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Eletricidade e desenvolvimento

Postado por: admin | Eletricidade | quinta-feira 25 fevereiro 2010 15:23

Um dos mais importantes fios condutores do desenvolvimento na zona rural é a oferta de energia elétrica, com qualidade, disponibilidade e tarifas justas. Esse tripé, quando atendido, contribui para o incremento da produção agrícola e expansão da pecuária, consolidando o esforço do segmento de agronegócios em participar intensamente do desenvolvimento do País.

A tarifa rural de energia elétrica é um incentivo importante no sentido de viabilizar o desenvolvimento de negócios no campo e deve favorecer proprietários de imóveis que mantêm algum tipo de atividade produtiva. No entanto, observa-se que proprietários de imóveis não produtivos, localizados na zona rural, também vêm usufruindo a tarifa especial de eletricidade por estarem classificados inadequadamente.

Tratam-se, muitas vezes, de chácaras e sítios utilizados para lazer, que contam com uma tarifa mais barata pelo simples fato de estarem localizados fora da área considerada urbana. Essa realidade reflete diretamente na conta de energia dos demais consumidores (residencial, comercial, industrial), em função do rateio da diferença existente entre a tarifa especial e as tarifas cobradas das demais classes. Qual solução adotar para evitar que os demais consumidores de energia não paguem pelo desconto recebido por consumidores rurais improdutivos?

A CPFL Paulista iniciou, a partir dessa realidade, um movimento para identificar e recadastrar todos os seus clientes rurais que desfrutam de tarifas de eletricidade mais atrativas. A iniciativa, longe de punir clientes classificados inadequadamente, é importante para garantir tarifa especial àqueles que efetivamente estão ligados a atividades agropecuárias ou agrícolas de qualquer porte. O objetivo é oferecer incentivos para essas atividades e condições para o desenvolvimento econômico e social local. (mais…)

Eletricidade – Perigo de Morte

Postado por: admin | Eletricidade | quinta-feira 25 fevereiro 2010 14:51

Aumenta a preocupação com a segurança

Desde a publicação do novo texto da NR-10i, por intermédio da Portaria 598/04, do Ministério do Trabalho e Emprego, aumentou de forma espetacular o interesse sobre a segurança em instalações e serviços com eletricidade. Em baixa ou alta tensão, a energia elétrica está presente na vida e trabalho de todos nós e perceber os riscos associados à sua utilização é fundamental para a construção de ambientes mais seguros.

As estatísticas oficiais não apresentam informações detalhadas sobre os acidentes relacionados direta ou indiretamente com o contato ou proximidade de circuitos elétricos. Porém, os relatos das empresas, dos jornais e alguns estudos específicos servem-nos como alertas para a adoção de medidas urgentes para proteção dos trabalhadores e da população como um todo.

Uma das referências mais consultadas quando se deseja obter informações estatísticas sobre acidentes do trabalho com eletricidade no Brasil, é o relatório anual produzido pela Fundação COGE, ou Funcogeii. Essa fundação, mantida pela Eletrobras e pelas empresas do setor elétrico nacional tem diversos comitês de trabalho na área de energia elétrica e um deles, o Comitê de Segurança e Saúde no Trabalho, desenvolve, entre outras atividades, uma estatística anual de acidentes no Setor de Energia Elétrica.

Um dos destaques da pesquisa é apresentar não apenas os números totais, mas a sua estratificação, classificação e descrição dos acidentes, tanto aqueles que ocorrem com os empregados das empresas, com as empresas prestadoras de serviço (empreiteiras terceirizadas) ou com a população em geral, que também entra em contato com a rede pública de energia. Para ilustrar a importância desse trabalho, a estatística mais recente, indica a ocorrência de mais de 400 acidentes fatais em um mesmo ano. Esta quantidade assustadora, aliás, vem se repetindo, em média, nos últimos anos.

É incrível observar que a maioria desses acidentes ocorre com a população, isto é, com pessoas que não trabalham no setor mas que fazem contato com a rede elétrica em atividades de construção civil, instalação de antenas, serviços de telefonia, entre outras causas não vinculadas ao trabalho como é o caso de pipas (papagaios), furto, e contato com cabos energizados caídos no chão. Podemos concluir, que a eletricidade, além de ser a fonte da lesão em instalações específicas, canteiros de obra e frentes de trabalho, merece campanhas permanentes para alertar a população quanto à necessária distância das redes elétricas.

