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Postes usam movimento das pessoas para iluminação

Postado por: admin | Eletricidade | quarta-feira 23 novembro 2011 14:46

Batizada como Energyme, esta luminária é basicamente uma lâmpada de rua artisticamente concebida com LED. Mas, além do apelo estético, o mecanismo sustentável que alimenta a lâmpada é o fator que chama a atenção.

Os designers da Dido Studio, empresa de design industrial e interação com sede em Dallas (EUA), criaram um sistema onde as luminárias serão alimentadas pela energia cinética, que é uma das grandezas físicas básicas onipresentes em nossa vida cotidiana.

Sempre que se trata de tecnologia verde, as mais convencionais são as fontes eólica e solar. Estatisticamente falando, essas formas de energia contribuem para mais de 18% da geração total de eletricidade no mundo inteiro.

Isso não significa, necessariamente, que a tecnologia verde não possa evoluir e tornar outras fontes renováveis mais populares. Pensando nisso, a Dido Studio revelou seu plano para um mecanismo de iluminação sustentável, que tem o potencial de ultrapassar o âmbito aparentemente definido na tecnologia favorável ao meio ambiente.

Uma vez que a energia cinética é governada pela magnitude do movimento puro, não há margem para qualquer emissão de carbono ou poluição relacionada em todo o esquema. Assim, ela pode ser considerada (pelo menos do ponto de vista da física) como uma das mais “verdes” e limpas formas de energia disponíveis.

O lado inovador do projeto não é limitado apenas pelo uso de energia limpa, mas também relacionado à fonte de produção. A este respeito, os designers pensaram em um sistema coletivo autossustentável que envolve diretamente as pessoas utilizando os postes de rua.

A iluminação funciona da seguinte maneira: dispositivos elétricos da lâmpada também servem como instalações de exercício para as pessoas. Teoricamente, o procedimento de treino (pelo movimento da barra de mão) irá produzir a magnitude necessária de movimento (e, portanto, de energia cinética), que por sua vez será armazenada no interior do mecanismo de fixação e depois convertida em energia elétrica para o efeito final – que é iluminação. Assim, em termos mais simples, a energia “biológica” do ser humano (em termos de calorias) irá finalmente ser convertida em eletricidade limpa e verde. (mais…)

Negócios e pesquisa em energia eólica no Brasil

Postado por: admin | Eletricidade | quarta-feira 16 novembro 2011 13:33

Por Alexandre Street e Delberis Lima e Bruno Fânzeres – VALOR

No Brasil, as três principais fontes alternativas de energia elétrica são as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), a cogeração com biomassa derivada do bagaço da cana e a eólica, que há pouco ressurgiu com um forte papel. Elas são denominadas alternativas em relação às principais fontes convencionalmente utilizadas – as grandes usinas hidrelétricas e termelétricas.

Investir em fontes alternativas é positivo pois implica aumentar a diversidade da matriz energética brasileira. Ademais, tais fontes de energia também recebem o valioso sobrenome renovável, especialmente positivo por aproveitar os recursos naturais que podem ser renovados pela própria natureza no curto prazo.

Entre 2005 e 2010, foram realizados 14 leilões destinados à compra de contratos oriundos de novos empreendimentos de geração. Dos 18.500 megawatts médios (MWmed) negociados, 3.500 (19%) eram provenientes de fontes alternativas renováveis: 1% de PCHs, 9% de eólicas e 9% de biomassa da cana.

Criação de uma rede de pesquisa nacional é a principal arma para manter aberta atual janela de oportunidade

Contudo, esse montante contratado de energia eólica é proveniente sobretudo dos leilões realizados em 2009 e 2010, quando foram negociados 780 MWmed a um preço médio de R$ 148,39/MWh, e 1.160 MWmed, a R$ 130,86/MWh. Esse resultado positivo seguiu sendo observado nos leilões A-3 e de reserva deste ano, quando as eólicas surpreenderam o mercado movimentando quase 2.300 MWmed a um preço médio inferior a 100 R$/MWh.

Os dois principais fatores para o avanço significativo do interesse pela energia eólica são: 1) a crise mundial, que tornou o Brasil a válvula de escape dos fabricantes do mundo todo, aumentando o poder de negociação dos nossos investidores, o que faz o preço dos equipamentos caírem; e 2) recentes ajustes regulatórios, como incentivos fiscais e desenhos de contratos específicos para essa fonte, feitos para mitigar os riscos dos investidores.

Nos últimos três anos, contratos com cláusulas especiais foram utilizados a fim de mitigar o risco financeiro decorrente da grande incerteza e sazonalidade do insumo vento. Além disso, foi criada uma cláusula que trata da necessidade de comprar o montante contratado e não produzido ao preço de curto prazo, o temido preço de liquidação de diferenças (PLD).

