de usos finais da AES Eletropaulo, Fernando Bacellar.

Fonte: Notícias Yahoo



Chuveiro elétrico é mais econômico que aquecedores

Postado por: admin | Eletricidade | sexta-feira 13 julho 2012 16:55

Da Agência USP – Tomar banho com chuveiro elétrico é mais econômico do que em aparelhos dotados de aquecedores solares e a gás, revela pesquisa da Escola Politécnica (Poli) da USP. O estudo do Centro Internacional de Referência em Reuso de Água (Cirra) também aponta que o chuveiro elétrico apresenta consumo médio anual de água menor que os demais sistemas de aquecimento.

O chuveiro elétrico está presente no aparelho tradicional e no chuveiro híbrido solar, que é um aquecedor solar com um chuveiro elétrico na ponta. A pesquisa concluiu que um banho de oito minutos custa, em média, R$ 0,27 (entre consumo de água e energia elétrica) no chuveiro híbrido solar e R$ 0,30 no chuveiro elétrico. O mesmo banho sai por R$ 0,46 (53,3% a mais do que o chuveiro elétrico) com aquecedores solares tradicionais, R$ 0,59 (96,6% mais caro) com os aquecedores a gás e R$ 1,08 (246,6% a mais) com o boiler elétrico.

O chuveiro elétrico está presente em mais de 73% das residências brasileiras, segundo dados do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), entidade do Governo Federal. Segundo o professor Ivanildo Hespanhol, da Poli, que coordena a pesquisa, os resultados resgatam o valor do chuveiro elétrico, uma invenção brasileira com mais de 80 anos de vida, considerada a forma mais barata e acessível para população brasileira tomar banho quente, resguardando o direito do povo à saúde, dignidade e higiene.

“Mesmo antes da divulgação da pesquisa, mais da metade das pessoas que têm chuveiro elétrico em suas casas conheciam outras formas de aquecimento e não trocam o chuveiro elétrico”, acrescenta o professor.

Água – Outro dado importante da pesquisa é o consumo de água dos diversos sistemas de aquecimento de água. O estudo mostra que média anual do consumo de água no chuveiro elétrico foi de 4,2 litros por minuto (l/min). O chuveiro híbrido solar obteve uma média anual de 4,1 l/min, ou seja, 2,3% menor que o consumo do chuveiro elétrico.

O aquecedor á gás obteve uma média de 8,7 l/min, ou seja, 207% maior que o consumo do chuveiro elétrico, o aquecedor solar obteve uma média de 8,4 l/min, ou seja, 200% maior que o consumo do chuveiro elétrico e o boiler elétrico obteve uma média de 8,5 l/min, 202% maior que o consumo do chuveiro elétrico.

Esse dado é muito relevante se levarmos em consideração que água tratada é o bem mais escasso do mundo atualmente e, que segundo dados divulgados pela ONU, 1,8 bilhão de pessoas enfrentarão níveis críticos de falta de água já em 2025 e 2/3 da população mundial seriam afetados.

Os resultados fazem parte do estudo Avaliação do consumo de insumos (água, energia elétrica e gás) em chuveiro elétrico, aquecedor a gás, chuveiro híbrido solar, aquecedor solar e aquecedor de acumulação elétrico, elaborado pelo Cirra. A pesquisa teve apoio do Grupo de Chuveiros Elétricos da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

Fonte: Ambiente Energia



Curitiba mostra ônibus movido a eletricidade e biodiesel

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 2 julho 2012 15:36

TIAGO ROGERO

A prefeitura de Curitiba apresentou na quinta-feira (14 de junho), durante a Rio+20, no Parque dos Atletas, o primeiro ônibus híbrido (movido a eletricidade e biodiesel) fabricado no Brasil, que começará a circular pelas ruas da capital paranaense a partir de agosto. Inicialmente, 30 veículos vão integrar a frota da cidade, seguidos por outros 30. A ideia é substituir, a longo prazo, todos os mais de 2.000 ônibus da frota por híbridos.

Cada um dos novos veículos, segundo o prefeito da cidade, Luciano Ducci (PSB), custa cerca de R$ 650 mil, ante R$ 450 mil dos convencionais. O investimento total para a compra dos 60 primeiros ônibus será de R$ 26 milhões. “É um investimento que estamos fazendo na sustentabilidade, na cultura da cidade e na educação da população mais jovem”, disse.

A passagem nos híbridos custará o mesmo preço da dos convencionais, R$ 2,60. Segundo a Volvo, fabricante do ônibus, a utilização de eletricidade combinada ao biodiesel permite economia de combustível de até 35% e reduz em 90% a emissão de gases poluentes.

