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Governo poderá poupar R$ 300 milhões com a conta de luz

Postado por: admin | Eletricidade | sexta-feira 4 janeiro 2013 13:33

Segundo o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, cálculo mostra a economia que será feita somente pela administração direta do governo federal

Palácio do Planalto no amanhecer em Brasília, no dia das eleições em todo o país

O governo federal calcula que vai economizar 300 milhões de reais por ano com a redução da conta de luz que entra em vigor este ano. Segundo o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, essa é a economia que será feita somente pela administração direta do governo federal.

A redução de gastos, disse o secretário, será muito maior levando em consideração a economia que será feita por estados, municípios e empresas estatais, principalmente as companhias de fornecimento de água. “O Tesouro Nacional não vai ter prejuízo”, garantiu. O governo vai usar o dinheiro que recebe anualmente de Itaipu para garantir a redução de 16,7%, em média, da conta de luz no ano. Isso terá de ser feito por conta da desistência de três companhias (Cesp, de São Paulo; Cemig, de Minas Gerais; e Copel, do Paraná), que não aceitaram renovar as concessões dentro das regras fixadas pelo Palácio do Planalto.

Mas Augustin ponderou que, por outro lado, gastará menos com as indenizações pelos investimentos já feitos. “Tem um efeito nos dois lados. Vamos gastar menos de indenizações e vamos ter de auxiliar mais no fluxo para reduzir o custo da energia. Uma coisa acaba compensando a outra”, afirmou.

Para ele, mesmo com a desistência das elétricas de Minas Gerais, São Paulo e Paraná, o modelo proposto pelo Planalto para renovar as concessões do setor e reduzir o custo da energia produzida no país “deu certo” e será uma das mais importantes medidas adotadas pelo governo para estimular a competitividade e o crescimento do Brasil. “A desistência é opção das empresas, que respeitamos, mas estava nos planos desde sempre”, admitiu.

Os 4 bilhões de reais pagos anualmente por Itaipu serão utilizados para cobrir a diferença entre o corte do valor da energia obtido com a renovação dos contratos de concessão, que ficou em 16,7%, e a taxa prometida pela presidente Dilma Rousseff.

Fonte: Veja

CCEE quer lançar índice de preços de energia em 2014

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 17 dezembro 2012 9:00

Atualmente, o mercado livre já conta com dois índices de preços, sendo um da plataforma de negociação Brix e outro da BBCE

Por Estadão Conteúdo


A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) planeja lançar em 2014 seu índice de preços da energia negociada no mercado livre. “Hoje, temos a convicção de que há uma assimetria de informações nesse mercado”, afirmou o presidente do conselho de administração da CCEE, Luiz Eduardo Barata, em evento da entidade.

Diferentemente do mercado cativo, no qual todos os preços dos contratos são públicos, os agentes do mercado livre não eram obrigados a disponibilizar os valores envolvidos em seus contratos até pouco tempo atrás. “Por força da regulação, os agentes só eram obrigados a registrar os volumes e os prazos dos contratos”, explicou.

Com o advento da portaria nº 455/12, de autoria do Ministério de Minas e Energia (MME), essa situação mudou. Isso porque a portaria estabelece que os agentes do mercado livre abram os preços dos seus contratos para a CCEE, que consolidará essas informações em um índice de preços com vistas a promover uma maior transparência nesse ambiente de contratação.

Dificuldades - Apesar de a portaria ter sido publicada em agosto deste ano, Barata explicou que a CCEE ainda não tem condições operacionais para registrar os preços dos contratos. Mas isso será viável a partir de julho de 2013, quando a CCEE deverá lançar a versão 2.0 do seu novo sistema de contabilização dos contratos, o CliqCCEE.

Em paralelo a isso, o executivo comentou que a CCEE já vem trabalhando junto a duas consultorias com o objetivo de criar uma metodologia de análise dos dados, visando a formação do índice. “Obviamente que não colocaremos todas as informações em um preço só. Teremos o índice para os contratos mensais, outro para o de três meses e por aí adiante”, disse. A expectativa é de que um desses indicadores seja divulgado em 2014.

