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Combinar fonte de energia é mais em conta para aquecer água

Postado por: admin | Eletricidade | quarta-feira 10 outubro 2012 14:57

Utilizar eletricidade, gás e painel solar é melhor opção em termos econômicos e funcionais para aquecimento

Júlio Bernardes, da Agência USP de Notícias

São Paulo – Utilizar a eletricidade com o gás natural e os painéis solares é a opção combinada mais em conta a longo prazo para o aquecimento de água em residências. A conclusão é de pesquisa do engenheiro elétrico José Carlos Saraiva, realizada no Programa de Pós-Graduação em Energia da USP. O estudo também ressalta que instalar durante a obra a infraestrutura necessária para o sistema de aquecimento, como tubulações de água quente, fria, gás e eletricidade, também ajuda a reduzir os custos da utilização de fontes alternativas de energia, mesmo que não sejam adotadas de imediato.

O engenheiro verificou a infraestrutura de três edifícios residenciais construídos pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) do Estado de São Paulo, nos bairros da Bela Vista (Centro de São Paulo), Belenzinho (Zona Leste de São Paulo) e no município de Mogi das Cruzes (Grande São Paulo). Os apartamentos são destinados à famílias com renda mensal de um a dez salários mínimos. “No conjunto Belém L, que tem 38 unidades habitacionais, é utilizada a energia solar juntamente com a eletricidade”, conta Saraiva. “Como as tubulações são individualizadas, cada morador tem seu próprio painel solar individual, o que evita o pagamento de despesas por todos os condôminos e pode estimular os interessados na utilização combinada dos sistemas de aquecimento.”

O conjunto Bela Vista “A”, que possui 57 unidades habitacionais utiliza o gás natural. “O gás natural, apesar do custo de instalação ser 10% maior que a eletricidade, tem um custo de operação e de consumo menor, o que justifica a utilização conjunta dos sistemas”, diz o engenheiro. “O custo inicial da eletricidade é menor, pois só é necessário o chuveiro e tubulação de água fria, que já são instalados durante a obra. Além disso, não é preciso esperar pelo aquecimento da água, evitando desperdício.”

Em Mogi das Cruzes, as 100 unidades da edificação adotaram a eletricidade e posteriormente o aquecimento solar. “A despesa para adequação foi maior, já que foi necessário colocar uma tubulação específica ligando os painéis solares aos apartamentos e sancas para proteger as tubulações, que ficavam nas paredes externas do edifício”, aponta Saraiva. “No entanto, a redução no consumo de energia foi significativa, em média de 25% a 30%, e chegando até a 51% em algumas unidades.”

Controle de Temperatura

Nos apartamentos em Mogi das Cruzes, a empresa concessionária de energia que opera na cidade instalou chuveiros que possuem um dispositivo automático de controle de temperatura. “Esse sistema permite que o chuveiro utilize apenas a energia necessária para que a temperatura da água atinja o nível desejado pelo morador, reduzindo o consumo”, explica o engenheiro. “A utilização em grande escala poderá contribuir para reduzir o preço do chuveiro.” (mais…)

Energia eólica à espera de linhas no sertão baiano

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 1 outubro 2012 17:02

Equipamentos só vão iniciar geração em julho de 2013

RENÉE PEREIRA / TEXTO, HÉLVIO ROMERO / FOTOS, CAETITÉ, GUANAMBI (BA) – O Estado de S.Paulo

O cenário daquela manhã de 9 de julho era perfeito para a inauguração do maior complexo eólico da América Latina, na região de Caetité, no sudoeste da Bahia. O céu estava límpido, o sol a pino e ventava como nunca. Em tendas brancas, construídas no pé dos cataventos gigantes, cerca de 400 personalidades do meio político, técnicos do setor elétrico e moradores da região se acomodavam para testemunhar a nova realidade da caatinga. Mas a festa não foi completa. Nenhum aerogerador pode ser acionado. Desde então, eles estão lá, fincados na terra seca e vermelha do sertão sem poder gerar um único megawatt. Viraram enfeites.

O vento continua a soprar forte. Só esqueceram de construir o sistema de transmissão para escoar a energia gerada. Neste complexo, 184 aerogeradores, divididos em 14 parques eólicos, estão parados há dois meses por falta de conexão. E devem continuar assim, pelo menos até julho do ano que vem. No lugar onde deveria existir uma subestação para conectar a usina ao sistema nacional, há apenas mato e cupinzeiros. Pior: não há nenhuma indicação de que as obras serão iniciadas em breve.

