Produtos - Conheça toda nossa linha.
 
Serviços - Confiança e credibilidade.
 

Leds ou halógenas?

Postado por: admin | Eletricidade | sexta-feira 31 agosto 2012 16:02

Autoria: Leandro de Barros

O mercado de iluminação e, mais especificamente o de lâmpadas, passa por momentos de transição e muitas novidades. A busca contínua por eficiência tem gerado o desenvolvimento de novas tecnologias e provocado a substituição de fontes de luz consideradas ineficientes por outras universalmente reconhecidas como eficientes. Dessa forma, os profissionais do mercado se deparam com novidades muito interessantes, entretanto, devem entender e discernir as novas tecnologias para identificar suas aplicações de forma adequada.

Entre as novidades do mercado estão os já conhecidos Leds. Desejados e vistos por muitos como o futuro da iluminação, não faltam questionamentos sobre sua aplicabilidade e características. Será que todos nós vamos usar os Leds em nossas casas? Será que eles estão acabando com as lâmpadas? Afinal, os Leds, como fonte de luz, vieram para quê e para quem? Em que caso é possível usá-los?

Em primeiro lugar, é importante que se entenda o que é o Led. O Light Emiting Diode (Diodo emissor de luz – Led) – como seu nome já diz – é um diodo, ou seja, um semicondutor em estado sólido que converte energia elétrica diretamente em luz. Portanto, não é uma lâmpada. Ele não veio com o objetivo de fazer substituição de lâmpadas, mas para ser mais uma opção de fonte de luz em diversas aplicações.

Os Leds oferecem opções decorativas difíceis de serem alcançadas por outras fontes de iluminação. São ecologicamente corretos, eficientes e deixam muitos maravilhados com seus efeitos, entretanto, muitas melhorias nesta tecnologia ainda estão por vir. O que a maioria ignora é a existência de diversas categorias de Led. O mercado já dispõe de Leds para balizamento, decorativos e de alto brilho, entre outras subcategorias. Cada uma delas tem suas aplicações específicas.

O profissional de iluminação deve estar ciente sobre a vasta gama de tecnologia para escolher aquela que mais se adéqua à sua necessidade. Para aplicar qualquer fonte de luz, deve ter em mente o que vai iluminar e o efeito que deseja ter. Neste campo é que surgem as dúvidas sobre em que circunstâncias é mais aconselhável usar os Leds ou as lâmpadas halógenas, por exemplo.

As halógenas (dicróica, PAR, AR, Palito, Mini JC, G9) têm IRC de 100. Isso significa que, em diversas aplicações em que a fidelização das cores é importante, essa característica pode fazer toda a diferença. As lâmpadas dicróicas, especificamente, possuem um brilho característico que, dependendo do efeito que se deseja fazer no ambiente, será um fator importante a ser considerado. Entretanto, muitos profissionais são receosos com as halógenas devido ao elevado consumo de energia e grande percepção de calor emitido.

Os Leds são procurados pela sua eficiência, baixo consumo, grande durabilidade e opções decorativas. Entretanto, os Leds de alto brilho ou “Hi Power” têm IRC em torno de 70 a 80. Possuem baixa potência, ou seja, reduzido consumo de energia e são encontrados em formatos que visam ser semelhantes às dicróicas e PAR tradicionais. Esses Leds geralmente possuem de 70% a 80% da intensidade de luz das lâmpadas halógenas tradicionais. (mais…)

Capa recarrega o tablet com energia solar

Postado por: admin | Eletricidade | sexta-feira 24 agosto 2012 16:56

Por Vanessa Daraya

São Paulo – A empresa americana Voltaic Systems criou o Spark Tablet Case, um case para tablets com um sistema gerador de energia solar acoplado. Assim, o dispositivo portátil pode ser recarregado sem precisar de energia elétrica.

O Spark Tablet Case tem quatro painéis fotovoltaicos em sua parte externa. Eles produzem até oito watts de potência. Portanto, são os responsáveis por captar energia solar para recarregar o tablet.

O fabricante garante também que é possível carregar outros gadgets com a capa, como celulares, iPods e câmeras fotográficas. Segundo a Voltaic Systems, dez horas de incidência solar direta nesses painéis solares podem carregar um iPad. A bateria também pode ser carregada em qualquer saída USB.

Além disso, a capa é à prova d’água e tem almofadas para a proteção do equipamento. A parte interna contém bolsos e compartimentos forrados para manter o dispositivos bem protegido, mesmo quando não for necessário recarregar.