Atualmente, o mercado livre já conta com dois índices de preços, sendo um da plataforma de negociação Brix e outro da BBCE. Contudo, o entendimento da CCEE é de que os indicadores das duas empresas ainda não refletem totalmente a realidade do mercado, tendo em vista que são gerados a partir dos negócios fechados dentro das duas plataformas. Como todos os contratos de energia são liquidados na CCEE, a qualidade de informação do seu índice seria superior na visão da entidade.

Fonte: Veja

Senado aprova intervenção no setor elétrico

Postado por: admin | Eletricidade | sexta-feira 14 dezembro 2012 8:41

Após aprovação da Câmara, na última semana, medida provisória agora segue para sanção da presidente Dilma Rousseff

Por Marcela Mattos


O Senado aprovou, nesta quinta-feira, o Projeto de Lei de Conversão 29/2012, decorrente da Medida Provisória 577/2012, que trata da intervenção da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em distribuidoras em casos de dificuldades no fornecimento. Conforme explicou o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), ao justificar o voto positivo, a medida é importante “para assegurar a continuidade do serviço caso as empresas se vejam na iminência de cessar as suas atividades”.

Depois da aprovação da Câmara, na última semana, e agora do Senado, o texto segue para sanção presidencial.

De relatoria do senador Romero Jucá (PMDB-RR), além da intervenção, a proposta defende que a União pode prestar, temporariamente, serviço em caso de extinção da concessão por falência da empresa ou por caducidade (vencimento antecipado). Já se for constatada má prestação de serviço, a concessionária terá até 60 dias para apresentar um plano de reparar e corrigir os problemas.

O texto foi aprovado na Câmara dos Deputados em 4 de dezembro. Nesta ocasião, os parlamentares incluíram diversas emendas sem qualquer relação com a energia elétrica. Entre as mudanças, está o aumento de 85 mil reais para 100 mil reais do limite dos custos dos imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida e a prorrogação de 2014 para 2015 do prazo de isenção do Imposto sobre Produtos Importados (IPI) para taxistas e pessoas com deficiência.

Embora tenha sido favorável ao texto, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) criticou a existência de assuntos desconexos. “Apesar disso, não há obstrução. A matéria (conteúdo) tem o apoio daquilo que é primordial”, disse.

Histórico — A medida publicada em agosto já foi utilizada no processo de intervenção do governo em oito empresas do Grupo Rede Energia, altamente endividado e em dificuldades para manter o serviço.

Fonte: Veja

Energia eólica domina em pesquisa energética

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 3 dezembro 2012 15:47

Rio de Janeiro – Em franca expansão no país, a energia eólica (a partir dos ventos) continua monopolizando os leilões de energia que estão sendo realizados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

Segundo dados empresa, dos 525 habilitados a participar do Leilão de Energia Nova A-5 de 2012, que será feito no próximo dia 14 de dezembro, 484 são empreendimentos que preveem a geração de energia elétrica a partir dos ventos.

O Leilão A-5 objetiva suprir a demanda projetada das empresas distribuidoras para o ano de 2017. Os 525 projetos com habilitação técnica para participar da licitação envolvem a geração de 14.181 megawatts (MW) .

Segundo a EPE, a fonte eólica apresenta o maior número de usinas habilitadas para licitação, com 484 empreendimento e sítios de geração por meio dos ventos, com capacidade total de 11.879 MW. Entre os empreendimentos habilitados tecnicamente estão ainda usinas hidrelétricas, pequenas centrais hidrelétricas (até 30 MW) e termelétricas movidas a gás natural e à biomassa.

As térmicas a gás são, segundo a EPE, plantas já existentes que estão em processo de fechamento de ciclo. Na visão do presidente da empresa, Mauricio Tolmasquim, o resultado da habilitação técnica demonstra a garantia da expansão da geração no setor elétrico brasileiro, mesmo para os que receavam que a Medida Provisória 579 pudesse frear o interesse dos investidores. “Esses leilões são muito seguros para o investidor, que vê como principais atrativos os contratos de longo prazo e a facilidade de acesso a financiamento”, diz.

A segunda fonte em empreendimentos habilitados é a hidrelétrica, com sete projetos e capacidade de geração de 988 MW; seguida da energia gerada a partir da biomassa (bagaço da cana-de-açúcar), com 583 MW; térmicas a gás natural, com 368 MW de geração; e as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), com 363 MW.

