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Minha Casa, Minha Vida: programa poderá ter energia fotovoltaica

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 24 setembro 2012 15:41

Publicado por Joiris Manoela Dachery

O Ministério das Cidades irá avaliar a possibilidade de instalação de sistemas de energia solar fotovoltaica dentro dos empreendimentos e residências do Programa Minha Casa, Minha Vida. A análise leva em consideração que o programa, em sua normatização, possibilita o uso de energia solar no aquecimento de água. A recomendação foi publicada pelo Conselho das Cidades no Diário Oficial da União em 11 de setembro.

Segundo a publicação, as instalações devem ser conectadas ao sistema de abastecimento de energia elétrica alternativa ou complementarmente ao sistema de aquecimento solar. A publicação considera que em muitos municípios brasileiros a temperatura média é alta, com incidência solar significativamente elevada e com alto rendimento fotovoltaico.

Além disso, o ministério expõe que o custo da energia elétrica pago pelos beneficiários incide de forma expressiva em seus gastos fixos e que a adoção do sistema de energia solar fotovoltaica poderá diminuir significativamente estes custos.

Fonte: Jornal da Energia

Fonte: Energia Renovável



Fontes de Energia Alternativa: Fontes renováveis

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 17 setembro 2012 16:25

Devida a preocupação com o meio-ambiente, as pessoas e os governantes estão cada vez mais preocupados com o tipo de energia que vão usar em suas empresas. Com tantos poluentes sendo emitidos o tempo inteiro, ao menos pelos países mais industrializados, sofre o mundo todo com isso e o jeito é ir em busca de alternativas que ajudem a resolver este sério problema.

Ar polúido afeta e muito a qualidade de vida das pessoas, uma vez que gera uma série de problemas respiratórios. E infelizmente ou se tomam medidas urgentes ou vamos ter que aprender a conviver com danos de uma natureza arruinada com tantas ações nocivas.

Isso porque as energias sujas como é o caso do petróleo quando queimadas lançam gases poluentes na atmosfera que são capazes de causar danos a vários ciclos naturais. Sem contar os plásticos que quando lançados na natureza causam estragos, as garrafas pet que também são outras mazelas ambientais e por aí vai.

É por isso que hoje nunca se falou tanto em energias limpas como é o caso da energia solar que não emite nenhum tipo de radiação e sem contar que possui a mesma utilidade para as empresas assim como o bom, velho e caro petróleo.

No Brasil a principal fonte de energia elétrica é a produzida a partir de usinas hidrelétricas. Em regiões rurais e mais distantes das hidrelétricas centrais, têm-se usado energia produzida em usinas termoelétricas e em pequena escala, a energia elétrica gerada da energia eólica.

Porém existem outros tipos de fonte para energia elétrica, as fontes alternativas ou fontes renováveis são aquelas obtidas de fontes naturais capazes de se regenerar, portanto são inesgotáveis, o contrário das hidrelétricas que usam água como fonte. Caso seja um empresário, opte pelas fontes alternativas de energia e contribua com a formação de um meio ambiente mais saudável, sustentável e renovável. Veja quais são as fontes alternativas de energia: (mais…)

Brasil pode produzir 40% mais energia alternativa

Postado por: admin | Eletricidade | quarta-feira 12 setembro 2012 15:35

Por Débora Spitzcovsky, de Planeta Sustentável

São Paulo – Dados do Balanço Energético Nacional 2012 revelam que a energia hídrica representa mais de 81% da matriz elétrica brasileira. Mas será que essa dependência das grandes usinas hidrelétricas é realmente necessária para suprir a demanda da população por eletricidade? O novo estudo Além de grandes hidrelétricas: políticas para fontes renováveis de energia elétrica no Brasil, do WWF-Brasil, aponta que não.

Segundo a publicação, o país já tem capacidade para aumentar em, pelo menos, 40% a produção de eletricidade a partir de fontes renováveis alternativas – sobretudo se investir na geração de energia eólica, de biomassa e nas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs).

No caso da eletricidade gerada a partir do vento, por exemplo, o estudo revela que o Brasil é capaz de produzir 300 milhões de kW por ano. Atualmente, no entanto, não produz nem a metade, gerando cerca de 114 milhões de kW anualmente.

A energia solar também não fica atrás no quesito potencial. De acordo com a publicação do WWF, se o lago de Itaipu fosse totalmente coberto com painéis fotovoltaicos, por exemplo, seria possível produzir, anualmente, 183 milhões kW, o que representa o dobro de toda a energia elétrica produzida pela usina de Itaipu em 2011.

E mais: segundo o estudo, o país sinaliza para uma tendência de queda nos preços das fontes renováveis alternativas nos próximos 10 a 15 anos – enquanto o valor da produção de eletricidade nas usinas hidrelétricas seguirá o caminho oposto, de aumento -, transformando-as interessantes, também, do ponto de vista econômico.