Enquanto isso, quase 300 megawatts (MW) – suficientes para abastecer uma cidade do tamanho de Brasília – estão sendo desperdiçados por falta de planejamento. Construído pela Renova Energia, empresa com participação da Light e da Cemig, o complexo Alto Sertão 1 custou R$ 1,2 bilhão e demorou 17 meses para ser concluído.

Embora a Renova tenha cumprido o prazo para entrega do complexo eólico, a estatal Chesf, do Grupo Eletrobrás, não honrou o compromisso para a construção do sistema de transmissão. Procurada, a empresa não respondeu ao pedido de entrevista. Mas, nos bastidores, executivos afirmam que ela costuma jogar a culpa do atraso na demora – de seis meses – do governo para realizar o leilão de transmissão. Também reclama do licenciamento ambiental, apesar de ter entrado com o pedido poucos meses antes de os parques serem entregues.

O diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, diz que não é possível aceitar essa explicação. “Não é um atraso de um dia. São meses. Quando o leilão foi realizado, o edital mostrava todas as condições. Se a empresa considerava o prazo curto, não deveria ter dado o lance.” Rufino diz ainda que o processo de licenciamento ambiental é uma obrigação, uma responsabilidade do empreendedor.

Sem a obra, os parques mais parecem esqueletos no meio do sertão. Cada aerogerador pesa 243,7 toneladas. A torre, que suporta o gerador e as três pás, mede 80 metros de altura e é sustentada por uma base de concreto de quase 3 metros de profundidade.

O coordenador de Implantação em Campo da Renova, em Caetité, Roberto Lopes, conta que o mais complicado na construção foi a logística. Todos os equipamentos usados na montagem dos 14 parques eólicos foram fabricados fora da região. As pás, por exemplo, saíam do interior de São Paulo de caminhão até o Porto de Santos, onde eram embarcadas em navios. Chegando em Ilhéus, mais uma vez a carga era transferida para caminhões até chegar à região.

Outra dificuldade foi abrir caminho até os locais onde seriam instalados os aerogeradores. Apesar de o equipamento girar 360 graus para captar todo o potencial do vento, independentemente da direção que vier, o local para instalação de cada torre é milimetricamente calculado. No caso da Renova, elas foram montadas no topo de morros, que ficam a mais de 860 metros acima do nível do mar. Para chegar até lá, tiveram de abrir 68 quilômetros de estradas.

Muitos dos acessos serão aproveitados nos próximos parques da empresa no sertão baiano. No total, são mais 230 aerogeradores, e 100 deles começam a ser construídos dentro de dois meses. A esperança é que, dessa vez, as unidades entrem em operação ao mesmo tempo que as subestações. Assim, a empresa poderá fazer a festa completa no dia da inauguração.

Fonte: Estadão



Minha Casa, Minha Vida: programa poderá ter energia fotovoltaica

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 24 setembro 2012 15:41

Publicado por Joiris Manoela Dachery

O Ministério das Cidades irá avaliar a possibilidade de instalação de sistemas de energia solar fotovoltaica dentro dos empreendimentos e residências do Programa Minha Casa, Minha Vida. A análise leva em consideração que o programa, em sua normatização, possibilita o uso de energia solar no aquecimento de água. A recomendação foi publicada pelo Conselho das Cidades no Diário Oficial da União em 11 de setembro.

Segundo a publicação, as instalações devem ser conectadas ao sistema de abastecimento de energia elétrica alternativa ou complementarmente ao sistema de aquecimento solar. A publicação considera que em muitos municípios brasileiros a temperatura média é alta, com incidência solar significativamente elevada e com alto rendimento fotovoltaico.

Além disso, o ministério expõe que o custo da energia elétrica pago pelos beneficiários incide de forma expressiva em seus gastos fixos e que a adoção do sistema de energia solar fotovoltaica poderá diminuir significativamente estes custos.

