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	<title>.:: Megatec - Painéis Elétricos ::.</title>
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		<title>Brasil cortará impostos sobre eletricidade para estimular economia</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 17:47:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Brian Winter
Reuters
A presidente Dilma Rousseff planeja reduzir e simplificar os impostos pagos pelos produtores e distribuidores de eletricidade, disseram dois importantes funcionários de seu governo à Reuters, como parte de uma estratégia para reduzir os elevados custos dos negócios no Brasil e estimular a economia em crise.
O Brasil está à beira de uma recessão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Brian Winter</em></p>
<p><em>Reuters</em></p>
<p>A presidente Dilma Rousseff planeja reduzir e simplificar os impostos pagos pelos produtores e distribuidores de eletricidade, disseram dois importantes funcionários de seu governo à Reuters, como parte de uma estratégia para reduzir os elevados custos dos negócios no Brasil e estimular a economia em crise.</p>
<p>O Brasil está à beira de uma recessão desde a metade de 2011, com impostos altos, uma taxa de câmbio supervalorizada e outros problemas estruturais pressionando uma economia que vinha sendo uma das mais dinâmicas entre os mercados emergentes.</p>
<p>Nos últimos meses, a presidente anunciou cortes de impostos direcionados a setores estagnados, como a indústria automobilística, adotando uma abordagem gradual de reforma que atraiu críticas de investidores, para os quais mudanças mais drásticas são necessárias.</p>
<p>Mas os funcionários de seu governo, que pediram que seus nomes não fossem citados, disseram que os cortes nos impostos das empresas de eletricidade provavelmente seriam os mais abrangentes até o momento.</p>
<p>Eles afirmaram que Dilma Rousseff deve anunciar os planos nas próximas semanas. O Brasil tem o terceiro mais alto custo de energia do mundo, e por isso Rousseff está tentando aliviar a situação tanto dos consumidores quanto de empresas em setores como o siderúrgico e o petroquímico.</p>
<p>Estudos internos do governo sugerem que, a depender de que impostos sejam cortados, os custos de eletricidade poderiam cair em entre 3% e 10%, a partir do começo de 2013, segundo as autoridades.</p>
<p>Isso teria impacto mensurável sobre a inflação, e assim ajudaria os esforços da presidente para forçar uma baixa nas taxas de juros brasileiras.</p>
<p>&#8220;Sabemos que os impostos no Brasil são absurdos e estamos tentando fazer algo a respeito&#8221;, disse um dos funcionários. [A eletricidade] parece ser uma instância em que podemos fazer muita diferença rapidamente&#8221;.</p>
<p>Dilma provavelmente não imporá os cortes por decreto-lei, e por isso terá de negociá-los com o Congresso e outros grupos.</p>
<p>Ela planeja usar sua elevada popularidade a fim de forçar cortes nos impostos federais e estaduais, com atenção especial à eliminação de tributos sobrepostos ou difíceis de calcular, disseram os funcionários.</p>
<p>O código tributário brasileiro é tão complexo que uma companhia média gasta 2,6 mil horas anuais calculando quanto deve em impostos, de acordo com o estudo Doing Business, um relatório anual do Banco Mundial. Isso é quase 14 vezes mais tempo do que é necessário para declarar impostos nos Estados Unidos, e de longe o maior tempo entre os 183 países pesquisados pelo banco.</p>
<p>&#8220;O foco é tanto simplificar os impostos quanto reduzi-los&#8221;, disse o segundo funcionário.</p>
<p>O setor de eletricidade brasileiro inclui estatais como a Eletrobras (ELET3) e multinacionais como a AES e GDF Suez.<span id="more-230"></span></p>
<p><strong>Custos de energia são problema para empresas</strong></p>
<p>Os preços da energia elétrica são um fator importante do chamado &#8221;custo Brasil&#8221; -a mistura de impostos, altas taxas de juros, custos trabalhistas, gargalos de infraestrutura e outras questões que fazem com que a economia do país seja menos competitiva.</p>
<p>Depois de uma década de forte desempenho, o Brasil cresceu abaixo da média latino-americana tanto em 2011 quanto até agora este ano.</p>
<p>O custo médio de eletricidade no Brasil, de 180 dólares por megawatt/hora, só é mais alto na Itália e Eslováquia, de acordo com estudo de 2011 da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com base em dados da Agência Internacional de Energia (AIE).</p>