Outro ponto de destaque está na parte externa da capa. Ela é feita a partir de garrafas de refrigerante reutilizadas.

O case pode ficar entreaberto para que o usuário possa encaixar o tablet e trabalhar. Ao mesmo tempo, é possível colocar a capa em uma posição que seja possível captar a energia solar.

Fonte: Info Abril



Tomadas elétricas inteligentes acessam internet sem fios

Postado por: admin | Eletricidade | terça-feira 21 agosto 2012 16:00

Interruptores remotos

Você consegue imaginar uma situação na qual seja necessário acender seu abajur pela internet?

Talvez não, mas acender e apagar todas as luzes de sua casa quando você está fora, ou pré-aquecer o forno enquanto ainda está no supermercado comprando um congelado são situações mais perto do dia-a-dia.

E pode haver muitas mais, para as quais tudo o que você precisará é de uma tomada que entenda o novo protocolo da internet, o IPv6, onde você possa plugar o aparelho que deseja controlar à distância.

Se você vai ligar o abajur ou a máquina de lavar, tanto faz, basta plugar o aparelho desejado nessa tomada, e acessá-la pelo seu celular ou qualquer computador.

E a melhor notícia é que a tomada, que dá um outro sentido ao termo “plugar”, já está pronta.

Tomada elétrica sem fios

O protótipo da nova tomada foi construído por engenheiros do Instituto Fraunhofer, na Alemanha.

E com uma vantagem adicional: a tomada precisa dos fios da energia elétrica, mas, do ponto de vista da internet, ela é sem fios: a conexão é feita automaticamente pelo roteador.

Além das tomadas sem fios propriamente ditas, o sistema usa um dispositivo USB conectado ao roteador.

O usuário entra o comando para ligar ou desligar o aparelho através de um navegador web ou aplicativo Android. O roteador recebe o comando, endereça-o para o dispositivo USB, que se incumbe de conversar com a tomada de energia, tudo usando dados criptografados.

Esta função de comunicação de duas vias também permite que a tomada de energia sem fios envie dados para o usuário, informando a quantidade de energia que os aparelhos ligados a ela estão consumindo naquele momento.

“Qualquer eletrodoméstico plugado em uma dessas tomadas pode ser ligado ou desligado remotamente usando um aparelho compatível com o IPv6, como um smartphone ou um laptop, de qualquer lugar,” diz o Dr. Gunter Hildebrandt, coordenador do projeto. (mais…)

Japoneses criam material elástico condutor de eletricidade

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 13 agosto 2012 15:55

Cientistas japoneses afirmaram ter desenvolvido um material elástico que conduz eletricidade, uma descoberta que pode ser usada para fabricar aparelhos que esticam e expandem.

O material, descrito por Tsuyoshi Sekitani, da Universidade de Tóquio, no jornal Science, pode ser usado em superfícies curvas ou mesmo em partes móveis, afirmaram.

A equipe de Sekitani desenvolveu o material usando nanotubos de carbono, uma longa cadeia de moléculas de carbono que conduz eletricidade.

Eles misturaram à esse matéria polímeros elásticos para formar o material básico. A seguir, conectaram uma série de pequenos transistores ao material e o colocaram sob teste.

Eles esticaram uma lâmina do material para aproximadamente o dobro do seu tamanho original e a colocaram de volta em seu tamanho, sem prejudicar os transistores ou as propriedades condutoras do material.

O condutor elástico permitirá que circuitos eletrônicos sejam montados em locais que no momento são impossíveis, incluindo “superfícies curvas e partes móveis, como as juntas no braço de um robô”, escreveram Sekitani e seu colegas.

Anteriormente nesta semana, uma equipe nos Estados Unidos anunciou o desenvolvimento de um material que permitiu usar materiais eletrônicos padrão para montar o olho de uma câmera eletrônica com base no formato de um olho humano.

Esse dispositivo pode ser a base para o desenvolvimento de um implante ocular artificial.

John Rogers, da Universidade de Illinois, que escreveu sobre a câmera ocular na revista Nature, afirmou que o desenvolvimento de materiais que podem ser moldados em superfícies curvas possibilitarão o surgimento de uma nova classe de aparelhos eletrônicos que podem ser usados para melhor interagir com o corpo humano, como aparelhos para monitoramento cerebral.

