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Sapatos usam nova técnica para gerar energia para aparelhos portáteis

Postado por: admin | Eletricidade | sexta-feira 26 agosto 2011 11:43

São cerca de 20 watts de potência gerados pelo dispositivo instalado nos sapatos de um homem adulto, durante uma caminhada em ritmo normal.

Sapatos energéticos

Há poucos dias, pesquisadores apresentaram um sapato-gerador, capaz de produzir energia usando músculos artificiais.

O Dr. Tom Krupenkin e seu colega J. Ashley Taylor, da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, também estão de olho nos sapatos, mas adotaram uma técnica diferente.

Krupenkin e Taylor trabalham há bastante tempo com a manipulação de gotas de líquido em nanoescala, o que os levou a desenvolver um material anti-congelante e outro capaz de repelir virtualmente qualquer líquido.

Em outra linha, pesquisadores vêm trabalhando há bastante tempo com um fenômeno chamado eletroumectação, a capacidade de controlar eletricamente como os líquidos interagem com superfícies sólidas, o que tem rendido bons frutos na área de papel eletrônico e telas flexíveis.

O que os dois pesquisadores fizeram foi inverter esse processo, criando a “eletroumectação reversa”.

Eletroumectação reversa

Em vez de usar a eletricidade para a manipulação das gotas, como na eletroumectação, os dois cientistas estão usando as gotas para gerar eletricidade.

A energia mecânica é convertida em energia elétrica usando um dispositivo microfluídico – fluidos circulando no interior de microcanais.

As microgotas no interior do dispositivo interagem com um substrato feito com múltiplas camadas nanométricas de um material dielétrico, gerando uma carga eletrostática.

“Em sua essência, o processo de eletroumectação reversa é conceitualmente simples. A gota e os eletrodos são conectados a um circuito elétrico externo que fornece uma tensão de polarização constante entre a gota e o eletrodo.

“O acionamento mecânico externo é usado para mover a gota de forma a forçar uma diminuição da sua sobreposição com o eletrodo revestido com o filme dielétrico. Isto resulta na diminuição da carga total que pode ser mantida na interface líquido-sólido da gota.

“A carga elétrica excessiva, então, flui de volta através do circuito elétrico que conecta a gota e o eletrodo, gerando uma corrente elétrica que pode ser utilizada para alimentar uma carga externa,” explicam os pesquisadores em seu artigo. (mais…)

Dicas

Postado por: admin | Eletricidade | quarta-feira 17 agosto 2011 14:09

O que são relés?

São componentes eletromecânicos capazes de chavear circuitos de potências elevadas a partir de pequenas correntes ou tensões.

O que é um relé de impulso?

O relé de impulso tem o mesmo princípio de funcionamento de um relé eletromecânico, porém, o relé de impulso não necessita que sua bobina fique sempre energizada para mudar o estado de seus contatos. Para isso ele precisa de apenas um pulso de tensão, pois não é o campo magnético que faz com que os contatos permaneçam comutados, mas sim a catraca mecânica.

O relé de impulso me possibilita trabalhar com tensões de acionamento e de comutação diferentes?

Sim. Com o relé de Impulso é possível que o comando seja para DC e a carga em AC e vice versa.

Qual a quantidade máxima de contatos que um relé de impulso pode ter?

O relé de impulso pode ter até dois contatos.

Posso utilizar botões pulsadores luminosos para acionar o relé de impulso?

Sim, contanto que em paralelo à bobina do relé haja a montagem de módulo capacitor 026.00 ou 027.00 (máximo de 15 botões luminosos 1mA – máx 230 V).

Qual a quantidade máxima de pulsadores que posso utilizar com relé de impulso?

Não há limites de pulsadores para acionar o relé de impulso.

Qual a quantidade máxima de lâmpadas que posso utilizar nos contatos do relé de impulso?

Depende do tipo de lâmpada, pois existem lâmpadas que possuem características elétricas específicas. Maiores informações Técnicas podem ser encontradas no catálogo desse produto. (mais…)

Normas do setor de eletricidade estão em análise sistemática na ABNT

Postado por: admin | NR - 10 | sexta-feira 12 agosto 2011 9:59

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) está promovendo o processo de Análise Sistemática do segundo semestre, visando à apreciação, pela sociedade, de Normas Brasileiras publicadas no período de 1998 a 2001 que não foram atualizadas.

Foram incluídas 122 normas elaboradas no âmbito do Comitê Brasileiro de Eletricidade (ABNT/CB-03). São documentos que estabelecem requisitos para produtos e processos, além de métodos de ensaios. Confira algumas delas:

• ABNT NBR 5114:1998 – Reatores para lâmpadas fluorescentes tubulares – Especificação;
• ABNT NBR 5314:1999 – Carretéis plásticos para acondicionamento de fios para enrolamentos – Especificação;
• ABNT NBR 9143:1999 – Fios e cabos telefônicos – Ensaios de contração – Método de ensaio;
• ABNT NBR 13910-2-3:1998 – Diretrizes de ensaios para a determinação de ruído acústico de aparelhos eletrodomésticos e similares – Parte 2: Requisitos;
• ABNT NBR 14089:1998 – Telecomunicação – Bloco terminal para distribuidor geral – Requisitos de desempenho;
• ABNT NBR 14200:1998 – Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado para sistema fotovoltaico – Ensaios;
• ABNT NBR 14360:1999 – Fio de alumínio nu de seção retangular – Especificação;
• ABNT NBR 14422:1999 – Fibras ópticas – Determinação dos parâmetros geométricos da fibra óptica – Método de ensaio.

