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Brasil e Argentina criarão estatal para administrar hidrelétricas

Postado por: admin | Eletricidade | quarta-feira 22 fevereiro 2012 16:26

Brasil e Argentina irão criar uma empresa estatal para administrar as futuras hidrelétricas de Garabi e de Panambi, que serão construídas na fronteira entre os dois países. O modelo a ser adotado é o mesmo da hidrelétrica de Itaipu feita em parceria com o Paraguai.

A decisão foi anunciada dia 16 de fevereiro logo depois de reunião entre o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, e o ministro argentino da área, Julio de Vido, em Brasília.

Segundo Lobão, a licitação para o projeto executivo das usinas deverá ocorrer na Argentina entre os dias 7 e 8 de março. “Vamos fazer nos moldes de Itaipu, com os aperfeiçoamentos que forem necessários”. A potência de cada uma das usinas deverá ser de pouco mais de mil megawatts. As informações são da Agência Brasil.

(Redação – Agência IN)

Fonte: www.investimentosenoticias.com.br



Atmosfera Explosiva

Postado por: admin | NR - 10 | quarta-feira 8 fevereiro 2012 10:22

OS PÓS: LOBO EM PELE DE CORDEIRO

Não obstante os riscos à saúde do trabalhador, os ambientes industriais que envolvem o processamento, a armazenagem e o transporte de pós e granulados também apresentam riscos de explosão, com magnitude suficiente para causar a destruição total da instalação e, pior, ceifando vidas.

Os riscos à saúde

Nas áreas de recebimento, limpeza, secagem e armazenagem de grãos, como moegas, transportadores, máquinas de limpeza e silos, geralmente cobertas por poeiras, é necessário tomar cuidado quanto aos riscos químicos que elas podem provocar.

Os pós em suspensão no ambiente, dependendo de suas características físico-químicas, possuem potencial para causar diversos danos à saúde dos trabalhadores. Pela inalação e posterior deposição nos pulmões, podem desenvolver diversas doenças e até mesmo infecções.

A absorção dos pós pela pele pode desencadear alergias, ulcerações, dermatoses e outras doenças ocupacionais. A ingestão de pós pela água potável ou juntamente com os alimentos nas refeições pode levar a complicações no aparelho digestivo.

Nos espaços confinados existentes nessas unidades industriais – poços de elevadores, túneis subterrâneos de silos e armazéns – existe o risco de asfixia por gases provenientes de decomposição dos grãos, especialmente nos espaços que não apresentam boa ou nenhuma ventilação. Também há riscos ergonômicos, principalmente quando se trata de armazenagem de grãos ensacados, sendo os volumes transportados manualmente. O transporte manual de cargas implica riscos de agressões à coluna, como lombalgias, torções da coluna lombar, produção de hérnia de disco, dores e fadiga. Conforme a Lei n° 6.514, Art. 198: “É de 60 kg (sessenta quilogramas) o peso máximo que um empregado pode remover individualmente, ressalvadas as disposições especiais relativas ao trabalho do menor e da mulher”.

Outro risco existente em empresas armazenadoras, que tem causado acidentes fatais, é o soterramento de pessoas nas operações de limpeza das moegas, armazéns graneleiros ou silos, quando, por algum motivo, entra nestes locais apenas um funcionário para efetuar a manutenção necessária. Não é demais ressaltar que, no mínimo, dois funcionários devem participar da atividade, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) obrigatórios para a operação – cinto de segurança tipo pára-quedista e preso a um trava-quedas ou corda, além de capacete, máscara e calçados de segurança. Os acidentes ocorrem quando há movimentação do produto, soterrando rapidamente o funcionário e matando-o por asfixia.

Fonte: www.noticiasisabel.com.br



Consumo: alta de 3,6% em 2011

Postado por: admin | Eletricidade | quarta-feira 1 fevereiro 2012 7:55

Da Agência Ambiente Energia – O consumo de energia elétrica no Brasil cresceu 3,6% em 2011. De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), foram consumidos 430,1 mil gigawatts-hora (GWh) de eletricidade na rede, ano passado. A resenha mensal da EPE aponta que todas as classes apresentaram crescimento positivo, com destaque para os setores comercial (6,3%) e residencial (4,6%). Já a classe industrial apresentou crescimento mais modesto (2,3%), caracterizado por uma dinâmica diferenciada entre as regiões do país.

O consumo da classe comercial totalizou 73,5 mil GWh em 2011, influenciado pela queda do nível de desemprego. A indústria demonstrou recuperação da crise econômica de 2009 e consumiu 183,6 mil GWh em 2011. Já a demanda residencial fechou ano passado em 112 mil GWh, sobretudo pelas condições climáticas no segundo trimestre. Em dezembro foi registrada variação de 1,4% no consumo em relação a igual período em 2010, totalizando 36,4 mil GWh.

Fonte: www.ambienteenergia.com.br