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Carga de energia elétrica subiu 6,3% em dezembro, diz ONS

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 28 janeiro 2013 9:15

No acumulado de 2012, a alta no consumo foi de 4,2% em relação ao ano anterior. Temperaturas altas motivaram o aumento


A carga de energia no sistema elétrico nacional subiu 6,3% em dezembro de 2012, na comparação anual, para 62.801 megawatts (MW) médios. A carga de energia é a soma do consumo do período e das perdas do sistema elétrico. O aumento foi motivado por temperaturas acima das esperadas para essa época do ano, informou o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) no Boletim de Carga Mensal, disponível em seu website.

No acumulado de 2012, a alta no consumo foi de 4,2% em relação ao ano anterior. O ONS explicou que um dos fatores que estimulou a alta foi o avanço das temperaturas, que ficaram mais altas que o padrão. “Houve desconforto térmico extremamente elevado nos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste e Sul”, informou a nota.

O ONS ressaltou ainda a importância da “incorporação de novos aparelhos de refrigeração e ventilação para uso residencial e comercial, como resultado da melhoria de renda e da política de desoneração fiscal, tem feito com que a carga fique ainda mais sensível às oscilações de temperatura e sensação térmica”, segundo o ONS.

A carga no Sudeste/Centro-Oeste subiu 7% ante dezembro de 2011. No Sul, o aumento foi de 6,4% e no Nordeste a alta foi de 7,9% em dezembro. Já o Norte registrou queda de 3,4% no consumo no período, diante principalmente da redução da carga de energia de dois grandes consumidores industriais, dos setores de alumínio e níquel. Além disso, no início de dezembro a ocorrência de chuvas no interior do Pará levou à redução da carga de refrigeração na região.

Reservatórios – Segundo o ONS, os reservatórios das usinas das regiões Sudeste e Centro-Oeste continuam o movimento de recuperação verificado na semana passada e acumulam variação positiva de 4,5 pontos porcentuais em janeiro. De acordo com informações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), os reservatórios nestas duas regiões estavam no domingo com 33,3% da capacidade total – 0,5 ponto porcentual acima dos 32,8% do dia anterior e 4,5 pontos porcentuais superior aos 28,8% de 31 de dezembro de 2012.

A melhora do volume de água armazenado por essas hidrelétricas é uma boa notícia para o setor elétrico brasileiro, já que as usinas do Sudeste e Centro-Oeste concentram aproximadamente 70% da capacidade de armazenamento do país.

Apesar dos sinais claros de melhora, a situação ainda requer cuidados por parte do governo federal. Isso porque o nível dos reservatórios no subsistema Sudeste/Centro-Oeste ainda está apenas 9,8% acima da curva de aversão ao risco (CAR), que é o patamar mínimo de armazenamento para o atendimento da demanda do mercado com segurança. Além disso, em função do nível de chuvas verificado nas últimas semanas, o ONS reviu para baixo a sua expectativa para os reservatórios das duas regiões ao final deste mês. Hoje, a previsão é de que o volume de água armazenado fique em 36,9% da capacidade na última semana de janeiro, ante a estimativa anterior de 39,1%.

No Nordeste, os reservatórios ainda encontram-se muito abaixo do esperado para esta época do ano. De acordo com o ONS, o nível de armazenamento está, hoje, em 29,8% do total  - 0,1 ponto porcentual acima dos 29,9% do dia anterior e 2,4 pontos porcentuais abaixo dos 32,2% apurados em 31 de dezembro. No Sul, os reservatórios estavam ontem em 48,9% da capacidade total, 0,5 ponto porcentual acima do patamar de 19 de janeiro e 12,4 pontos porcentuais superior aos 36,5% apurados em 31 de dezembro do ano passado.

Diante desse cenário, o ONS continuará despachando as termelétricas para garantir o abastecimento de energia ao sistema e ajudar a recuperação do nível dos reservatórios. Até o dia 25 de janeiro, a previsão do operador é de uma geração térmica em torno de 13,8 mil MW médios, dos quais 3,6 mil MW médios fora da ordem de mérito (do menor custo de geração para o maior). Esse volume é ligeiramente inferior ao montante programado para a semana passada, que foi de 14,1 mil MW médios, sendo 3,7 mil MW fora da ordem de mérito – vale lembrar que a térmica a gás natural AES Uruguaiana (RS) ainda não retomou a sua operação comercial.

