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Eletricidade e desenvolvimento

Postado por: admin | Eletricidade | quinta-feira 25 fevereiro 2010 15:23

Um dos mais importantes fios condutores do desenvolvimento na zona rural é a oferta de energia elétrica, com qualidade, disponibilidade e tarifas justas. Esse tripé, quando atendido, contribui para o incremento da produção agrícola e expansão da pecuária, consolidando o esforço do segmento de agronegócios em participar intensamente do desenvolvimento do País.

A tarifa rural de energia elétrica é um incentivo importante no sentido de viabilizar o desenvolvimento de negócios no campo e deve favorecer proprietários de imóveis que mantêm algum tipo de atividade produtiva. No entanto, observa-se que proprietários de imóveis não produtivos, localizados na zona rural, também vêm usufruindo a tarifa especial de eletricidade por estarem classificados inadequadamente.

Tratam-se, muitas vezes, de chácaras e sítios utilizados para lazer, que contam com uma tarifa mais barata pelo simples fato de estarem localizados fora da área considerada urbana. Essa realidade reflete diretamente na conta de energia dos demais consumidores (residencial, comercial, industrial), em função do rateio da diferença existente entre a tarifa especial e as tarifas cobradas das demais classes. Qual solução adotar para evitar que os demais consumidores de energia não paguem pelo desconto recebido por consumidores rurais improdutivos?

A CPFL Paulista iniciou, a partir dessa realidade, um movimento para identificar e recadastrar todos os seus clientes rurais que desfrutam de tarifas de eletricidade mais atrativas. A iniciativa, longe de punir clientes classificados inadequadamente, é importante para garantir tarifa especial àqueles que efetivamente estão ligados a atividades agropecuárias ou agrícolas de qualquer porte. O objetivo é oferecer incentivos para essas atividades e condições para o desenvolvimento econômico e social local.

No final de 2007, a distribuidora de energia iniciou um processo de recadastramento de seus clientes localizados em áreas rurais.

Solicitou e recolheu documentos para comprovação de conformidade na classificação rural. A medida, garantida por resolução da agência reguladora do setor elétrico – a Aneel, irá contribuir para que tarifas mais justas sejam aplicadas também aos demais tipos de consumidores, garantindo o direito ao benefício para os consumidores rurais de eletricidade realmente produtivos.

Entre as ações que a CPFL Paulista implementa no campo destacam-se programas para expansão do acesso à energia elétrica, como é o caso “Luz para Todos”. Somente em sua área de concessão, 5.695 propriedades rurais receberam eletricidade, o que demandou a instalação de 8.674 postes e 1.758 transformadores gratuitamente na rede de distribuição rural. Ainda em regiões rurais, a concessionária de energia prevê a incorporação de 30 mil quilômetros de redes elétricas particulares, até 2011, passando a ser responsável pela manutenção da nova infra-estrutura e pelo fornecimento de energia aos seus antigos proprietários, favorecidos com o montante da venda dos ativos para a concessionária de energia e com o direito aos serviços prestados por ela como qualquer outro consumidor.

A zona rural atendida pela CPFL Paulista é um universo à parte. São 174.830 clientes distribuídos em 234 municípios do estado de São Paulo. Desse total, 49,7%, ou 86.913 são classificados como consumidores rurais de eletricidade conforme prevê a resolução normativa nº 456 da Aneel, que estabelece as condições gerais de fornecimento de energia elétrica e critérios para enquadramento nas tarifas especiais.

O desafio de identificar e classificar corretamente todos os clientes imprime mais justiça na relação entre a concessionária e seu mercado e sinaliza para a sociedade a seriedade de um trabalho que interfere diretamente no aumento da nossa produção agrícola, e mostra os resultados quando se age com responsabilidade social e preocupação com as comunidades que se relacionam com a empresa.

Fonte: Amleto Landucci Jr

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