Fonte: info

30% dos domicílios urbanos não têm acesso a serviços básicos

Postado por: admin | Eletricidade | quarta-feira 28 novembro 2012 15:18

Cerca de 64 milhões de brasileiros não têm água tratada, coleta de esgoto, recolhimento de lixo ou eletricidade

Por Wilson Tosta

A melhora na distribuição de renda no período contrasta com as condições de vida de parte considerável da sociedade brasileira, diz a Síntese dos Indicadores Sociais 2012. Em 2011 30,6% dos domicílios urbanos brasileiros- pouco mais de 16 milhões de lares, com prováveis 64 milhões de moradores – não tinham simultaneamente os serviços de água tratada, coleta de esgoto por rede ou fossa séptica, recolhimento de lixo e eletricidade, básicos para que haja condições mínimas de habitação.

A razão entre as habitações com e sem os quatro serviços era de 0,44, ou seja, praticamente para cada dois domicílios habitáveis havia um sem essas condições. O recorde nesse ponto foi da Região Norte, onde 78,4% dos lares foram considerados sem condições mínimas de habitabilidade. No Amapá, essa proporção chegou a 95,9%, e a razão em relação aos habitáveis foi de 23,43 lares sem condições para cada um habitável.

“Essa questão tem a ver com a ação do poder público”, disse o pesquisador Rubem Magalhães, do IBGE. “Se aumentarmos o salário de um trabalhador para R$ 30 mil por mês ele não vai instalar uma rede de água tratada na rua onde mora. Isso é papel do Estado.” No Sudeste, 79% dos lares com renda mensal domiciliar per capita tinham saneamento básico. Acima de dois salários mínimos, 94,8%.

A Síntese dos Indicadores Sociais de 2012 também constatou que apenas 31% dos domicílios permanentes urbanos tinham, simultaneamente, luz elétrica, computador, acesso à internet, aparelho de DVD, televisão em cores e máquina de lavar, medidas de conforto da vida moderna.

O estudo também descobriu que, dos 69% de domicílios desprovidos de algum desses itens, quase 90% (84,9%) não tinham acesso à web. Também aí a desigualdade brasileira é forte. Quando se foca apenas lares com renda média mensal domiciliar per capita de até 1/2 salário mínimo, a proporção dos excluídos digitais (em 2011) chega a 92,2. De acordo com a pesquisa, 86% dos domicílios brasileiros no ano passado urbanos; apenas 14% se localizam na área rural, em distribuição que tende a se estabilizar.

30% dos domicílios urbanos não têm acesso a serviços básicosCerca de 64 milhões de brasileiros não têm água tratada, coleta de esgoto, recolhimento de lixo ou eletricidadePor Wilson TostaA melhora na distribuição de renda no período contrasta com as condições de vida de parte considerável da sociedade brasileira, diz a Síntese dos Indicadores Sociais 2012. Em 2011 30,6% dos domicílios urbanos brasileiros- pouco mais de 16 milhões de lares, com prováveis 64 milhões de moradores – não tinham simultaneamente os serviços de água tratada, coleta de esgoto por rede ou fossa séptica, recolhimento de lixo e eletricidade, básicos para que haja condições mínimas de habitação.A razão entre as habitações com e sem os quatro serviços era de 0,44, ou seja, praticamente para cada dois domicílios habitáveis havia um sem essas condições. (mais…)

Geração de energia por hidrelétrica precisa dobrar até 2050, diz agência

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 19 novembro 2012 15:37

Propostas foram apresentadas pela Agência Internacional de Energia.
Objetivo é limitar as emissões de gases que provocam o efeito estufa.

Da France Presse

A Agência Internacional de Energia (AIE) apresentou nesta segunda-feira (29) uma série de recomendações para dobrar a produção de energia hidrelétrica no mundo até 2050, com o objetivo de limitar as emissões de gases que provocam o efeito estufa e conter o aquecimento do planeta.

Em 2010, as fontes hídricas geraram 16,3% da energia consumida no mundo, quase 3.500 terawatts (TWh), recordou a AIE, agência com sede na França ligada à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em um mapa do caminho divulgado no congresso Hidro 2012, que acontece até quarta-feira (31) em Bilbao, norte da Espanha.