A carga no Sudeste/Centro-Oeste subiu 7% ante dezembro de 2011. No Sul, o aumento foi de 6,4% e no Nordeste a alta foi de 7,9% em dezembro. Já o Norte registrou queda de 3,4% no consumo no período, diante principalmente da redução da carga de energia de dois grandes consumidores industriais, dos setores de alumínio e níquel. Além disso, no início de dezembro a ocorrência de chuvas no interior do Pará levou à redução da carga de refrigeração na região.
Reservatórios – Segundo o ONS, os reservatórios das usinas das regiões Sudeste e Centro-Oeste continuam o movimento de recuperação verificado na semana passada e acumulam variação positiva de 4,5 pontos porcentuais em janeiro. De acordo com informações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), os reservatórios nestas duas regiões estavam no domingo com 33,3% da capacidade total – 0,5 ponto porcentual acima dos 32,8% do dia anterior e 4,5 pontos porcentuais superior aos 28,8% de 31 de dezembro de 2012.
A melhora do volume de água armazenado por essas hidrelétricas é uma boa notícia para o setor elétrico brasileiro, já que as usinas do Sudeste e Centro-Oeste concentram aproximadamente 70% da capacidade de armazenamento do país.
Apesar dos sinais claros de melhora, a situação ainda requer cuidados por parte do governo federal. Isso porque o nível dos reservatórios no subsistema Sudeste/Centro-Oeste ainda está apenas 9,8% acima da curva de aversão ao risco (CAR), que é o patamar mínimo de armazenamento para o atendimento da demanda do mercado com segurança. Além disso, em função do nível de chuvas verificado nas últimas semanas, o ONS reviu para baixo a sua expectativa para os reservatórios das duas regiões ao final deste mês. Hoje, a previsão é de que o volume de água armazenado fique em 36,9% da capacidade na última semana de janeiro, ante a estimativa anterior de 39,1%.
No Nordeste, os reservatórios ainda encontram-se muito abaixo do esperado para esta época do ano. De acordo com o ONS, o nível de armazenamento está, hoje, em 29,8% do total  - 0,1 ponto porcentual acima dos 29,9% do dia anterior e 2,4 pontos porcentuais abaixo dos 32,2% apurados em 31 de dezembro. No Sul, os reservatórios estavam ontem em 48,9% da capacidade total, 0,5 ponto porcentual acima do patamar de 19 de janeiro e 12,4 pontos porcentuais superior aos 36,5% apurados em 31 de dezembro do ano passado.
Diante desse cenário, o ONS continuará despachando as termelétricas para garantir o abastecimento de energia ao sistema e ajudar a recuperação do nível dos reservatórios. Até o dia 25 de janeiro, a previsão do operador é de uma geração térmica em torno de 13,8 mil MW médios, dos quais 3,6 mil MW médios fora da ordem de mérito (do menor custo de geração para o maior). Esse volume é ligeiramente inferior ao montante programado para a semana passada, que foi de 14,1 mil MW médios, sendo 3,7 mil MW fora da ordem de mérito – vale lembrar que a térmica a gás natural AES Uruguaiana (RS) ainda não retomou a sua operação comercial.

Fonte: Veja



Aneel votará revisão de tarifas que permite redução na conta de luz

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 21 janeiro 2013 16:06

Votação deverá ocorrer ainda em janeiro, segundo o diretor da agência Nelson Hubner – e redução entrará em vigor, segundo o cronograma, em 5 de fevereiro

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) votará até o fim deste mês a revisão extraordinária das tarifas das distribuidoras que levará a uma redução média de 20% das contas de energia, disse nesta segunda-feira o diretor-geral da agência, Nelson Hubner.

Assim, segundo ele, a redução das tarifas entrará em vigor em 5 de fevereiro, como está previsto no cronograma oficial da Aneel. O corte ocorrerá por meio da exclusão de encargos setoriais, aportes do Tesouro Nacional e diminuição da remuneração de ativos de geração e transmissão que terão suas concessões renovadas antecipadamente.