Os geradores temem vender energia ao PLD, pois este é muito volátil, podendo chegar a valer até seis vezes o preço do contrato em tempos de crise, causando, nessas situações, uma grande perda financeira ao gerador que contratou de mais e produziu de menos. Por outro lado, na maior parte do tempo existe excesso de água nos reservatórios. Isso proporciona um PLD, que no Brasil é calculado como o custo de oportunidade do uso da água, muito baixo. Assim, vender energia sem um contrato, ao PLD, também não é boa ideia.

Dentre as mudanças realizadas no contrato padrão, o chamado contrato de quantidade, está a possibilidade de comprar a diferença entre o contratado e o produzido ao preço do próprio contrato. Todas esses ajustes acarretaram em um ambiente menos arriscado aos investidores e impulsionaram a viabilização dessa fonte no ambiente de contratação regulado (ACR), onde os geradores vendem contratos para as distribuidoras através de leilões. (mais…)

Bairro de cidade alemã gera 20% da energia consumida com luz solar

Postado por: admin | Eletricidade | quarta-feira 9 novembro 2011 10:21

Vauban, em Freiburg, foi planejado para abrigar imóveis de baixo consumo.
Casas funcionam como miniusinas de geração de energia elétrica.

Eduardo Carvalho
Do Globo Natureza, em Freiburg – o repórter viajou a convite do governo de Baden-Württemberg

Com casas construídas para reaproveitar a incidência de raios solares para a geração de aquecimento interno e energia elétrica, o bairro de Vauban, em Freiburg, na Alemanha, é considerado um exemplo do que se chama “viver com sustentabilidade”.

Com 2 mil moradias e 5 mil habitantes, a área de 410 mil metros quadrados abrigou uma antiga base militar pertencente à França, no período pós-Segunda Guerra Mundial, desativada três anos após a queda do Muro de Berlim, em 1989.

A necessidade de expansão imobiliária em Freiburg obrigou a prefeitura a utilizar o terreno que ficou vazio após a retirada das tropas. Com isso, surgiu o projeto Vauban, realizado pelo arquiteto Rolf Disch, conhecido internacionalmente, e que previa casas e prédios passivos, ou seja, com baixo consumo de energia elétrica.

O primeiro prédio com 20 apartamentos foi construído entre 1997 e 1998, mas o projeto só foi concluído em 2006, quando foi concluída a construção de 58 imóveis que funcionavam como miniusinas de geração de energia elétrica.

Segundo Hans-Georg Herr, consultor da empresa Freiburg Futour, que trabalha com planejamento urbano, cada imóvel foi construído com camadas de isolamento de 40 centímetros de espessura, além de janelas grandes com três filtros voltadas para a área com maior incidência solar.

“A intenção é que o calor gerado no interior da casa seja reaproveitado”, disse Herr. Ao menos 20% de toda a energia elétrica consumida pelos moradores de Vauban é proveniente de placas solares instaladas pelas moradias do bairro. (mais…)

Fios e Cabos!

Postado por: admin | Eletricidade | terça-feira 1 novembro 2011 15:27

Para muitos é um dilema na hora de decidir o que usar nas instalações elétricas, Fios ou Cabos???

A DIFERENÇA ENTRE UM FIO E UM CABO É A FLEXIBILIDADE.

Os fios são feitos de um único e espesso filamento, e por isso são rígidos.

Os cabos são feitos por diversos filamentos finos, o que lhes dá maleabilidade e facilita sua colocação dentro dos eletrodutos.

Devem ser usados os fios e cabos de cobre de alta condutividade, tipo anti-chamas, com revestimento termoplástico e nível de
isolamento para 750 V e 1000V, salvo indicação em contrario do projeto executivo de elétrica.

Cada fio ou cabo deve conter as seguintes informações gravadas de forma continua.

Cada fio ou cabo deve conter as seguintes informações gravadas de forma continua, bitola, isolação, temperatura, nome do fabricante.

Basicamente as características elétricas (capacidade de condução de corrente, resistência da isolação, etc.) dos cabos flexíveis são as mesmas dos fios rígidos.

A grande diferença é que os cabos flexíveis são melhores para a instalação devido ao fácil manuseio.

APLICAÇÃO

Como condutores de eletricidade, protegidos em eletrodutos, destinados à distribuição de luz, força motriz, aquecimento, sinalização e campainha. Em instalações fixas, embutidas ou aparentes.

VIDA ÚTIL

Um sistema bem feito dura em média 20 anos, mas 10 anos já é um bom período para se fazer uma revisão:

Verificar a fiação, os soquetes, os interruptores e tomadas tanto nos fios e cabos como também, nos dispositivos de proteção, como disjuntores e fusíveis…

Um soquete com problemas rouba energia da lâmpada e um interruptor com algum fio solto ou com mau contato pode causar um curto circuito. (mais…)