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Segurança do trabalho em eletricidade

Postado por: admin | Eletricidade, NR - 10 | quinta-feira 30 junho 2011 17:35

Quando se trata de eletricidade, existem alguns cuidados que devem ser observados. Neste texto, vou citar alguns, para podermos trabalhar por mais tempo, lembrando que nossa família nos espera em casa depois do trabalho.

Os cuidados que uma pessoa deve ter quando trabalha com eletricidade são regulamentados por uma norma conhecida como NR 10 (Norma Regulamentadora número 10). Cito um trecho e, depois, vamos estudá-la mais detalhadamente.

10.2.9 – Medidas de proteção individual

10.2.9.1 Nos trabalhos em instalações elétricas, quando as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou insuficientes para controlar os riscos, devem ser adotados equipamentos de proteção individual específicos e adequados às atividades desenvolvidas, em atendimento ao disposto na NR6.

10.2.9.2 As vestimentas de trabalho devem ser adequadas às atividades, devendo contemplar a condutibilidade, inflamabilidade e influências eletromagnéticas.

10.2.9.3 É vedado o uso de adornos pessoais nos trabalhos com instalações elétricas ou em suas proximidades.

(trecho do texto referente à Portaria GM nº 598, de 7 de dezembro de 2004).

Vejam que no item 10.2.9.1 a norma deixa bem claro que devemos tomar medidas de proteção coletiva, ou seja, proteções que evitem qualquer tipo de acidente com os trabalhadores ou transeuntes que desconheçam os trabalhos ou técnicas de cuidado contra choques elétricos. Além disso, são indispensáveis os Equipamentos de Proteção Individual conhecidos também como EPIs. (mais…)

ABB apóia esforços globais de sustentabilidade

Postado por: admin | Eletricidade | sexta-feira 24 junho 2011 11:21

A ABB é parceira da Megatec Painéis, saiba um pouco mais sobre a ABB:

A ABB está trabalhando com concessionárias e grupos de empresas internacionais para encontrar maneiras de proteger o meio ambiente enquanto promove o crescimento econômico.

Em 2006, a ABB se uniu a concessionária Sueca Vattenfall e outras companhias relacionadas à energia numa iniciativa de líderes de negócios para combater as mudanças climáticas com um acordo global que limita as emissões e estabiliza o aumento global da temperatura.

A ABB é membro do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável, uma coligação de 180 empresas internacionais fundada em 1995, e também é uma das 40 empresas do Conselho de líderes empresariais ambientais, do Pew center nas Mudanças Climáticas Globais.

Os grupos estão buscando formas de solucionar o difícil problema de auxiliar as pessoas no desenvolvimento dos seus padrões de vida, enquanto reduzem as suas emissões de gases de efeito estufa que causam as mudanças climáticas.

Estudos sobre energia e mudanças climáticas
O comprometimento da ABB está auxiliando em pesquisas, como por exemplo, do Conselho Empresarial Mundial 2005, sobre energia e mudanças climáticas. Utilizar mais gás natural ao invés de carvão e óleo é uma das três principais opções para cortar as emissões identificadas no relatório.

A segunda opção está trabalhando para produzir energia que não libera dióxido de carbono e que tem um fornecimento ilimitado, como por exemplo, energia eólica ou solar. A conservação de energia e sua eficiência são a terceira opção.

“ Irá demorar anos, se não décadas para criar substitutos para os combustíveis atuais, mas há muitas coisas que podemos fazer hoje”, disse Peter Terwiesch, presidente da área de tecnologia da ABB. “ Utilizando-se o estado da arte da tecnologia atual, nós podemos aumentar significativamente a eficiência com que geramos, transmitimos, distribuímos e consumimos a eletricidade”.

“ Isso não nos leva apenas para a conservação imediata dos recursos de combustíveis mais preciosos e para redução das emissões, mas também representa tipicamente um retorno econômico bem melhor se comparado a adição de novas capacidades de geração ou continuar a pagar altas contas de energia. Esse é o motivo pelo qual na ABB nós sempre conversamos sobre medidas para promover a eficiência energética como uma outra alternativa de combustível.” (mais…)

Café, literalmente uma fonte de energia

Postado por: admin | Eletricidade | sexta-feira 10 junho 2011 13:15

Sabe aquela frase “café dá energia”? Hoje as pessoas a utilizam de modo figurativo, se referindo à energia que o café dá para o corpo, ao seu efeito de nos deixar mais animados e tudo mais. Porém, em breve esta frase pode se tornar, literalmente, realidade. Isso mesmo, pesquisadores estão analisando como o café pode produzir energia elétrica. A pesquisa é feita na Universidade de Brasília (UnB) e estuda o aproveitamento de resíduos agroflorestais como fonte de energia, tanto para indústrias quanto para comunidades rurais.

