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Eletricidade

Postado por: admin | Eletricidade | quarta-feira 30 março 2011 14:59

A eletricidade está presente a todo tempo ao nosso redor e até em nós mesmos. Na natureza a eletricidade pode ser observada no relâmpago, uma grande descarga elétrica produzida quando se forma uma enorme tensão entre duas regiões da atmosfera.

No corpo humano também observamos a eletricidade: impulsos elétricos do olho para o cérebro. Nas células da retina existem substâncias químicas que são sensíveis à luz, quando uma imagem se forma na retina estas substâncias produzem impulsos elétricos que são transmitidos ao cérebro.

Na Grécia antiga, por volta de 600 a.C., Tales de Mileto fez algumas experiências com uma barra de âmbar (resina sólida fossilizada proveniente das árvores). Ele descobriu que, quando atritada com a pele de animal, a barra de âmbar adquire a propriedade de atrair pequenos pedaços de palha.

A palavra eletricidade se origina do vocábulo elektron, nome grego do âmbar. Apesar das descobertas feitas pelos gregos, a eletricidade só teve seus conhecimentos sistematizados a partir da segunda metade do século XVIII.

Eletricidade pode ser entendida como sendo o fenômeno resultante da interação das partículas que formam a matéria, em especial os elétrons. Para entender melhor o conceito de eletricidade elaborei um pequeno resumo neste post.

O átomo: elétrons prótons e nêutrons
A matéria é formada de pequenas partículas, os átomos e estes são formados por partículas elementares, sendo as principais os prótons, os elétrons e os nêutrons. Os prótons e nêutrons são formados por quarks. Entender esta estrutura é o primeiro passo para entender a eletricidade.

Eletrização, condutores e isolantes.
Chamamos de condutores os corpos onde as partículas portadoras de carga elétrica conseguem se mover sem dificuldade, os corpos onde isso não acontece chamamos de isolantes.

A eletrização é um fenômeno importante na eletricidade. Quando um corpo ganha elétrons dizemos que ele foi eletrizado negativamente, pois o número de elétrons no corpo é maior que o número de prótons no mesmo. E quando um corpo perde elétrons o número de prótons no corpo é maior que o de elétrons, então, dizemos que o corpo está positivamente eletrizado.
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História da eletricidade

Postado por: admin | Eletricidade | sexta-feira 25 março 2011 12:38

Foi descoberta por um filosofo grego chamado Tales de Mileto que, ao esfregar um âmbar a um pedaço de pele de carneiro, observou que pedaços de palhas e fragmentos de madeira começaram a ser atraídas pelo próprio âmbar.

Do âmbar (gr. élektron) surgiu o nome eletricidade. No século XVII foram iniciados estudos sistemáticos sobre a eletrificação por atrito, graças a Otto von Guericke. Em 1672, Otto inventa uma maquina geradora de cargas elétricas onde uma esfera de enxofre gira constantemente atritando-se em terra seca. Meio século depois, Stephen Gray faz a primeira distinção entre condutores e isolantes elétricos.

Durante o século XVIII as maquinas elétricas evoluem até chegar a um disco rotativo de vidro que é atritado a um isolante adequado. Uma descoberta importante foi o condensador, descoberto independentemente por Ewald Georg von Kleist e por Petrus van Musschenbroek. O condensador consistia em uma maquina armazenadora de cargas elétricas. Eram dois corpos condutores separados por um isolante delgado.

Mas uma invenção importante, de uso pratico foi o pára-raios, feito por Benjamin Franklin. Ele disse que a eletrização de dois corpos atritados era a falta de um dos dois tipos de eletricidade em um dos corpos. esses dois tipos de eletricidade eram chamadas de eletricidade resinosa e vítrea.

No século XVIII foi feita a famosa experiência de Luigi Aloisio Galvani em que potenciais elétricos produziam contrações na perna de uma rã morta. Essa diferença foi atribuída por Alessandro Volta ao fazer contato entre dois metais a perna de uma outra rã morta. Essa experiência foi atribuída a sua invenção chamada de pilha voltaica. Ela consistia em um serie de discos de cobre e zinco alterados, separados por pedaços de papelão embebidos por água salgada.