Outra estatística muito preocupante foi apresentada há pouco tempo em algumas revistas especializadas. O referido trabalho, coordenado pelo Laboratório de Segurança e Higiene do Trabalho da Universidade Federal de Pernambucoiii, tratou de acidentes domésticos com eletricidade no Estado. Obtendo informações com a Secretaria de Saúde pernambucana, os pesquisadores encontraram, em um levantamento de 5 anos, uma média anual superior a 120 óbitos em residências ocasionados por choque elétrico.

É a evidência inquestionável tanto das péssimas condições de segurança das instalações elétricas prediais quanto do desconhecimento da população sobre o real perigo dessa energia escondida em equipamentos, tomadas e interruptores. (mais…)

Cuidado, está dando choque!

Postado por: admin | Eletricidade | quinta-feira 25 fevereiro 2010 14:41

“Cuidado, está dando choque!” Esta expressão de alerta ainda é muito ouvida nos ambientes de trabalho, quando alguém se aproxima de determinados equipamentos. E isso é um mau sinal. Sua repetição indica a precariedade da instalação elétrica, do equipamento e dos dispositivos de proteção. O choque elétrico é a conseqüência de um acidente que pode e deve ser evitado: um contato com um material condutor de eletricidade, que não deveria estar energizado naquele momento.

Não vamos tratar aqui dos acidentes com eletricistas em quadros, redes aéreas e subterrâneas, painéis e subestações. Esses casos, nós vamos abordar em outra ocasião. Estamos destacando aqui essas incontáveis ocorrências com aqueles que interagem indiretamente com a eletricidade, isto é, todos nós, em nossas casas, nas ruas, em atividades de lazer e, é claro, nos locais de trabalho.

Rapaz morre com choque elétrico
Um jovem de 22 anos morreu por arritmia terça-feira ao chegar no Hospital Santa Otília, de Orleans, após levar um choque elétrico numa máquina de solda. Atílio Weber era funcionário de uma empresa de silo e estava no interior do município fazendo a montagem de uma estrutura metálica quando aconteceu o acidente. Segundo informações repassadas pela Delegacia de Polícia de Orleans, o episódio aconteceu na comunidade de Vila Nova, próximo ao bairro Barracão, por volta das 14h.

Durante vistoria de peritos no local do acidente foi verificado que o aparelho que o jovem estava usando estava em péssimas condições de uso, o que pode ter facilitado o choque. O laudo da polícia, que pode confirmar a causa da morte provocada por descarga elétrica, ainda não foi divulgado.
Fonte: A Tribuna de Criciúma – 28/04/2007

Por definição, o choque elétrico é o efeito que se manifesta no organismo humano quando é percorrido por uma corrente elétrica. Usando uma comparação simples, com base nos dados científicos disponíveis, a intensidade de corrente elétrica que pode começar a causar efeitos indesejáveis no organismo humano é mil vezes menor do que a necessária para fazer funcionar uma lâmpada de 100 watts.

Infelizmente, pouca gente sabe disso e desdenha do perigo de instalações e equipamentos elétricos de baixa tensão. A maioria das pessoas já passou pela experiência de um choque elétrico e por terem saído ilesas consideram esse tipo de acidente inofensivo. Aplicam o princípio da auto-exclusão quando o assunto é a susceptibilidade aos acidentes. Alguns até acham engraçado “levar um choque”.

É a completa banalização do perigo e o desconhecimento sobre a ocorrência estimada de mais de mil mortes por ano, no Brasil, decorrentes de acidentes com eletricidade; muitos deles em situações corriqueiras e em baixa tensão. Alguns curiosos se orgulham da coragem ao tratar com eletricidade, outros consideram exageradas as medidas de prevenção e há aqueles que acham tudo muito caro.

Preferem comprar equipamentos e materiais mais baratos, suprimir dispositivos de proteção e delegar a execução e manutenção da instalação elétrica a um obreiro corajoso, promovido, “por bravura”, à condição de eletricista. Diante de todos esses absurdos, que ocorrem em todos os tipos de ambientes, incluindo os do trabalho, os profissionais de segurança, muitas vezes atônitos com a aparente complexidade do tema, são surpreendidos com acidentes graves e fatais em instalações e serviços de rotina. (mais…)

Luz e internet pela mesma fiação

Postado por: admin | Eletricidade | quinta-feira 25 fevereiro 2010 14:27

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) finalizou uma consulta pública que servirá de base para a elaboração do padrão brasileiro de internet por rede elétrica, afinal a energia elétrica chega a 95% do País.