Esta produção supera a energia nuclear (12,8%), o que faz desta a primeira fonte renovável de energia elétrica, muito à frente da eólica, solar, geotérmica e outras energias renováveis (3,6%).

Mas é relativamente pouco na comparação com as energias fósseis (petróleo, carvão e gás), que asseguram 67% da produção mundial de eletricidade. Para duplicar a capacidade e a produção hidrelétrica até 2050, a agência pediu o fim dos obstáculos legais e que a energia seja melhor aceita.

Também defende a modernização e aumento da capacidade das usinas existentes com mais turbinas. A AIE sugere uma série de ações governamentais como a adoção de planos de desenvolvimento nacionais, maior cooperação entre as fronteiras ao redor das grandes bacias fluviais, simplificação dos processo administrativos, entre outros.

A agência faz recomendações em termos de aceitação ambiental e social, ponto fraco da energia hídrica. As represas são geralmente rejeitadas pelas consequências para a fauna e a flora, assim como para as populações próximas.

A AIE não oferece respostas milagrosas para o dilema e sugere “evitar tanto quanto possível os impactos negativos e “quando for impossível evitá-los, que sejam minimizados, atenuados ou compensados”.

Fonte: G1



Para o governo, momento é da energia eólica

Postado por: admin | Eletricidade | quarta-feira 7 novembro 2012 15:29

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, diz que a abundância de fontes renováveis no Brasil é uma grande vantagem e que, por isso, o País tem condição de usar as mais baratas primeiro. “Agora é o momento da eólica. Amanhã vai ser o da solar. O preço vai cair e ela vai entrar, não tenho dúvida, mas vamos fazer no momento certo”, afirma. “É só uma questão de tempo.” Tolmasquim lembra que o preço dos painéis fotovoltaicos caiu mais de 50% desde 2006 e diz que hoje ainda não há como apostar nessa alternativa. Ele admite, no entanto, a possibilidade de rever o plano decenal se houver “queda mais expressiva” nos próximos 5 anos. “Hoje ela é quatro vezes mais cara que a eólica. Vamos esperar ficar mais competitiva. O Brasil tem essa possibilidade, que outros países não têm, de ter outras alternativas.”

O presidente da EPE rebate os críticos que classificam a política energética de conservadora afirmando que a eólica se desenvolveu graças a medidas do governo. “Tudo foi feito a seu tempo.” O Brasil está em 20.º no mundo em capacidade instalada e vai atingir a 10.ª posição no ano que vem, diz ele. O objetivo é ampliar a capacidade de geração eólica no País em 12 mil MW até 2021, o que representaria um pulo de 1% para 9% da matriz.

Segundo a Agência Internacional de Energia, a capacidade instalada de geração solar mundial em 2010 era de quase 35 mil MW. Naquele ano, cerca de 90% da capacidade instalada em geração solar fotovoltaica se concentrava em apenas cinco países: Alemanha (50%), Itália (11%), Japão (10%), Espanha (10%) e Estados Unidos (7%). Dez anos antes, somente três países (EUA, Japão e Alemanha) tinham participação individual relevante na instalação desses sistemas. Em 2011, o mundo acrescentou 30 GW de potência solar instalada, atingindo quase 70 GW.

Segundo o engenheiro Tasso Azevedo, projeções indicam que a capacidade instalada de geração solar no mundo em 2016 deve ficar entre 207 e 342 GW. O estudo da EPE mostra que a Região Nordeste apresenta os maiores valores de irradiação solar global. / F.W.

Fonte: Estadão



Chuveiro elétrico é mais econômico que aquecedores

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 29 outubro 2012 13:39

Da Agência USP – Tomar banho com chuveiro elétrico é mais econômico do que em aparelhos dotados de aquecedores solares e a gás, revela pesquisa da Escola Politécnica (Poli) da USP. O estudo do Centro Internacional de Referência em Reuso de Água (Cirra) também aponta que o chuveiro elétrico apresenta consumo médio anual de água menor que os demais sistemas de aquecimento.