Segundo Hubner, a divisão das cotas de energia das usinas renovadas já foi calculada pela Aneel, mas será aprovada junto com a revisão extraordinária das tarifas. No cronograma inicial, a homologação dessas cotas ocorreria até o próximo dia 20. “Mas faremos tudo junto”, disse Hubner, referindo-se à revisão das tarifas.

Para alcançar os 20% de redução tarifária, o Tesouro ainda terá de fazer aportes adicionais, além dos 3,3 bilhões de reais anuais previstos inicialmente. Isso ocorrerá para compensar a não adesão das usinas de empresas como Cemig, Cesp e Copel ao processo de renovação.

Dilma sanciona lei – A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta segunda-feira, com seis vetos, o projeto de lei de conversão à Medida Provisória 579, que dispõe sobre as concessões de energia elétrica e reduz os encargos setoriais para permitir energia mais barata ao consumidor. De acordo com o texto, publicado no Diário Oficial da União, as concessões de energia elétrica poderão ser prorrogadas uma única vez, a critério do poder concedente, pelo prazo de até 30 anos.

Fonte: Veja



Usinas pagam recorde de R$ 2,2 bi em royalties

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 7 janeiro 2013 9:30

O montante arrecadado com compensação financeira cobrada das usinas hidrelétricas pelo uso da água na geração de energia aumentou 10% em 2012 em relação ao ano anterior e atingiu o patamar recorde de R$ 2,205 bilhões. Segundo relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foram arrecadados R$ 2,005 bilhões em royalties em 2011. Os recursos são divididos entre Estados, município e União.

Com exceção da usina Itaipu (PR), o pagamento pelo uso da água é feito pela Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos (CFURH). Os valores apurados pela Aneel variam de acordo com o montante de energia gerada ao longo do mês e a tarifa de referência.

Embora a arrecadação tenha sido ampliada em R$ 200 milhões e o número de empresas pagadoras tenha crescido de 93 para 95, o volume energia produzida caiu de 357.619.056 MWh para 354.686.826 MWh, entre 2011 e 2012. Os cálculos consideram o comportamento de 177 hidrelétricas e 187 reservatórios que alimentam os cofres de 696 municípios de 21 Estados e o Distrito Federal. (mais…)

Governo poderá poupar R$ 300 milhões com a conta de luz

Postado por: admin | Eletricidade | sexta-feira 4 janeiro 2013 13:33

Segundo o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, cálculo mostra a economia que será feita somente pela administração direta do governo federal

Palácio do Planalto no amanhecer em Brasília, no dia das eleições em todo o país

O governo federal calcula que vai economizar 300 milhões de reais por ano com a redução da conta de luz que entra em vigor este ano. Segundo o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, essa é a economia que será feita somente pela administração direta do governo federal.

A redução de gastos, disse o secretário, será muito maior levando em consideração a economia que será feita por estados, municípios e empresas estatais, principalmente as companhias de fornecimento de água. “O Tesouro Nacional não vai ter prejuízo”, garantiu. O governo vai usar o dinheiro que recebe anualmente de Itaipu para garantir a redução de 16,7%, em média, da conta de luz no ano. Isso terá de ser feito por conta da desistência de três companhias (Cesp, de São Paulo; Cemig, de Minas Gerais; e Copel, do Paraná), que não aceitaram renovar as concessões dentro das regras fixadas pelo Palácio do Planalto.

Mas Augustin ponderou que, por outro lado, gastará menos com as indenizações pelos investimentos já feitos. “Tem um efeito nos dois lados. Vamos gastar menos de indenizações e vamos ter de auxiliar mais no fluxo para reduzir o custo da energia. Uma coisa acaba compensando a outra”, afirmou.

Para ele, mesmo com a desistência das elétricas de Minas Gerais, São Paulo e Paraná, o modelo proposto pelo Planalto para renovar as concessões do setor e reduzir o custo da energia produzida no país “deu certo” e será uma das mais importantes medidas adotadas pelo governo para estimular a competitividade e o crescimento do Brasil. “A desistência é opção das empresas, que respeitamos, mas estava nos planos desde sempre”, admitiu.

Os 4 bilhões de reais pagos anualmente por Itaipu serão utilizados para cobrir a diferença entre o corte do valor da energia obtido com a renovação dos contratos de concessão, que ficou em 16,7%, e a taxa prometida pela presidente Dilma Rousseff.

Fonte: Veja