A instalação será feita com um modem especial que conecta a saída de cabo de rede à tomada, há duas tecnologias disponíveis: o Power Line Communications (PLC), que permite diversos tipos de banda, e o Broadband over Power Lines (BPL).

200 Mbps é a velocidade que pode chegar a banda larga pela rede elétrica, o número é muito superior aos padrões brasileiros, hoje as conexões mais rápidas no País não ultrapassam 30 Mbps. (mais…)

NR-10 norma de grande importância para prevenção de riscos elétricos

Postado por: admin | NR - 10 | quinta-feira 25 fevereiro 2010 14:22

LAUDO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (NR-10).

Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade.

Esta NR se aplica às fases de geração, transmissão, distribuição e consumo, incluindo as etapas de projeto, construção, montagem, operação, manutenção das instalações elétricas e quaisquer trabalhos realizados nas suas proximidades, observando-se as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos órgãos competentes e, na ausência ou omissão destas, as normas internacionais cabíveis.

MEDIDAS DE CONTROLE

Em todas as intervenções em instalações elétricas devem ser adotadas medidas preventivas de controle do risco elétrico e de outros riscos adicionais, mediante técnicas de análise de risco, de forma a garantir a segurança e a saúde no trabalho.

As empresas estão obrigadas a manter esquemas unifilares atualizados das instalações elétricas dos seus estabelecimentos com as especificações do sistema de aterramento e demais equipamentos e dispositivos de proteção. Os estabelecimentos com carga instalada superior a 75 kW devem constituir e manter o Prontuário de Instalações Elétricas, contendo, além do disposto no subitem 10.2.3, no mínimo:

a) Conjunto de procedimentos e instruções técnicas e administrativas de segurança e saúde, implantadas e relacionadas a esta NR e descrição das medidas de controle existentes;
b) Documentação das inspeções e medições do sistema de proteção contra descargas atmosféricas e aterramentos elétricos;
c) Especificação dos equipamentos de proteção coletiva e individual e o ferramental, aplicáveis conforme determina esta NR;

d) Documentação comprobatória da qualificação, habilitação, capacitação, autorização dos trabalhadores e dos treinamentos realizados;
e) Resultados dos testes de isolação elétrica realizados em equipamentos de proteção individual e coletiva;
f) Certificações dos equipamentos e materiais elétricos em áreas classificadas;
g) Relatório técnico das inspeções atualizadas com recomendações, cronogramas de adequações, contemplando as alíneas de “a” a “f”. (mais…)

Eletricidade por painéis solares será competitiva na próxima década

Postado por: admin | Eletricidade | terça-feira 23 fevereiro 2010 17:25

Relatório lançado pelo Greenpeace mostra que geração de eletricidade por painéis solares será competitiva na próxima década, com mercado de 300 bilhões de euros por ano em 2030. Um relatório lançado pelo Greenpeace e a Associação da Indústria Fotovoltaica Européia (AIFE) prevê um futuro brilhante para a indústria da energia solar.

O relatório Geração Solar 2007 (1) demonstra o crescimento acentuado do mercado fotovoltaico dos últimos anos e projeta que essa indústria pode atingir um volume anual de 300 bilhões de euros até 2030, criando 6.5 milhões de empregos e suprindo 9,4% da demanda mundial por eletricidade.

O relatório enfatiza os benefícios e a forma de proporcionar energia elétrica a 2,9 bilhões de pessoas vivendo em países em desenvolvimento, como o Brasil. O recente incremento da eletricidade fotovoltaica é apenas uma amostra do que está por vir.

“A utilização de painéis solares fotovoltaicos pode eliminar a emissão de bilhões de toneladas de CO2, criar milhões de empregos e levar eletricidade a bilhões de pessoas que hoje não têm acesso à rede elétrica”, afirma Sven Teske, coordenador da campanha internacional de energia renovável do Greenpeace. “Os geradores solares logo estarão competindo com centrais elétricas, já que produzem eletricidade a preços competitivos exatamente onde ela é necessária – nas casas.” (mais…)