O chuveiro elétrico está presente no aparelho tradicional e no chuveiro híbrido solar, que é um aquecedor solar com um chuveiro elétrico na ponta. A pesquisa concluiu que um banho de oito minutos custa, em média, R$ 0,27 (entre consumo de água e energia elétrica) no chuveiro híbrido solar e R$ 0,30 no chuveiro elétrico. O mesmo banho sai por R$ 0,46 (53,3% a mais do que o chuveiro elétrico) com aquecedores solares tradicionais, R$ 0,59 (96,6% mais caro) com os aquecedores a gás e R$ 1,08 (246,6% a mais) com o boiler elétrico.

O chuveiro elétrico está presente em mais de 73% das residências brasileiras, segundo dados do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), entidade do Governo Federal. Segundo o professor Ivanildo Hespanhol, da Poli, que coordena a pesquisa, os resultados resgatam o valor do chuveiro elétrico, uma invenção brasileira com mais de 80 anos de vida, considerada a forma mais barata e acessível para população brasileira tomar banho quente, resguardando o direito do povo à saúde, dignidade e higiene.

“Mesmo antes da divulgação da pesquisa, mais da metade das pessoas que têm chuveiro elétrico em suas casas conheciam outras formas de aquecimento e não trocam o chuveiro elétrico”, acrescenta o professor.

Água – Outro dado importante da pesquisa é o consumo de água dos diversos sistemas de aquecimento de água. O estudo mostra que média anual do consumo de água no chuveiro elétrico foi de 4,2 litros por minuto (l/min). O chuveiro híbrido solar obteve uma média anual de 4,1 l/min, ou seja, 2,3% menor que o consumo do chuveiro elétrico.

O aquecedor á gás obteve uma média de 8,7 l/min, ou seja, 207% maior que o consumo do chuveiro elétrico, o aquecedor solar obteve uma média de 8,4 l/min, ou seja, 200% maior que o consumo do chuveiro elétrico e o boiler elétrico obteve uma média de 8,5 l/min, 202% maior que o consumo do chuveiro elétrico.

Esse dado é muito relevante se levarmos em consideração que água tratada é o bem mais escasso do mundo atualmente e, que segundo dados divulgados pela ONU, 1,8 bilhão de pessoas enfrentarão níveis críticos de falta de água já em 2025 e 2/3 da população mundial seriam afetados.

Os resultados fazem parte do estudo Avaliação do consumo de insumos (água, energia elétrica e gás) em chuveiro elétrico, aquecedor a gás, chuveiro híbrido solar, aquecedor solar e aquecedor de acumulação elétrico, elaborado pelo Cirra. A pesquisa teve apoio do Grupo de Chuveiros Elétricos da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

Fonte: Ambiente Energia



Como economizar mais energia com Horário de Verão

Postado por: admin | Eletricidade | terça-feira 23 outubro 2012 14:48

Horário de Verão, que entrou em vigor no último domingo (21/10) nas regiões Sul, Sudeste e do Centro-Oeste, pode ser um bom aliado para a economia de energia elétrica. Além de contar com dias mais longos e a consequente redução no consumo e nos gastos mensais, condomínios, edifícios residenciais e comerciais podem reduzir o consumo em pelo menos 30% a partir do uso adequado do sistema de iluminação em áreas comuns, como escadas, corredores, garagem e hall de entrada.

“Quando se fala em uso racional da energia, o principal item a ser considerado é a iluminação. Medidas simples como a troca de luminárias e centrífugas de ar-condicionado proporcionam um resultado significativo. Quanto mais antigas e obsoletas forem as instalações do edifício, maior será a economia.”, explica Alexandre Reis, engenheiro eletricista da Divisão de Estudos de Inventário e de Viabilidade e Eficiência Energética de Furnas.

Exemplo bem sucedido do uso racional da energia, o edifício-sede de Furnas, empresa geradora e transmissora de energia, implantou recentemente um protótipo de iluminação eficiente, pioneiro no Brasil, nas suas instalações em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. Medições realizadas após a implantação dessa tecnologia em ambientes do escritório central mostraram a redução de, aproximadamente, 50% no consumo de energia, que pode chegar a uma economia de 40 MWh/ano. As ações que vêm sendo implantadas na empresa desde 1999 já reduziram o custo de eletricidade em R$ 925 mil por ano, o equivalente a 38,6% do gasto total.