Fonte: Estadão



Energia Solar

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 25 junho 2012 15:16

Quase todas as fontes de energia – hidráulica, biomassa, eólica, combustíveis fósseis e energia dos oceanos – são formas indiretas de energia solar. Além disso, a radiação solar pode ser utilizada diretamente como fonte de energia térmica, para aquecimento de fluidos e ambientes e para geração de potência mecânica ou elétrica. Pode ainda ser convertida diretamente em energia elétrica, por meio de efeitos sobre determinados materiais, entre os quais se destacam o termoelétrico e o fotovoltaico.

O aproveitamento da iluminação natural e do calor para aquecimento de ambientes, denominado aquecimento solar passivo, decorre da penetração ou absorção da radiação solar nas edificações, reduzindo-se, com isso, as necessidades de iluminação e aquecimento. Assim, um melhor aproveitamento da radiação solar pode ser feito com o auxílio de técnicas mais sofisticadas de arquitetura e construção.

O aproveitamento térmico para aquecimento de fluidos é feito com o uso de coletores ou concentradores solares. Os coletores solares são mais usados em aplicações residenciais e comerciais (hotéis, restaurantes, clubes, hospitais etc.) para o aquecimento de água (higiene pessoal e lavagem de utensílios e ambientes). Os concentradores solares destinam-se a aplicações que requerem temperaturas mais elevadas, como a secagem de grãos e a produção de vapor. Neste último caso, pode-se gerar energia mecânica com o auxílio de uma turbina a vapor, e, posteriormente, eletricidade, por meio de um gerador.

A conversão direta da energia solar em energia elétrica ocorre pelos efeitos da radiação (calor e luz) sobre determinados materiais, particularmente os semicondutores. Entre esses, destacam-se os efeitos termoelétrico e fotovoltaico. O primeiro caracteriza-se pelo surgimento de uma diferença de potencial, provocada pela junção de dois metais, em condições específicas. No segundo, os fótons contidos na luz solar são convertidos em energia elétrica, por meio do uso de células solares.

Entre os vários processos de aproveitamento da energia solar, os mais usados atualmente são o aquecimento de água e a geração fotovoltaica de energia elétrica. No Brasil, o primeiro é mais encontrado nas regiões Sul e Sudeste, devido a características climáticas, e o segundo, nas regiões Norte e Nordeste, em comunidades isoladas da rede de energia elétrica.

Atlas Energia Solar

Fonte: Aneel

Fonte: Energia Renovável



Energia renovável é 88,8% da matriz elétrica do Brasil

Postado por: admin | Eletricidade | quinta-feira 14 junho 2012 16:04

Reuters

A participação de fontes renováveis de energia na matriz elétrica brasileira aumentou em 2,5 pontos percentuais no ano passado ante 2010, para 88,8 por cento, como resultado principalmente das condições hidrológicas favoráveis que elevaram a geração das hidrelétricas em 6,3 por cento e do crescimento da geração eólica.

As fontes de energia não renovável tiveram uma queda de 14,8 por cento na produção de eletricidade no Brasil em 2011, causada em especial pela redução de 28,1 por cento na eletricidade gerada por gás natural, segundo informações preliminares do Balanço Energético Nacional 2012 (BEN) divulgado nesta segunda-feira pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

A geração de energia eólica teve o principal crescimento entre as fontes renováveis na matriz elétrica, subindo 24,2 por cento para 2,7 mil gigawatts-hora (GWh) no ano passado.

Já a produção de bioeletricidade a partir do bagaço de cana-de-açúcar caiu, embora a geração elétrica com biomassa, como um todo (incluindo lenha, lixívia, bagaço de cana e outras), tenha subido 7,1 por cento no período.

Na matriz energética brasileira, que considera o uso de fontes de energia não só para a produção de eletricidade, a participação das energias renováveis ficou praticamente estável em 2011, em cerca de 44,1 por cento, segundo a EPE.

“A pequena variação entre 2010 e 2011 reflete as restrições na oferta da biomassa da cana, muito em função da queda de 9,8 por cento na safra”, informou a EPE.

A demanda por energia no Brasil, medida pela oferta interna de energia, subiu 1,3 por cento em 2011 ante 2010, totalizando 272,3 milhões de toneladas equivalentes de petróleo (tep), e ficou menor que o aumento do Produto Interno Bruto (PIB) que cresceu 2,7 por cento no período.

“O menor crescimento da demanda de energia significa que a economia brasileira gastou menos energia para produzir a mesma quantidade de bens e serviços. A demanda de energia per capita ficou em 1,41 tep por habitante em 2011, aumentando 0,5 por cento em relação a 2010″, informou a EPE.

(Por Anna Flávia Rochas)

Fonte: Notícias Yahoo



Prédio de Minas e Energia pretende poupar eletricidade

Postado por: admin | Eletricidade | quinta-feira 24 maio 2012 17:23

Por Anne Warth | Agência Estado

O Ministério de Minas e Energia busca ações para promover a economia dos gastos com iluminação em sua sede, em Brasília. Por meio de termo de cooperação técnica assinado nesta terça-feira entre o MME, Eletrobrás e Furnas, o prédio onde funciona a sede do ministério adotará o mesmo modelo de eficiência energética aplicado na sede de Furnas, no Rio.