Com essa invenção, obteve-se pela primeira vez uma fonte de corrente elétrica estável. Por isso, as investigações sobre a corrente elétrica aumentaram cada vez mais.

Depois de um tempo, são feitas as experiências de decomposição da água. Em 1802, Humphry Davy separa eletronicamente o sódio e potássio.

Mesmo com a fama das pilhas de Volta, foram criadas pilhas mais eficientes. John Frederic Daniell inventou-as em 1836 na mesma época das pilhas de Georges Leclanché e a bateria recarregável de Raymond-Louis-Gaston Planté.

O físico Hans Christian Örsted observa que um fio de corrente elétrica age sobre a agulha de uma bússola. Com isso, percebe-se que há uma ligação entre magnetismo e eletricidade.
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Entendendo a eletricidade: tensão, corrente, watts…

Postado por: admin | Eletricidade | sexta-feira 18 março 2011 9:36

Ao falar sobre eletricidade esbarramos sempre na terminologia básica, com todos os volts, amperes, corrente e potência. Como a terminologia é confusa, é muito fácil se confundir, por isso vamos a uma revisão rápida dos termos mais comuns:

Tensão: Em termos técnicos, a tensão é “a diferença de potencial elétrico entre dois pontos”, medido em volts. Quanto mais volts, mais energia pode fluir, mesmo que a intensidade da corrente (medida em amperes) seja a mesma.

Uma analogia simples poderia ser feita em relação a uma estrada: duplicando o número de vias, é possível duplicar o tráfego de veículos, mesmo que a velocidade continue sendo a mesma. Outra analogia poderia ser feita em relação a um encanamento. Quanto maior é a tensão, maior é “a largura do cano”, permitindo que mais água seja transportada. Ambas as analogias não são inteiramente corretas (afinal, você não precisa duplicar a fiação ou dobrar a espessura dos fios para usar tensão de 220 em vez de 110), mas eles sevem para dar uma idéia geral da diferença entre tensão e corrente, que explico a seguir.

Cada dispositivo tem uma tensão nominal, ou seja uma “voltagem” correta de operação. Um led pode operar usando 3.6V, o motor de um HD usando 12V e um processador usando 1.2V, por exemplo. Sempre existe uma margem de tolerância, mas qualquer componente pode ser danificado se submetido a uma tensão mais alta que a das especificações.

Voltagem: Termo leigo para se referir à tensão. Em vez de dizer “12 volts de voltagem”, você pode dizer “tensão de 12 volts”.

Corrente: Dentro da analogia, você pode imaginar que a tensão (ou seja, a “voltagem”) equivale à espessura do cano e a corrente (ou “amperagem”) equivale à pressão da água. Ao aumentar a tensão (ou seja, alargar o cano) você pode fazer com que mais energia flua mantendo a mesma corrente e vice-versa.A tensão e a corrente podem ser usadas para calcular o consumo máximo de diferentes dispositivos quando ele não for informado. Um exaustor de 120 mm que usa 12V e 0.4 ampere, por exemplo, tem um consumo máximo de 4.8 watts, atingido quando ele gira na rotação máxima. Caso ele esteja ligado a um circuito de controle de rotação (como é o caso da maioria dos exaustores de 120 mm usados em fontes) então o consumo será variável, oscilando junto com a velocidade de rotação.

Um chuveiro com potência de 5000 watts, pode trabalhar com uma corrente de apenas 20 amperes, já que está ligado no 220, enquanto um processador pode precisar de 50 ou até mesmo 100 amperes para fazer o seu trabalho, já que utiliza uma tensão muito mais baixa.
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Metodologia e técnicas de proteção

Postado por: admin | Eletricidade, NR - 10 | sexta-feira 11 março 2011 13:34

Avaliar o local de trabalho, as variáveis em cada caso, determinar a sequência de atividades, verificar as ferramentas, os equipamentos e recursos necessários , estabelecer delimitação de áreas, considerar as influências ambientais e informar com precisão aos envolvidos e atingidos são as bases da programação.