<p>O alto custo da eletricidade contribuiu para uma estagnação do investimento e produção nos setores que empregam energia intensamente.</p>
<p>A despeito do recursos brasileiros de bauxita e alumina, nenhuma fundição nova de alumínio foi instalada no Brasil depois de 1985, e duas fecharam, o que manteve estagnada a produção, de acordo com o estudo da FGV. A pesquisa constatou que a eletricidade responde por 35% dos custos de produção do setor -&#8221;uma proporção insana&#8221;.</p>
<p><strong>Reflexo da estratégia com bancos</strong></p>
<p>As táticas de Dilma Rousseff são semelhantes às que usou para reduzir as taxas de juros nos últimos meses -um dos pilares de sua estratégia para reduzir o &#8221;custo Brasil&#8221;.</p>
<p>Seu governo congelou bilhões de dólares em gastos, o que permitiu que o banco central baixasse a taxa de juros de referência em 3,5% desde agosto. Quando bancos privados hesitaram em reduzir os juros ao consumidor, Rousseff e outras autoridades os criticaram publicamente por terem alguns dos maiores spreads do mundo.</p>
<p>Os bancos estatais então anunciaram juros mais baixos, levando os bancos privados a ceder e fazer o mesmo.</p>
<p>Essas táticas causaram fricção entre Rousseff e alguns membros da classe empresarial, especialmente executivos bancários que a acusam de tentar intimidar o setor privado.</p>
<p>Os funcionários dizem que Rousseff está usando as melhores ferramentas de que dispõe para restaurar a competitividade. O Congresso bloqueou os esforços de reforma tributária geral de seu predecessor, e ela acredita que a única alternativa politicamente viável é avançar setor por setor.</p>
<p>&#8220;Estou consciente de que o Brasil precisa reduzir seus impostos&#8221;, disse Rousseff a jornalistas quanto vistou a Índia em março. &#8221;O que fiz foi tomar pequenas medidas que, somadas, criam maiores incentivos tributários, o que é fundamental para o crescimento do país&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.bol.uol.com.br/economia/2012/05/15/brasil-cortara-impostos-sobre-eletricidade-para-estimular-economia.jhtm" target="_blank">Notícias Bol</a></p>
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		<title>Energia limpa: oportunidade para expansão</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 19:11:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>

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		<description><![CDATA[Da Agência Ambiente Energia – A implantação de tecnologias de energia limpa não está acompanhando na velocidade suficiente o crescimento das energias renováveis. A conclusão consta em um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE), que faz um radar do progresso das energias limpas de energia a nível mundial. O estudo aponta que a maioria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Da Agência Ambiente Energia</em> – A implantação de tecnologias de energia limpa não está acompanhando na velocidade suficiente o crescimento das energias renováveis. A conclusão consta em um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE), que faz um radar do progresso das energias limpas de energia a nível mundial. O estudo aponta que a maioria das tecnologias não está preparada o suficiente para contribuir para a redução de dióxido de carbono (CO2) necessária no planeta. O relatório estimula políticas agressivas para promover os benefícios oferecidos pelas técnicas limpas de geração.</p>
<p>O relatório oferece três recomendações para o mercado: nivelar o campo para tecnologias de energia limpa; liberar o potencial de eficiência energética; e acelerar a inovação de energia e apoio público para pesquisa, desenvolvimento e demonstração.</p>
<p>O relatório aponta que muitas tecnologias com grande potencial de geração e de redução de emissões não estão atingindo os resultados que podem. O estudo mostra que não está havendo o investimento necessário para projetos de captura e armazenamento de carbono em escala. A pesquisa revela que quase a metade de novas usinas a carvão ainda estão sendo construídas com tecnologia ineficiente.</p>
<p>Segundo o estudo, a melhoria da eficiência do combustível de veículos é lento e o potencial de eficiência energética permanece inexplorado nos ectores da construção e da indústria. Além disso, apesar de os governos projetarem a ambiciosa meta de 20 milhões de veículos elétricos até 2020, os objetivos dos fabricantes após 2014 ainda são incertos. O mesmo acontece com a energia nuclear, que enfrenta oposição pública.</p>