A experiência na sede de Furnas virou referência e, em maio de 2012, a companhia assinou um acordo de cooperação técnica com o Ministério de Minas e Energia (MME) para criar um projeto de eficiência do sistema de iluminação do edifício onde funcionam o MME e o Ministério de Turismo, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Algumas dicas de economia para aplicação em condomínios.:Lâmpadas: As lâmpadas fluorescentes consomem bem menos energia do que as incandescentes. Um exemplo é a lâmpada fluorescente de 40 Watts, que ilumina mais do que uma incandescente de 100 Watts, com consumo inferior, e ainda possui vida útil dez vezes maior. Quando o ambiente não permitir a instalação das fluorescentes comuns, é aconselhável a troca das lâmpadas incandescentes por “fluorescentes compactas”, que são projetadas para utilização no próprio soquete comum, sem a necessidade de modificar a luminária.

Minuterias e sensores de presença: Existem dois tipos básicos de minuterias: as coletivas (para vários andares) e as individuais (para cada andar). Para maior economia, o ideal é substituir o sistema coletivo pelo individual, instalando sensores de presença. Os sensores de presença proporcionam o acendimento automático das luzes quando ocorrer movimento no ambiente, desligando-se automaticamente quando o local for desocupado. Em geral, podem ser usados em corredores, escadarias e áreas comuns do edifício.

Por já se tratar de sistemas bastante econômicos, não é recomendável o uso de minuterias e sensores de presença com lâmpadas fluorescentes. O constante “acende e apaga” reduz muito a vida útil desse tipo de lâmpada. (mais…)

Nordeste aumenta investimentos em energia eólica

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 15 outubro 2012 15:36

Os números envolvendo investimentos em projetos eólicos no Nordeste impressionam. Segundo cálculos da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), a região respondeu por quase 80% dos projetos contratados do leilão de fontes alternativas de energia elétrica, realizado no fim de agosto. E a expectativa também é alta para o próximo leilão, marcado para outubro, que deve trazer para o Nordeste investimentos na casa dos R$ 11 bilhões – somando os projetos contratados no ano passado, o valor passa dos R$ 20 bilhões.

“A natureza foi generosa com o Nordeste, agora é preciso que todos – setor público e privado – façam a lição de casa e aumentem ainda mais os investimentos em logística”, diz Elbia Melo, presidente executiva da Abeeólica. Segundo Elbia, a região tem que aproveitar a força e a características dos ventos (”são os melhores do mundo para a geração desse tipo de energia”), a infraestrutura (atualmente são 43 parques – dos 57 parques do Brasil -, número que chegará a 215 usinas até 2014), e a invejável capacidade produtiva (833,8 MW) para atrair ainda mais investimentos e aumentar a competitividade.

“Os empresários brasileiros estão buscando tecnologia para a fabricação de aerogeradores de pequeno porte, com qualidade e custos competitivos”, diz Elbia. Aliás, o mercado de equipamentos desse setor também tem se mostrado promissor. A Abeeólica calcula que este segmento movimente R$ 25 bilhões nos próximos cinco anos. Atualmente, o Brasil possui 11 fabricantes de equipamentos eólicos com uma capacidade de produção de cerca de 3,4 GW por ano – parte desse montante é exportada. “Podemos, com investimentos, aumentar significativamente o número de empresas fabricantes”, afirma Elbia.

Apesar de os estados do Ceará, Bahia e Rio Grande do Norte concentraram o maior número de parques e usinas, boa parte dos investimentos tem sido direcionados para Pernambuco, onde o governo planeja construir um parque eólico no Complexo Portuário de Suape, localizado a 60 quilômetros do Recife. A região já abriga uma fábrica de aerogeradores e de torres eólicas, mas em breve deve receber novas empresas do setor. O grupo argentino Impsa, por exemplo, anunciou investimento de R$ 145 milhões para construir uma unidade com capacidade para produzir cerca de 300 equipamentos por ano. Já a sul-coreana Win&P, fabricante de torres, também anunciará em breve investimentos em Pernambuco.

Fonte: Invertia



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