Fonte: Jornal da Energia

Fonte: Energia Renovável



Fontes de Energia Alternativa: Fontes renováveis

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 17 setembro 2012 16:25

Devida a preocupação com o meio-ambiente, as pessoas e os governantes estão cada vez mais preocupados com o tipo de energia que vão usar em suas empresas. Com tantos poluentes sendo emitidos o tempo inteiro, ao menos pelos países mais industrializados, sofre o mundo todo com isso e o jeito é ir em busca de alternativas que ajudem a resolver este sério problema.

Ar polúido afeta e muito a qualidade de vida das pessoas, uma vez que gera uma série de problemas respiratórios. E infelizmente ou se tomam medidas urgentes ou vamos ter que aprender a conviver com danos de uma natureza arruinada com tantas ações nocivas.

Isso porque as energias sujas como é o caso do petróleo quando queimadas lançam gases poluentes na atmosfera que são capazes de causar danos a vários ciclos naturais. Sem contar os plásticos que quando lançados na natureza causam estragos, as garrafas pet que também são outras mazelas ambientais e por aí vai.

É por isso que hoje nunca se falou tanto em energias limpas como é o caso da energia solar que não emite nenhum tipo de radiação e sem contar que possui a mesma utilidade para as empresas assim como o bom, velho e caro petróleo.

No Brasil a principal fonte de energia elétrica é a produzida a partir de usinas hidrelétricas. Em regiões rurais e mais distantes das hidrelétricas centrais, têm-se usado energia produzida em usinas termoelétricas e em pequena escala, a energia elétrica gerada da energia eólica.

Porém existem outros tipos de fonte para energia elétrica, as fontes alternativas ou fontes renováveis são aquelas obtidas de fontes naturais capazes de se regenerar, portanto são inesgotáveis, o contrário das hidrelétricas que usam água como fonte. Caso seja um empresário, opte pelas fontes alternativas de energia e contribua com a formação de um meio ambiente mais saudável, sustentável e renovável. Veja quais são as fontes alternativas de energia: (mais…)

Brasil pode produzir 40% mais energia alternativa

Postado por: admin | Eletricidade | quarta-feira 12 setembro 2012 15:35

Por Débora Spitzcovsky, de Planeta Sustentável

São Paulo – Dados do Balanço Energético Nacional 2012 revelam que a energia hídrica representa mais de 81% da matriz elétrica brasileira. Mas será que essa dependência das grandes usinas hidrelétricas é realmente necessária para suprir a demanda da população por eletricidade? O novo estudo Além de grandes hidrelétricas: políticas para fontes renováveis de energia elétrica no Brasil, do WWF-Brasil, aponta que não.

Segundo a publicação, o país já tem capacidade para aumentar em, pelo menos, 40% a produção de eletricidade a partir de fontes renováveis alternativas – sobretudo se investir na geração de energia eólica, de biomassa e nas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs).

No caso da eletricidade gerada a partir do vento, por exemplo, o estudo revela que o Brasil é capaz de produzir 300 milhões de kW por ano. Atualmente, no entanto, não produz nem a metade, gerando cerca de 114 milhões de kW anualmente.

A energia solar também não fica atrás no quesito potencial. De acordo com a publicação do WWF, se o lago de Itaipu fosse totalmente coberto com painéis fotovoltaicos, por exemplo, seria possível produzir, anualmente, 183 milhões kW, o que representa o dobro de toda a energia elétrica produzida pela usina de Itaipu em 2011.

E mais: segundo o estudo, o país sinaliza para uma tendência de queda nos preços das fontes renováveis alternativas nos próximos 10 a 15 anos – enquanto o valor da produção de eletricidade nas usinas hidrelétricas seguirá o caminho oposto, de aumento -, transformando-as interessantes, também, do ponto de vista econômico.

No entanto, para que o Brasil realmente consiga atingir todo o potencial que possui na geração de energia a partir de fontes renováveis alternativas, é preciso vontade política. Isso porque a criação de novos subsídios ou, ainda, o redirecionamento dos subsídios já existentes – que atualmente são voltados para a viabilização da produção energética por fontes fósseis – é fundamental no processo de transição para uma matriz elétrica menos dependente das usinas hidrelétricas.

“A conclusão do estudo é clara: o potencial das fontes renováveis alternativas é imenso e pouco aproveitado. Havendo vontade política, o governo brasileiro tem como promover as ações sugeridas no documento e, assim, atender a uma significativa parte das demandas de eletricidade do país a partir de fontes limpas e de baixo impacto ambiental”, diz Carlos Rittl, coordenador do Programa Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil.