Entre as ações, estão a automatização das instalações, uso de sensores de presença e de iluminação natural, reguladores de intensidade de luz, entre outras. A ideia, segundo o ministro interino de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, é que o modelo seja implantado em todos os edifícios da Esplanada dos Ministérios.

Segundo Zimmermann, como os edifícios são da década de 1960, para acender a luz de uma sala, é preciso acionar um disjuntor geral que ilumina um andar inteiro. “Muitas vezes, o ministério é acusado de pensar apenas na expansão das redes e não na eficiência energética”, afirmou. “A ideia é que esse modelo se espalhe em toda a Esplanada e Brasília se torne exemplo de busca de eficiência energética.”

O modelo terá sete meses para ser implantado. Antes disso, porém, passará por licitação para a contratação de equipamentos e software.

Conforme Zimmermann, do total de energia que o País vai demandar em 2030, 10% poderiam ser alcançados apenas pela eficiência energética, o equivalente à geração de energia de uma Itaipu e meia.

O ministro aproveitou para defender o sistema de transmissão de energia do País. Segundo ele, as perdas variam de 3,8% a 4,5%. Já no sistema de distribuição, admitiu que as perdas são elevadas. “Ainda temos um longo caminho a percorrer.”

Zimmermann não deu detalhes sobre a reunião com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, nesta manhã. Ele lembrou que a Casa Civil e o MME têm uma agenda de assuntos “contínuos”, que incluem os problemas financeiros das Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), Companhia Energética de Goiás (Celg) e Centrais Elétricas do Pará (Celpa). “São alguns exemplos de assuntos normais que o ministério trata periodicamente com a ministra Gleisi”, limitou-se a dizer.

Fonte: Notícias Yahoo



Brasil cortará impostos sobre eletricidade para estimular economia

Postado por: admin | Eletricidade | terça-feira 15 maio 2012 14:47

Por Brian Winter

Reuters

A presidente Dilma Rousseff planeja reduzir e simplificar os impostos pagos pelos produtores e distribuidores de eletricidade, disseram dois importantes funcionários de seu governo à Reuters, como parte de uma estratégia para reduzir os elevados custos dos negócios no Brasil e estimular a economia em crise.

O Brasil está à beira de uma recessão desde a metade de 2011, com impostos altos, uma taxa de câmbio supervalorizada e outros problemas estruturais pressionando uma economia que vinha sendo uma das mais dinâmicas entre os mercados emergentes.

Nos últimos meses, a presidente anunciou cortes de impostos direcionados a setores estagnados, como a indústria automobilística, adotando uma abordagem gradual de reforma que atraiu críticas de investidores, para os quais mudanças mais drásticas são necessárias.

Mas os funcionários de seu governo, que pediram que seus nomes não fossem citados, disseram que os cortes nos impostos das empresas de eletricidade provavelmente seriam os mais abrangentes até o momento.

Eles afirmaram que Dilma Rousseff deve anunciar os planos nas próximas semanas. O Brasil tem o terceiro mais alto custo de energia do mundo, e por isso Rousseff está tentando aliviar a situação tanto dos consumidores quanto de empresas em setores como o siderúrgico e o petroquímico.

Estudos internos do governo sugerem que, a depender de que impostos sejam cortados, os custos de eletricidade poderiam cair em entre 3% e 10%, a partir do começo de 2013, segundo as autoridades.

Isso teria impacto mensurável sobre a inflação, e assim ajudaria os esforços da presidente para forçar uma baixa nas taxas de juros brasileiras.

““Sabemos que os impostos no Brasil são absurdos e estamos tentando fazer algo a respeito”, disse um dos funcionários. “[A eletricidade] parece ser uma instância em que podemos fazer muita diferença rapidamente”.

Dilma provavelmente não imporá os cortes por decreto-lei, e por isso terá de negociá-los com o Congresso e outros grupos.

Ela planeja usar sua elevada popularidade a fim de forçar cortes nos impostos federais e estaduais, com atenção especial à eliminação de tributos sobrepostos ou difíceis de calcular, disseram os funcionários.

O código tributário brasileiro é tão complexo que uma companhia média gasta 2,6 mil horas anuais calculando quanto deve em impostos, de acordo com o estudo Doing Business, um relatório anual do Banco Mundial. Isso é quase 14 vezes mais tempo do que é necessário para declarar impostos nos Estados Unidos, e de longe o maior tempo entre os 183 países pesquisados pelo banco.

““O foco é tanto simplificar os impostos quanto reduzi-los”, disse o segundo funcionário.

O setor de eletricidade brasileiro inclui estatais como a Eletrobras (ELET3) e multinacionais como a AES e GDF Suez. (mais…)

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