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CCEE quer lançar índice de preços de energia em 2014

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 17 dezembro 2012 9:00

Atualmente, o mercado livre já conta com dois índices de preços, sendo um da plataforma de negociação Brix e outro da BBCE

Por Estadão Conteúdo


A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) planeja lançar em 2014 seu índice de preços da energia negociada no mercado livre. “Hoje, temos a convicção de que há uma assimetria de informações nesse mercado”, afirmou o presidente do conselho de administração da CCEE, Luiz Eduardo Barata, em evento da entidade.

Diferentemente do mercado cativo, no qual todos os preços dos contratos são públicos, os agentes do mercado livre não eram obrigados a disponibilizar os valores envolvidos em seus contratos até pouco tempo atrás. “Por força da regulação, os agentes só eram obrigados a registrar os volumes e os prazos dos contratos”, explicou.

Com o advento da portaria nº 455/12, de autoria do Ministério de Minas e Energia (MME), essa situação mudou. Isso porque a portaria estabelece que os agentes do mercado livre abram os preços dos seus contratos para a CCEE, que consolidará essas informações em um índice de preços com vistas a promover uma maior transparência nesse ambiente de contratação.

Dificuldades - Apesar de a portaria ter sido publicada em agosto deste ano, Barata explicou que a CCEE ainda não tem condições operacionais para registrar os preços dos contratos. Mas isso será viável a partir de julho de 2013, quando a CCEE deverá lançar a versão 2.0 do seu novo sistema de contabilização dos contratos, o CliqCCEE.

Em paralelo a isso, o executivo comentou que a CCEE já vem trabalhando junto a duas consultorias com o objetivo de criar uma metodologia de análise dos dados, visando a formação do índice. “Obviamente que não colocaremos todas as informações em um preço só. Teremos o índice para os contratos mensais, outro para o de três meses e por aí adiante”, disse. A expectativa é de que um desses indicadores seja divulgado em 2014.

Atualmente, o mercado livre já conta com dois índices de preços, sendo um da plataforma de negociação Brix e outro da BBCE. Contudo, o entendimento da CCEE é de que os indicadores das duas empresas ainda não refletem totalmente a realidade do mercado, tendo em vista que são gerados a partir dos negócios fechados dentro das duas plataformas. Como todos os contratos de energia são liquidados na CCEE, a qualidade de informação do seu índice seria superior na visão da entidade.

Fonte: Veja

Senado aprova intervenção no setor elétrico

Postado por: admin | Eletricidade | sexta-feira 14 dezembro 2012 8:41

Após aprovação da Câmara, na última semana, medida provisória agora segue para sanção da presidente Dilma Rousseff

Por Marcela Mattos


O Senado aprovou, nesta quinta-feira, o Projeto de Lei de Conversão 29/2012, decorrente da Medida Provisória 577/2012, que trata da intervenção da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em distribuidoras em casos de dificuldades no fornecimento. Conforme explicou o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), ao justificar o voto positivo, a medida é importante “para assegurar a continuidade do serviço caso as empresas se vejam na iminência de cessar as suas atividades”.

Depois da aprovação da Câmara, na última semana, e agora do Senado, o texto segue para sanção presidencial.

De relatoria do senador Romero Jucá (PMDB-RR), além da intervenção, a proposta defende que a União pode prestar, temporariamente, serviço em caso de extinção da concessão por falência da empresa ou por caducidade (vencimento antecipado). Já se for constatada má prestação de serviço, a concessionária terá até 60 dias para apresentar um plano de reparar e corrigir os problemas.

O texto foi aprovado na Câmara dos Deputados em 4 de dezembro. Nesta ocasião, os parlamentares incluíram diversas emendas sem qualquer relação com a energia elétrica. Entre as mudanças, está o aumento de 85 mil reais para 100 mil reais do limite dos custos dos imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida e a prorrogação de 2014 para 2015 do prazo de isenção do Imposto sobre Produtos Importados (IPI) para taxistas e pessoas com deficiência.

Embora tenha sido favorável ao texto, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) criticou a existência de assuntos desconexos. “Apesar disso, não há obstrução. A matéria (conteúdo) tem o apoio daquilo que é primordial”, disse.

Histórico — A medida publicada em agosto já foi utilizada no processo de intervenção do governo em oito empresas do Grupo Rede Energia, altamente endividado e em dificuldades para manter o serviço.

Fonte: Veja

Energia eólica domina em pesquisa energética

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 3 dezembro 2012 15:47

Rio de Janeiro – Em franca expansão no país, a energia eólica (a partir dos ventos) continua monopolizando os leilões de energia que estão sendo realizados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

Segundo dados empresa, dos 525 habilitados a participar do Leilão de Energia Nova A-5 de 2012, que será feito no próximo dia 14 de dezembro, 484 são empreendimentos que preveem a geração de energia elétrica a partir dos ventos.

O Leilão A-5 objetiva suprir a demanda projetada das empresas distribuidoras para o ano de 2017. Os 525 projetos com habilitação técnica para participar da licitação envolvem a geração de 14.181 megawatts (MW) .

Segundo a EPE, a fonte eólica apresenta o maior número de usinas habilitadas para licitação, com 484 empreendimento e sítios de geração por meio dos ventos, com capacidade total de 11.879 MW. Entre os empreendimentos habilitados tecnicamente estão ainda usinas hidrelétricas, pequenas centrais hidrelétricas (até 30 MW) e termelétricas movidas a gás natural e à biomassa.

As térmicas a gás são, segundo a EPE, plantas já existentes que estão em processo de fechamento de ciclo. Na visão do presidente da empresa, Mauricio Tolmasquim, o resultado da habilitação técnica demonstra a garantia da expansão da geração no setor elétrico brasileiro, mesmo para os que receavam que a Medida Provisória 579 pudesse frear o interesse dos investidores. “Esses leilões são muito seguros para o investidor, que vê como principais atrativos os contratos de longo prazo e a facilidade de acesso a financiamento”, diz.

A segunda fonte em empreendimentos habilitados é a hidrelétrica, com sete projetos e capacidade de geração de 988 MW; seguida da energia gerada a partir da biomassa (bagaço da cana-de-açúcar), com 583 MW; térmicas a gás natural, com 368 MW de geração; e as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), com 363 MW.

Fonte: info