Confira a publicação Além de grandes hidrelétricas: políticas para fontes renováveis de energia elétrica no Brasil, na versão para tomadores de decisão.

Fonte: Info Abril



Energia solar deve abastecer rede de clientes em Campinas a partir de 2013

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 3 setembro 2012 9:35

Projeto avaliado em R$ 13,8 milhões reúne três docentes da Unicamp.
Sistema beneficia meio ambiente, mas instalação apresenta preço ’salgado’.

Fernando Pacífico

A energia fotovoltaica, obtida através da conversão direta da luz solar em eletricidade, deve integrar a rede de abastecimento dos clientes de Campinas (SP) a partir de 2013. Um dos 18 projetos aprovados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), para diversificação da matriz energética no país, é desenvolvido pela Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), com auxílio de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e empresas spin-offs – que derivaram da própria instituição.

O professor Ennio Peres, do Instituto de Física Gleb Wataghin, explica que 1 megawatt (MW) será produzido em uma usina a ser instalada na subestação Tanquinho, que pertence à concessionária. Além disso, outros 75 quilowatts (kW) terão origem na universidade. O projeto é pioneiro no estado de São Paulo.

“A inauguração está prevista para o mês de novembro e o início de funcionamento, que é a injeção de eletricidade na rede, para o mês de janeiro. A produção da usina é suficiente para abastecer pelo menos 650 clientes, cujo consumo médio é de 200 kWh / mês”, explica o pesquisador. Os projetos aprovados pela Aneel, na ‘Chamada 13′, devem gerar 25 MW de energia, valor quatro vezes superior à produção nacional atual desta fonte, com capacidade para abastecer pelo menos 16,5 mil clientes.

Peres salienta que o olhar mais atento do governo federal para a ampliação da tecnologia deve trazer benefícios aos consumidores a longo prazo. “Por enquanto, o ideal é que os clientes não vejam diferença em suas residências, pois a energia deve ser injetada com qualidade necessária para não perturbar o fornecimento. Além disso, determinar quanto de fato será produzido e como isso variará durante o dia também é um dos objetivos”, diz o pesquisador. O projeto da CPFL tem investimento de R$ 13,8 milhões.

Como funciona?

Compostos por estruturas chamadas células solares, os painéis fotovoltaicos têm a propriedade de criar uma diferença de potencial elétrico entre os terminais por ação da luz. Ela faz com que as células absorvam a energia solar e façam a corrente elétrica fluir entre duas camadas com cargas opostas, como uma bateria.

“A Aneel permite que as residências utilizem painéis fotovoltaicos e se conectarem à rede, usando e eventualmente fornecendo a energia elétrica produzida durante o dia e retirando eletricidade da rede durante a noite”, explica Peres

Benefícios x ‘preço salgado’

O pesquisador da Unicamp valoriza os benefícios ambientais atrelados ao uso da energia fotovoltaica, como a não emissão de gás carbônico ou comprometimento de áreas alagadas pela construção de hidrelétricas. Entretanto, admite que a popularização das instalações deve ocorrer a longo prazo.

“Um estudo da Empresa de Planejamento Energético mostra que há viabilidade em vários estados, mas é necessário um investimento de quase R$ 40 mil”, explica Peres, antes de fazer uma recomendação aos clientes que desejam economizar. “O mais prático hoje é o consumidor instalar um coletor solar de aquecimento de água, que pode economizar de 25 a 50% de sua conta de luz, com um investimento inferior a R$ 2 mil”.

Créditos de carbono e uso mundial

Ao considerar que a implantação do sistema fotovoltaico pode ser usado em negociações de créditos de carbono pelos países, Peres ressalta a entrada da China no mercado e entende que a valorização pode ser maior, caso a energia nuclear seja deixada de lado.

“O uso cresceu muito em vários países nos últimos anos, principalmente na Espanha e EUA. Por conta da crise, o crescimento foi refreado. Outro ponto importante é a energia nuclear. Se os países desistirem como a Alemanha fez, e o Japão diz que fará, então novo impulso será dado às energias renováveis”, avalia o pesquisador.

Fonte: G1



Leds ou halógenas?