No entanto, para que o Brasil realmente consiga atingir todo o potencial que possui na geração de energia a partir de fontes renováveis alternativas, é preciso vontade política. Isso porque a criação de novos subsídios ou, ainda, o redirecionamento dos subsídios já existentes – que atualmente são voltados para a viabilização da produção energética por fontes fósseis – é fundamental no processo de transição para uma matriz elétrica menos dependente das usinas hidrelétricas.

“A conclusão do estudo é clara: o potencial das fontes renováveis alternativas é imenso e pouco aproveitado. Havendo vontade política, o governo brasileiro tem como promover as ações sugeridas no documento e, assim, atender a uma significativa parte das demandas de eletricidade do país a partir de fontes limpas e de baixo impacto ambiental”, diz Carlos Rittl, coordenador do Programa Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil.

Confira a publicação Além de grandes hidrelétricas: políticas para fontes renováveis de energia elétrica no Brasil, na versão para tomadores de decisão.

Fonte: Info Abril



Energia solar deve abastecer rede de clientes em Campinas a partir de 2013

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 3 setembro 2012 9:35

Projeto avaliado em R$ 13,8 milhões reúne três docentes da Unicamp.
Sistema beneficia meio ambiente, mas instalação apresenta preço ’salgado’.

Fernando Pacífico

A energia fotovoltaica, obtida através da conversão direta da luz solar em eletricidade, deve integrar a rede de abastecimento dos clientes de Campinas (SP) a partir de 2013. Um dos 18 projetos aprovados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), para diversificação da matriz energética no país, é desenvolvido pela Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), com auxílio de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e empresas spin-offs – que derivaram da própria instituição.

O professor Ennio Peres, do Instituto de Física Gleb Wataghin, explica que 1 megawatt (MW) será produzido em uma usina a ser instalada na subestação Tanquinho, que pertence à concessionária. Além disso, outros 75 quilowatts (kW) terão origem na universidade. O projeto é pioneiro no estado de São Paulo.

“A inauguração está prevista para o mês de novembro e o início de funcionamento, que é a injeção de eletricidade na rede, para o mês de janeiro. A produção da usina é suficiente para abastecer pelo menos 650 clientes, cujo consumo médio é de 200 kWh / mês”, explica o pesquisador. Os projetos aprovados pela Aneel, na ‘Chamada 13′, devem gerar 25 MW de energia, valor quatro vezes superior à produção nacional atual desta fonte, com capacidade para abastecer pelo menos 16,5 mil clientes.

Peres salienta que o olhar mais atento do governo federal para a ampliação da tecnologia deve trazer benefícios aos consumidores a longo prazo. “Por enquanto, o ideal é que os clientes não vejam diferença em suas residências, pois a energia deve ser injetada com qualidade necessária para não perturbar o fornecimento. Além disso, determinar quanto de fato será produzido e como isso variará durante o dia também é um dos objetivos”, diz o pesquisador. O projeto da CPFL tem investimento de R$ 13,8 milhões.

Como funciona?

Compostos por estruturas chamadas células solares, os painéis fotovoltaicos têm a propriedade de criar uma diferença de potencial elétrico entre os terminais por ação da luz. Ela faz com que as células absorvam a energia solar e façam a corrente elétrica fluir entre duas camadas com cargas opostas, como uma bateria.

“A Aneel permite que as residências utilizem painéis fotovoltaicos e se conectarem à rede, usando e eventualmente fornecendo a energia elétrica produzida durante o dia e retirando eletricidade da rede durante a noite”, explica Peres

Benefícios x ‘preço salgado’

O pesquisador da Unicamp valoriza os benefícios ambientais atrelados ao uso da energia fotovoltaica, como a não emissão de gás carbônico ou comprometimento de áreas alagadas pela construção de hidrelétricas. Entretanto, admite que a popularização das instalações deve ocorrer a longo prazo.

“Um estudo da Empresa de Planejamento Energético mostra que há viabilidade em vários estados, mas é necessário um investimento de quase R$ 40 mil”, explica Peres, antes de fazer uma recomendação aos clientes que desejam economizar. “O mais prático hoje é o consumidor instalar um coletor solar de aquecimento de água, que pode economizar de 25 a 50% de sua conta de luz, com um investimento inferior a R$ 2 mil”.

Créditos de carbono e uso mundial

Ao considerar que a implantação do sistema fotovoltaico pode ser usado em negociações de créditos de carbono pelos países, Peres ressalta a entrada da China no mercado e entende que a valorização pode ser maior, caso a energia nuclear seja deixada de lado.

“O uso cresceu muito em vários países nos últimos anos, principalmente na Espanha e EUA. Por conta da crise, o crescimento foi refreado. Outro ponto importante é a energia nuclear. Se os países desistirem como a Alemanha fez, e o Japão diz que fará, então novo impulso será dado às energias renováveis”, avalia o pesquisador.

Fonte: G1