Os pesquisadores afirmam que a casca do café tem um potencial energético que pode, em alguns casos, torná-la substituta da lenha, sendo uma opção mais barata e ecologicamente correta para empresas que usam a madeira na geração de energia. Ailton Teixeira Vale, bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPa/MCT) que lidera os estudos, explica que a casca do café, assim como outras biomassas, tem o potencial de gerar eletricidade em termoelétricas, a partir da combustão em fornalhas, gerando energia na forma de calor, utilizado para a produção de vapor, que por sua vez é utilizado para a produção de energia elétrica e, em cogeração, outras energias como a mecânica.

O estudo mostra que utilizar o café como combustível tem muitas vantagens, principalmente em relação aos combustíveis fósseis – aqueles originados do petróleo. “Em primeiro lugar, é um combustível renovável, e os compostos liberados na sua combustão são sequestrados pelos novos plantios, fechando o ciclo do carbono, e, portanto, não contribuindo com o efeito estufa. Outra vantagem é a possibilidade de agregar valor a um resíduo que geralmente é descartado e, com isso, gerar emprego, renda e desenvolvimento social nas regiões onde a cultura do café é uma prática”, explica o pesquisador Ailton.

Fonte: www.meridiano.com.br



Periculosidade x Eletricidade

Postado por: admin | Eletricidade | sexta-feira 3 junho 2011 12:50

O entendimento sobre a periculosidade no setor elétrico não deve ser buscada na NR-10 (que trata das normas no setor elétrico) e nem na NR-16, que embora trate da periculosidade nos ambientes de trabalho, paradoxalmente não aborda o adicional no setor elétrico.

As condições para o pagamento de adicional de periculosidade no setor elétrico aparecem exclusivamente em um Decreto de 1985. Aliás, o projeto para o pagamento desse adicional é anterior à própria Lei que instituiu as Nrs (1978). Por ter evoluído de forma particular, essa legislação ficou desarticulada das Nrs e mais especificamente da NR-16.

O referido Decreto instrui a obediência a um Quadro de Atividades/Área e Risco, especificando as áreas e os respectivos riscos que caracterizariam a periculosidade no setor.

Inexplicavelmente, as diretrizes do referido Decreto não foram incorporadas à NR-16, passando a fazer parte de uma legislação complementar, um dos nós críticos para o correto entendimento das Nrs. Isto quer dizer que, da mesma forma que em relação a NR-10 e 16, muitos dispositivos de outras Nrs estão na legislação complementar e não dentro da própria NR, o que dificulta o acesso e entendimento do usuário de Nrs sobre alguns assuntos.

Devido às discrepâncias de interpretação quanto ao adicional no setor elétrico, o assunto sofreu diversas demandas judiciais, e passou a ser objeto de uma jurisprudência.

Para a comunidade SST, a questão aparece de forma ainda mais confusa, visto que envolvida em terminologia jurídica e de várias interpretações. Entretanto, ao se pesquisar a matéria a respeito, pode-se concluir que:

a) o adicional de periculosidade de 30% deve ser pago independentemente do ramo da empresa, desde que o empregado esteja enquadrado em uma das situações do referido Quadro.

- uma Orientação Jurisprudencial de 2003, define que:

“É assegurado o adicional de periculosidade apenas aos empregados que trabalham em sistema elétrico de potência em condições de risco, ou que o façam com equipamentos e instalações elétricas similares, que ofereçam risco equivalente, ainda que em unidade consumidora de energia”;

- para melhor entendimento da expressão “sistemas elétricos de potência”, utilizada no Decreto 93.412/86, a ABNT define essa expressão na forma abaixo:

3.613 Sistema Elétrico (de potência)

3.613.1 Em sentido amplo, é o conjunto de todas as instalações e equipamentos destinados à geração, transmissão e distribuição de energia elétrica.

3.613.2 Em sentido restrito, é um conjunto definido de linhas e subestações que assegura a transmissão e/ou a distribuição de energia elétrica, cujos limites são definidos por meio de critérios apropriados, tais como, localização geográfica, concessionário, tensão, etc..

Fonte: http://eeengenharia.blogspot.com