Postado por: admin | Eletricidade | sexta-feira 31 agosto 2012 16:02

Autoria: Leandro de Barros

O mercado de iluminação e, mais especificamente o de lâmpadas, passa por momentos de transição e muitas novidades. A busca contínua por eficiência tem gerado o desenvolvimento de novas tecnologias e provocado a substituição de fontes de luz consideradas ineficientes por outras universalmente reconhecidas como eficientes. Dessa forma, os profissionais do mercado se deparam com novidades muito interessantes, entretanto, devem entender e discernir as novas tecnologias para identificar suas aplicações de forma adequada.

Entre as novidades do mercado estão os já conhecidos Leds. Desejados e vistos por muitos como o futuro da iluminação, não faltam questionamentos sobre sua aplicabilidade e características. Será que todos nós vamos usar os Leds em nossas casas? Será que eles estão acabando com as lâmpadas? Afinal, os Leds, como fonte de luz, vieram para quê e para quem? Em que caso é possível usá-los?

Em primeiro lugar, é importante que se entenda o que é o Led. O Light Emiting Diode (Diodo emissor de luz – Led) – como seu nome já diz – é um diodo, ou seja, um semicondutor em estado sólido que converte energia elétrica diretamente em luz. Portanto, não é uma lâmpada. Ele não veio com o objetivo de fazer substituição de lâmpadas, mas para ser mais uma opção de fonte de luz em diversas aplicações.

Os Leds oferecem opções decorativas difíceis de serem alcançadas por outras fontes de iluminação. São ecologicamente corretos, eficientes e deixam muitos maravilhados com seus efeitos, entretanto, muitas melhorias nesta tecnologia ainda estão por vir. O que a maioria ignora é a existência de diversas categorias de Led. O mercado já dispõe de Leds para balizamento, decorativos e de alto brilho, entre outras subcategorias. Cada uma delas tem suas aplicações específicas.

O profissional de iluminação deve estar ciente sobre a vasta gama de tecnologia para escolher aquela que mais se adéqua à sua necessidade. Para aplicar qualquer fonte de luz, deve ter em mente o que vai iluminar e o efeito que deseja ter. Neste campo é que surgem as dúvidas sobre em que circunstâncias é mais aconselhável usar os Leds ou as lâmpadas halógenas, por exemplo.

As halógenas (dicróica, PAR, AR, Palito, Mini JC, G9) têm IRC de 100. Isso significa que, em diversas aplicações em que a fidelização das cores é importante, essa característica pode fazer toda a diferença. As lâmpadas dicróicas, especificamente, possuem um brilho característico que, dependendo do efeito que se deseja fazer no ambiente, será um fator importante a ser considerado. Entretanto, muitos profissionais são receosos com as halógenas devido ao elevado consumo de energia e grande percepção de calor emitido.

Os Leds são procurados pela sua eficiência, baixo consumo, grande durabilidade e opções decorativas. Entretanto, os Leds de alto brilho ou “Hi Power” têm IRC em torno de 70 a 80. Possuem baixa potência, ou seja, reduzido consumo de energia e são encontrados em formatos que visam ser semelhantes às dicróicas e PAR tradicionais. Esses Leds geralmente possuem de 70% a 80% da intensidade de luz das lâmpadas halógenas tradicionais. (mais…)

Capa recarrega o tablet com energia solar

Postado por: admin | Eletricidade | sexta-feira 24 agosto 2012 16:56

Por Vanessa Daraya

São Paulo – A empresa americana Voltaic Systems criou o Spark Tablet Case, um case para tablets com um sistema gerador de energia solar acoplado. Assim, o dispositivo portátil pode ser recarregado sem precisar de energia elétrica.

O Spark Tablet Case tem quatro painéis fotovoltaicos em sua parte externa. Eles produzem até oito watts de potência. Portanto, são os responsáveis por captar energia solar para recarregar o tablet.

O fabricante garante também que é possível carregar outros gadgets com a capa, como celulares, iPods e câmeras fotográficas. Segundo a Voltaic Systems, dez horas de incidência solar direta nesses painéis solares podem carregar um iPad. A bateria também pode ser carregada em qualquer saída USB.

Além disso, a capa é à prova d’água e tem almofadas para a proteção do equipamento. A parte interna contém bolsos e compartimentos forrados para manter o dispositivos bem protegido, mesmo quando não for necessário recarregar.

