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Não permita que sua instalação “Ex” se transforme em uma instalação ex-“Ex”

Postado por: admin | Eletricidade, NR - 10 | sexta-feira 29 julho 2011 12:44

Facilmente uma instalação Ex pode perder suas características de adequação à atmosfera explosiva e comprometer o nível de segurança. Para uma instalação desse tipo, cada fase de execução deve atender a requisitos específicos, expressos em normas, para finalmente ser considerada com elevado nível de segurança.

Deve começar com uma classificação de áreas benfeita, com consistência, baseada em conceitos sólidos, bem como na experiência e vivência de quem elabora esse trabalho, de modo que o volume atribuído às áreas classificadas seja o menor possível, sem prejudicar o nível de segurança que é esperado existir na unidade.

Depois disso, a seleção dos equipamentos elétricos e eletrônicos que vão operar nesses ambientes deve ser cuidadosamente estudada, buscando-se preferencialmente as tecnologias mais evoluídas para tornar a instalação mais leve, de mais fácil montagem e consequente manutenção e operação.

Na sequência, a montagem deve ser feita exclusivamente por pessoal qualificado, que tenha conhecimento sobre as exigências que impactam esse tipo de trabalho. Lembre-se de que isso é uma das questões obrigatórias pela NR 10, item 10.8.8.4, em que é mencionado: “Os trabalhos em áreas classificadas devem ser precedidos de treinamento específico de acordo com o risco envolvido.”

A NR 10 exige que seja feito um laudo de adequação da instalação aos requisitos da norma. Esse laudo deve ser elaborado com base na ABNT NBR IEC 60079-17 – Inspeção de Instalação Elétrica em Áreas Classificadas. Segundo essa norma, a inspeção deve ser periódica e preferencialmente nunca passar mais do que três anos sem ser realizada, a menos que haja um parecer de um especialista.

Ainda sobre inspeção, estabelece essa norma que os equipamentos móveis (portáteis, manuais ou transportáveis) sejam submetidos a uma inspeção “apurada” pelo menos a cada doze meses e que sejam inspecionados no modo “visual” pelo seu operador antes do uso.

Pergunta-se: esse item da norma de inspeção é cumprido de forma rotineira pelas indústrias de processo?

Fonte: www.osetoreletrico.com.br



A obesidade atinge cerca de 80% das instalações Ex

Postado por: admin | Eletricidade, NR - 10 | sexta-feira 22 julho 2011 11:36

As instalações elétricas e eletrônicas em áreas classificadas, segundo dados estatísticos, estão com o peso acima do desejável.

Isso se deve ao fato de que a maioria dos equipamentos ainda continua sendo especificada com o tipo de proteção à prova de explosão, metálica, com junção corpo-tampa flangeado, efeito da herança técnica adquirida nos primórdios dos projetos da indústria de petróleo vinda da filosofia americana.

O tipo de proteção à prova de explosão foi a primeira solução desenvolvida para a utilização de equipamentos elétricos em ambientes de atmosfera explosiva há mais de 100 anos. Sua invenção se deve à Inglaterra ou à Alemanha. Não se sabe exatamente em qual país isso aconteceu. Mas o seu nascimento foi fruto de uma necessidade proveniente da atividade principal da época, que era mineração subterrânea, principalmente de carvão. Foi também quando se começou a utilizar a eletricidade para fins industriais. A tarefa era complicada, ou seja, projetar um equipamento (invólucro) capaz de suportar as condições adversas de um ambiente com presença de gás inflamável – gás de mina (grisu) –, de pó combustível (carvão) e, além disso, com robustez suficiente para suportar impacto, pois esse equipamento era instalado em um espaço limitado, com forte movimentação de carga (ferramentas de escavação, vagões de transporte de minério, etc.). Daí nasceu o famosíssimo equipamento à prova de explosão.

Sua concepção foi baseada no princípio de que esse invólucro teria de ser suficientemente robusto para suportar uma pressão de explosão interna sem se romper, e não deveria permitir que essa explosão se propagasse para o meio externo, apesar da junção corpo-tampa, entrada de cabos (eletrodutos ou prensa-cabos), acionamentos, lâmpadas de sinalização, etc. Para que essas condições fossem atendidas, esse invólucro deveria ser feito de material resistente a pressões de explosão e todas as suas eventuais folgas de eixos, manoplas de operação, etc., deveriam ser dimensionadas de modo que, em caso de uma explosão interna, elas garantissem que os gases oriundos dessa combustão não fossem capazes de propagá-la para o meio externo (área classificada). O resultado foi então um invólucro metálico, de paredes espessas, e muito pesado.

Durante décadas essa foi a solução mais praticada na indústria de processo, principalmente nos Estados Unidos, e se constituiu no principal tipo de invólucro reconhecido pela tecnologia americana. Como o Brasil não tinha normas sobre esse assunto, a nossa referência era a americana e por isso as nossas instalações em áreas classificadas foram fortemente marcadas com o estilo Tio Sam. (mais…)

ABB instalará novas subestações em Itaipu

Postado por: admin | Eletricidade | sexta-feira 15 julho 2011 14:46

Contrato de US$ 80 milhões prevê a construção de uma subestação e reforma da existente para aumentar a capacidade e reforçar as redes de transmissão entre Brasil e Paraguai.

Zurique, Suíça– A ABB, grupo líder em tecnologias de energia e automação, conquistou um contrato de US$ 80 milhões da Itaipu Binacional – operadora da usina hidrelétrica de Itaipu – para construir uma nova subestação no Paraguai e expandir a instalação existente no Brasil. Os recursos serão gerados pelo FOCEM – Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul. As obras civis serão realizadas pela ICE, empresa de construção civil paraguaia.

A Hidrelétrica de Itaipu, localizada no Rio Paraná, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, é a maior usina hidrelétrica do mundo em termos de geração contínua de energia, com uma capacidade instalada de 14.000 (MW) megawatts.

A ABB irá construir uma nova subestação de disjuntores isolados a ar (AIS) de 500/220/66 quilovolts (kV) para conectar a eletricidade gerada em Itaipu a uma nova linha de transmissão de 500 kV em construção, que ajudará a atender à crescente demanda por eletricidade no Paraguai. A subestação existente em Itaipu, de 500 kV, também será expandida para permitir a conexão.

“A nova subestação e a ampliação reforçarão a capacidade de transmissão em apoio ao desenvolvimento da infra-estrutura de energia do Paraguai”, disse Peter Leupp, diretor da divisão do Sistema de Energia da ABB. “Além de trazer energia hidrelétrica limpa para atender à crescente demanda de eletricidade, também fortalecerá a confiabilidade da rede e melhorará a estabilidade da energia na região.”

Para esse contrato, a ABB será responsável pelo projeto, fornecimento, planejamento, construção e comissionamento das subestações, incluindo as obras civis e treinamento do cliente. Todos equipamentos fornecidos pela ABB serão fabricados na região do MERCOSUL, um dos requisitos definidos pelo FOCEM. Os principais produtos a serem fornecidos incluem transformadores de potência, AIS de alta e média tensão, transformadores, para-raios, cabos e sistemas auxiliares. (mais…)