A escolha dos recursos e a técnica a ser empregada, considerados os possíveis desvios e alternativas, complementam o planejamento das atividades. Mesmo sendo boas as condições locais de trabalho e bem treinados sejam os trabalhadores, de uma forma ou de outra, quando menos se espera as coisas ocasionalmente podem sair erradas. São muitos os fatores e variáveis envolvidos.

Dessa maneira, em adição ao bom local de trabalho e práticas de controle de segurança, é salutar usar medidas de proteção especificas. É sabido que equipamentos de proteção individual (EPI) são empregados nos casos em que as medidas de caráter coletivo, aquelas que a NR 10 chamou de prioritárias, não são suficientes, não existem ou estão em implantação.

Não podemos esquecer que as medidas implantadas nas instalações, como a isolação, o emprego de barreiras, de anteparos e outros recursos, garantem a segurança dos usuários, mas na hora da manutenção e dos reparos, estas medidas de proteção são retiradas. É quando passamos a colocar a proteção no mantenedor, no eletricista, que precisa acessar as partes internas dos invólucros, frequentemente com partes energizadas, para conseguir efetuar testes, medições e verificações em geral.

Nessas situações, o equipamento de proteção, ainda que incômodo, é indispensável. Usá-lo adequadamente é fundamental para garantir a integridade do colaborador, mas para isso ele deve ser conscientizado, estar devidamente convencido da necessidade do uso e da importância do EPI. Isso também só é conseguido com treinamento.

Todo trabalho deve ser avaliado para se determinar qual equipamento de proteção e ferramental deverão ser utilizados para minimizar a possibilidade de dano. Métodos de proteção e equipamentos de segurança individual são providências que, quando adotadas, reduzem a exposição das pessoas ao risco.

Uso de equipamento elétrico

As pessoas em geral não estão somente rodeadas por equipamentos alimentados por eletricidade, mas elas também os operam e os utilizam. É o caso de equipamentos fixos – como chaves de manobra, painéis de controle e chaves fixadas em paredes e em máquinas –   e equipamentos portáteis – como ferramentas elétricas, cabos de extensão e equipamentos de teste e tomadas.
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Centro de Controle de Motores

Postado por: admin | Eletricidade | sexta-feira 4 março 2011 9:03

Um Centro de Controle de Motores, conhecido pela sigla CCM, em inglês, motor control center (MCC), é um sistema de manobra e comando de motores elétricos de baixa tensão (até 1000 volts) ou de média tensão (acima de 1000 volts).

São constituídos de cubículos elétricos, armários metálicos auto-sustentados, que podem ser do tipo TTA, totalmente testados e assegurados (Totally Tested Assembly), ou PTTA (Partially Totally Tested Assembly), parcialmente testados.

No conceito TTA o desempenho é assegurado por ensaios de tipo realizados individualmente nos diversos componentes (barramentos, entradas, saídas, alimentadores, partidas etc.) ou nos conjuntos completos. Estes ensaios tem a finalidade de assegurar o desempenho do conjunto e de minimizar os riscos decorrentes de erros nos projetos de Engenharia.

No tipo PTTA apenas alguns componentes são testados e ensaidos. Os outros são derivados de cálculo matemático ou inferências a partir de conjuntos similares.

Os cubículos são formados por gavetas que podem ser fixas ou extraíveis. As gavetas extraíveis são especificadas para maior segurança na operação e rapidez na manutenção, sobretudo em caso de substituição durante a operação.

O CCM devido à necessidade de comunicação com outros sistemas de controle é dotado de relés de proteção com interface de rede industrial de dados em diversos padrões como, por exemplo, Ethernet, Profibus, DeviceNet ou, Modbus.

A norma que regulamenta os CCM é a NBR IEC 60439-1 da ABNT para Conjuntos de Controle e Manobra de Baixa Tensão com Ensaios de Tipo Totalmente Testados (TTA). Esta norma pode ser adquirida através da Associação Brasileira de Normas Técnicas: http://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=2776

Fonte: http://pt.wikipedia.org