Outro ponto de destaque está na parte externa da capa. Ela é feita a partir de garrafas de refrigerante reutilizadas.

O case pode ficar entreaberto para que o usuário possa encaixar o tablet e trabalhar. Ao mesmo tempo, é possível colocar a capa em uma posição que seja possível captar a energia solar.

Fonte: Info Abril



Tomadas elétricas inteligentes acessam internet sem fios

Postado por: admin | Eletricidade | terça-feira 21 agosto 2012 16:00

Interruptores remotos

Você consegue imaginar uma situação na qual seja necessário acender seu abajur pela internet?

Talvez não, mas acender e apagar todas as luzes de sua casa quando você está fora, ou pré-aquecer o forno enquanto ainda está no supermercado comprando um congelado são situações mais perto do dia-a-dia.

E pode haver muitas mais, para as quais tudo o que você precisará é de uma tomada que entenda o novo protocolo da internet, o IPv6, onde você possa plugar o aparelho que deseja controlar à distância.

Se você vai ligar o abajur ou a máquina de lavar, tanto faz, basta plugar o aparelho desejado nessa tomada, e acessá-la pelo seu celular ou qualquer computador.

E a melhor notícia é que a tomada, que dá um outro sentido ao termo “plugar”, já está pronta.

Tomada elétrica sem fios

O protótipo da nova tomada foi construído por engenheiros do Instituto Fraunhofer, na Alemanha.

E com uma vantagem adicional: a tomada precisa dos fios da energia elétrica, mas, do ponto de vista da internet, ela é sem fios: a conexão é feita automaticamente pelo roteador.

Além das tomadas sem fios propriamente ditas, o sistema usa um dispositivo USB conectado ao roteador.

O usuário entra o comando para ligar ou desligar o aparelho através de um navegador web ou aplicativo Android. O roteador recebe o comando, endereça-o para o dispositivo USB, que se incumbe de conversar com a tomada de energia, tudo usando dados criptografados.

Esta função de comunicação de duas vias também permite que a tomada de energia sem fios envie dados para o usuário, informando a quantidade de energia que os aparelhos ligados a ela estão consumindo naquele momento.

“Qualquer eletrodoméstico plugado em uma dessas tomadas pode ser ligado ou desligado remotamente usando um aparelho compatível com o IPv6, como um smartphone ou um laptop, de qualquer lugar,” diz o Dr. Gunter Hildebrandt, coordenador do projeto. (mais…)

Japoneses criam material elástico condutor de eletricidade

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 13 agosto 2012 15:55

Cientistas japoneses afirmaram ter desenvolvido um material elástico que conduz eletricidade, uma descoberta que pode ser usada para fabricar aparelhos que esticam e expandem.

O material, descrito por Tsuyoshi Sekitani, da Universidade de Tóquio, no jornal Science, pode ser usado em superfícies curvas ou mesmo em partes móveis, afirmaram.

A equipe de Sekitani desenvolveu o material usando nanotubos de carbono, uma longa cadeia de moléculas de carbono que conduz eletricidade.

Eles misturaram à esse matéria polímeros elásticos para formar o material básico. A seguir, conectaram uma série de pequenos transistores ao material e o colocaram sob teste.

Eles esticaram uma lâmina do material para aproximadamente o dobro do seu tamanho original e a colocaram de volta em seu tamanho, sem prejudicar os transistores ou as propriedades condutoras do material.

O condutor elástico permitirá que circuitos eletrônicos sejam montados em locais que no momento são impossíveis, incluindo “superfícies curvas e partes móveis, como as juntas no braço de um robô”, escreveram Sekitani e seu colegas.

Anteriormente nesta semana, uma equipe nos Estados Unidos anunciou o desenvolvimento de um material que permitiu usar materiais eletrônicos padrão para montar o olho de uma câmera eletrônica com base no formato de um olho humano.

Esse dispositivo pode ser a base para o desenvolvimento de um implante ocular artificial.

John Rogers, da Universidade de Illinois, que escreveu sobre a câmera ocular na revista Nature, afirmou que o desenvolvimento de materiais que podem ser moldados em superfícies curvas possibilitarão o surgimento de uma nova classe de aparelhos eletrônicos que podem ser usados para melhor interagir com o corpo humano, como aparelhos para monitoramento cerebral.

Fonte: Universitário



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