As normas estão disponíveis para consulta no endereço www.abnt.org.br/consultanacional. Até o dia 1º de setembro, os interessados podem avaliar os documentos, utilizando as seguintes opções:
- Aprovar sem restrições: a norma é confirmada com o seu conteúdo atual e não necessita de nenhuma alteração técnica ou de forma.
- Aprovar com observações de forma: a norma está atualizada em seu conteúdo, porém necessita de alguma alteração de forma (por exemplo, a correção de frases, palavras, figuras etc.).
- Não aprovar pelas objeções técnicas: a norma está com o seu conteúdo técnico desatualizado, comprometendo a sua utilização. Neste caso deve-se indicar se necessita de revisão ou cancelamento, apresentando a respectiva justificativa.

ABNT

A ABNT é o Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação em 28 de setembro de 1940 e confirmado pelo governo federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela publicação das Normas Brasileiras (NBR), elaboradas por seus Comitês Brasileiros (ABNT/CB), Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) ou pelas Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE) por ela credenciados. Os comitês são organizados numa base setorial, por área de conhecimento, ou para tratar de temas de normalização que interessem a diversos setores, como é o caso da Qualidade, da Gestão Ambiental e da Responsabilidade Social. Atualmente, a ABNT reúne 166 comitês técnicos e mantém um acervo com cerca de 10 mil normas.

Fonte: http://www.abnt.org.br



Quem pode ministrar os cursos da NR 10?

Postado por: admin | NR - 10 | sexta-feira 5 agosto 2011 10:24

A pergunta clássica é: “Quem pode ministrar treinamentos previstos na NR 10?”

Não é do Ministério do Trabalho a competência de estabelecer atribuições profissionais, mas sim dos conselhos federais, que exercem a fiscalização por meio dos conselhos regionais. O item 10.2.7 da NR 10 estabelece que “os documentos técnicos previstos no Prontuário de Instalações Elétricas devem ser eleborados por profissionais legalmente habilitados”. Ora, os comprovantes de treinamento são documentos que compõem o prontuário, logo, deverão ser emitidos por profissionais legalmente habilitados.

Essa habilitação legal é determinada, como já foi dito, pela legislação específica, a regulamentação profissional.

No caso da área técnica (eletricidade e segurança tratadas na NR 10), a regulamentação se faz de acordo com a Resolução 1010, de 22 de agosto de 2005, que entrou em vigor a partir de julho de 2007. A NR 10 foi publicada em 8 de dezembro de 2004, portanto, no período em que vigorava a resolução 218 do Confea, que traz no item 8 do artigo 1º, a atribuição de ensino para engenheiros (há engenheiros com atribuições estabelecidas por outros dispositivos legais anteriores à resolução 218).

Para os técnicos, as resoluções posteriores à resolução 278, de 27 de maio de 1983, são as regulamentações legais que estabelecem as atribuições de cada profissional, segundo os critérios dos conselhos federais.

Assim, o treinamento (40 ou 80 horas) da NR 10 está composto por conteúdo de três áreas distintas, que se complementam, respectivamente, a elétrica, a de segurança e a área médica.

Cada um dos assuntos deverá ser ministrado por profissional legalmente habilitado naquela especialidade.

Não está previsto na NR 10 que esse treinamento seja promovido por uma entidade de ensino, por empresa externa ou por órgão registrado ou autorizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Isto não existe.

Na verdade, o melhor encaminhamento é que a própria organização promova o treinamento dentro de sua realidade, das suas necessidades e da sua instalação, o que nem sempre é possível.

Não é correto afirmar que, por se tratar de uma norma de segurança, todos os documentos requeridos pela NR 10 devem ser originários de profissionais de segurança do trabalho. Se assim fosse, a avaliação de segurança na operação de caldeiras não precisaria ser feita por engenheiro mecânico, mas poderia ser feita por um arquiteto, um engenheiro civil ou eletricista, com especialização em segurança do trabalho. E todos nós sabemos que, no curso de especialização, não há aprofundamento suficiente para elaborar uma análise técnica de uma caldeira, assim como também não há para elaborar uma avaliação de instalação elétrica. O mesmo poderia ser dito no caso de um laudo de SPDA; uma classificação de áreas por conta de explosivos ou inflamáveis; e assim por diante.

Às vezes, um excesso de zêlo na defesa da categoria pode levar a conclusões divorciadas da realidade. Concordo que o treinamento de autorização conduzido por um profissional da área elétrica, com especialização em segurança do trabalho, é uma ideia muito interessante mas não é isso que a NR 10 determina.

Os assuntos de eletricidade podem ser dados por profissionais da área elétrica, mesmo que não sejam especializados em segurança (eles possuem habilitação legal para isso). Os temas relativos à área de segurança podem ser dados por profissionais da área de segurança do trabalho mesmo que não sejam oriundos da área elétrica (eles também têm habilitação para isso). Já para os assuntos da área médica, a regulamentação é a dos respectivos conselhos e, salvo melhor juízo, as competências para ministrar os assuntos de NR 10 são de médicos e de enfermeiros do trabalho.

Sem dúvida há profissionais com grande experiência e competência reconhecida em nosso meio, altamente especializados e que têm muito a nos ensinar, assim como há profissionais muito respeitados e extremamente competentes para a aplicação de primeiros socorros , prevenir e combater incêndios e outras tarefas não menos importantes e meritórias. Mas não há como conceder-lhes atribuições de ensino por outro meio que não a via legal, a que a NR 10 chamou de “legalmente habilitado”.

Por: João José Barrico de Souza

Fonte: http://www.osetoreletrico.com.br