Fonte: Universitário



Dilma decide renovar concessões do setor elétrico

Postado por: admin | Eletricidade | quarta-feira 8 agosto 2012 16:42

Presidente discute agora com a Fazenda o porcentual de desconto de encargos e a ampliação do benefício a todos os brasileiros, e não somente à indústria

Ana Clara Costa e Naiara Infante Bertão

A presidente Dilma Rousseff já decidiu que vai renovar todas as concessões do setor elétrico que começam a vencer em 2015. A despeito da forte pressão da indústria – liderada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) – para que haja novas licitações, ela está decidida a não voltar atrás em sua resolução, afirmam fontes ligados ao governo ouvidas pelo site de VEJA. Ela está agora em fase final de discussão sobre o porcentual de redução das tarifas de energia e quem será favorecido pela medida – se alguns setores ou todos os brasileiros. A discussão esbarra, no entanto, no limite de comprometimento fiscal do próprio governo.

O principal argumento de Dilma é que os cálculos feitos pela assessoria econômica do Ministério de Minas e Energia (MME) apontam que o Palácio do Planalto conseguirá reduzir as tarifas hoje cobradas pelas concessionárias do setor, especialmente as geradoras, sem necessitar de novas licitações. A renovação dos contratos dará conta desta tarefa, pois quem define os preços praticados no segmento é o próprio governo.

Além disso, com a manutenção das atuais concessionárias, o Planalto ficará livre da obrigação de pagar a indenização pela amortização dos ativos reversíveis ainda não-depreciados dessas empresas, conforme prevê a lei. E mais: a equipe de Minas e Energia não terá o trabalho de elaborar editais para os novos leilões e nem ensinar o bê-á-bá do funcionamento do setor às novas concessionárias ganhadoras das licitações.

Fontes ouvidas por VEJA afirmam que o governo da presidente Dilma não passa por seu melhor momento econômico e político. A visão da presidente é de que é necessário tocar questões urgentes, como estímulos econômicos para ajudar a economia brasileira a voltar a crescer com maior vigor e a redução do “custo Brasil”. “Dilma está enlouquecida e pondo todos doidos no governo para juntar medidas em pacotes para estimular a economia. Ela está vendo o PIB (Produto Interno Bruto) desacelerar e tem medo de que isso interfira em sua popularidade”, afirmou uma fonte ligada à indústria.

Planos – Conforme adiantado pelo redator-chefe de VEJA, Lauro Jardim, e detalhado pelo site, a presidente e sua equipe preparam três grandes pacotes que serão anunciados até o início de setembro: um de energia, que prevê redução de pelo menos 10% da conta paga pelos consumidores; um de infraestrutura, com abertura de novas concessões em todos os modais; e um de desonerações fiscais para mais setores, especialmente industriais.

A expectativa é que o pacote de energia seja anunciado ainda na próxima semana, entre terça e quinta-feira, após a reunião que Dilma fará com 30 empresários brasileiros, remarcada para 10 horas do dia 14 no Palácio do Planalto. Esse encontro estava agendado anteriormente para esta terça-feira (dia 7) e foi remarcado para dia 12. Porém, houve novo adiamento, desta vez para 14 de agosto. (mais…)

Consumo de energia cresceu 3,8% em junho

Postado por: admin | Eletricidade | quinta-feira 2 agosto 2012 14:40

Segundo relatório da EPE, expansão do varejo impulsionou aumento de demanda, mas atividade industrial não permitiu maiores ganhos

O consumo nacional de energia elétrica atingiu 36,507 mil gigawatts-hora (GWh) em junho, crescimento de 3,8% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com dados da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, divulgados nesta sexta-feira pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). No primeiro semestre, o consumo aumentou 4,2%, para 223,4 mil Gwh.

Segundo a EPE, em junho houve maior disponibilidade de crédito e oferta de emprego, o que impulsionou as vendas no varejo e a eletrificação das residências. Por outro, a fraca atividade observada nas principais atividades industriais, sobretudo nos segmentos eletrointensivos, não permitiu crescimento maio do consumo. O consumo do segmento industrial recuou 1,4% em junho ante o mesmo mês de 2011, para 15,165 mil GWh. Em 2012 até junho, o consumo industrial teve aumento de 1,4%, atingindo 91,346 mil GWh.

O consumo residencial no mês passado registrou aumento de 8,1% na comparação anual e ficou em 9,582 mil GWh. No primeiro semestre, o consumo cresceu 5% ante o mesmo período do ano passado, para 58,774 mil GWh. No segmento comercial, o avanço foi de 9,6%, chegando a 6,269 mil GWh. No semestre, alta de7,4%, para 39,704 mil Gwh.

(com Agência Estado)

Fonte: Veja Abril