<p>A publicação destaca o rápido progresso de algumas tecnologias renováveis, como os painéis solares e equipamentos eólicos que<br />
cresceram, respectivamente, 42% e 27% (onshore), na última década, apesar de partirem de uma base pequena de comparação. Além disso, em três anos, houve redução de 75% nos custos do sistema de energia solar fotovoltaica em alguns países.</p>
<p>“Temos a responsabilidade e uma oportunidade de ouro para agir”, disse o vice-diretor-executivo Richard H Jones. Ele alerta que as emissões de CO2 devem aumentar em um terço até 2020, chegando a quase o dobro em 2050. “Tal resultado seria confrontar as gerações futuras com significativas dificuldades econômicas, ambientais e de segurança energética – um legado que eu sei que nenhum de nós quer deixar para trás “, complementa Jones, que apresentou o estudo em Londres, durante um evento sobre energia limpa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2012/04/energia-limpa-oportunidade-para-expansao/18895" target="_blank">Ambiente Energia</a></p>
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		<title>Após aumentar 160% em seis anos, energia sobe abaixo da inflação</title>
		<link>http://www.megatecpaineis.com.br/blog/?p=224</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 20:27:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A tarifa de energia paga pela indústria no Brasil hoje é 194% maior que há dez anos. O encarecimento, no entanto, concentrou-se nos primeiros seis anos do período, de 2001 a 2006, quando as tarifas subiram 163%, porque o setor perdeu o subsídio que mantinha seus preços mais baixos que os do segmento residencial. Além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A tarifa de energia paga pela indústria no Brasil hoje é 194% maior que há dez anos. O encarecimento, no entanto, concentrou-se nos primeiros seis anos do período, de 2001 a 2006, quando as tarifas subiram 163%, porque o setor perdeu o subsídio que mantinha seus preços mais baixos que os do segmento residencial. Além disso, houve recomposição de perdas das distribuidoras decorrentes do apagão de 2001.</p>
<p>De 2006 em diante, o preço da energia industrial cresceu abaixo da inflação. Enquanto a alta do insumo foi de 12,5%, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a inflação pelo IGP-M subiu 41,3% e pelo IPCA, 77,6% ao longo dos seis anos.</p>
<p>Além da recomposição tarifária, os impostos e encargos também influenciaram o aumento da energia elétrica. Os tributos, sozinhos, representam hoje a maior parcela da tarifa média de eletricidade no país &#8211; 37%, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Desde 2001, essa fatia da tarifa cresceu 5,2 pontos percentuais na composição total do custo. Para a indústria, apenas nos últimos cinco anos, foram criados seis novos encargos.</p>
<p>A estrutura da tarifa industrial não difere muito da média geral, segundo Nivalde Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel-UFRJ). A indústria, porém, por ser consumidora de alta tensão, sente mais o aumento em transmissão, uma parcela da tarifa cujo custo deve crescer. A extensão das linhas no país deve passar dos atuais 103 mil km para 125 mil km até o fim de 2014 para ligar as usinas mais distantes, como as do rio Madeira. &#8220;Temos que construir cada vez mais linhas de transmissão, e isso é um fator de aumento de custo&#8221;, diz.</p>
<p>Em 2001, a indústria pagava, em média, R$ 82 o megawatt/hora (MW/h) &#8211; considerando apenas o mercado cativo, atendido pelas distribuidoras. A alta de 163% no preço até 2006 decorreu de dois fatores principais. Um deles foi o fim gradual, de 2003 a 2007, de uma espécie de subsídio que fazia com que o custo da geração ficasse mais baixo para a indústria que para o setor residencial. Enquanto a tarifa industrial cresceu 70% entre 2003 e 2007, a residencial evoluiu 22,7% no mesmo período.</p>
<p>Outro fator foi a criação, em 2002, de uma compensação às distribuidoras pelas perdas causadas pelo apagão de 2001. &#8220;A geração na época ficou muito cara, e teve que ser repassada aos poucos, pois o custo do MW/h chegou a R$ 600&#8243;, diz Ildo Grüdtner, secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia.</p>
<p>Para não repassar de uma vez aos consumidores o aumento de preço causado pelo racionamento de energia, foi realizada uma recomposição tarifária extraordinária, que teve impacto de 7,9% na tarifa industrial, e de 2,9% na residencial. Essa recomposição durou até 2008 ou 2009, dependendo das perdas de cada distribuidora.</p>
<p>Depois desse período de alta, as tarifas médias ficaram mais estáveis, mas seguiram em patamar elevado. Um dos fatores que contribuiram para manter as tarifas controladas foi a realização de leilões de geração de energia. O preço médio de contratação caiu de R$ 168 MW/h, em 2009, para R$ 163,80 MW/h em 2011. Segundo a EPE esse valor cairá para R$ 136,60 MW/h em 2017.<span id="more-224"></span></p>
<p>Apesar dessa tendência de baixa na geração, as tarifas de energia devem sofrer aumento de cerca de 25% acima da inflação nos próximos dez anos, caso se mantenha o cenário dos últimos anos, segundo a Abrace, entidade que representa os grandes consumidores industriais de energia. Essa é a conclusão de estudo encomendado pela associação há dois anos para prever o comportamento dos preços no futuro.</p>
<p>Uma das formas de segurar esse aumento seria a redução ou extinção de encargos, segundo Paulo Pedrosa, presidente da Abrace. &#8220;Apresentamos ao governo um conjunto de medidas que reduziriam em 20% o custo da energia com a eliminação de encargos, como a RGR, CCC e CDE, ganho de eficiência no uso dos recursos e alteração da cobrança de PIS/Cofins&#8221;, diz. Os encargos citados por Pedrosa são respectivamente, a Reserva Global de Reversão, a Conta de Consumo de Combustíveis e a Conta de Desenvolvimento Energético.</p>
<p>Para o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) Adriano Pires, os encargos sustentam políticas públicas que deveriam ser custeadas pelo Tesouro Nacional. &#8220;O programa Luz Para Todos, que leva energia à zona rural, e a unificação das taxas, barateando a energia na região Norte, foram feitas com o aumento de impostos, e não com desembolso do governo&#8221;, afirma Pires.</p>
<p>A incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a tarifa de energia, por sua vez, é uma fonte de arrecadação significativa dos Estados e mais difícil de sofrer alterações. &#8220;Não há sonegação nessa área, pois a cobrança é feita diretamente na fonte&#8221;, diz o especialista.</p>
<p>Segundo Grüdtner, a redução dos encargos só deve ocorrer quando as metas para os quais foram criados forem cumpridas. &#8220;Existem alguns programas que concluiremos nos próximos três anos, como o Luz para Todos, o que deve acarretar redução da Conta do Desenvolvimento Energético&#8221;, diz ele. O secretário também cita a Cota de Consumo de Combustível, que deve acabar em 2013 com a interligação dos sistemas isolados no Norte do país. Para os demais encargos, não há perspectiva de fim, de acordo com o Ministério de Minas e Energia.</p>
<p>Segundo Castro, o que mais incomoda os consumidores industriais é o Encargo de Segurança Energética (ESS), que cobre os gastos do despacho de térmicas em períodos de seca para garantir o nível estabelecido como meta nos reservatórios das hidrelétricas. &#8220;Esse encargo gera mais incerteza para o consumidor, pois varia de acordo com o número de termelétricas despachadas&#8221;, diz o coordenador do Gesel.</p>
<p>A cobrança, que serve para dar mais segurança ao suprimento, ganha mais importância com a mudança da matriz energética brasileira, que privilegia hoje as usinas hidrelétricas a fio d&#8217;água, ou seja, sem reservatório. Dessa forma, o uso de geração complementar cresce nos períodos secos.</p>
<p>Com geração mais cara, as termelétricas a gás, biomassa e as usinas eólicas pressionam o preço final e provocam um horizonte de alta para os próximos anos. De acordo com estudo da EPE, a participação das hidrelétricas deve cair dos atuais 73,4% para 67,3% em 2020. &#8220;A tendência é a geração ficar mais cara, já que você tira a hidrelétrica para colocar uma fonte mais cara. No entanto, existe também a perspectiva de a energia velha ficar mais barata&#8221;, diz Castro, referindo-se à renegociação de preços que o fim da concessão de usinas hidrelétricas pode gerar a partir de 2015.</p>
<p>De acordo com dados da Aneel, 23% do parque gerador hidroelétrico terá os contratos de concessão vencidos em 2015. Também expiram as concessões de 73 mil quilômetros de linhas de transmissão, representando mais de 82% de todas as linhas em operação no Sistema Integrado Nacional (SIN), além de concessões de 42 concessionárias de distribuição (de um total de 64), representando em torno de 35% da energia comercializada no mercado cativo. &#8220;É um instrumento anti-inflacionário importante que o governo tem nas mãos&#8221;, diz Castro.</p>
<p>Segundo Grüdtner, a prioridade do governo federal será a modicidade tarifária. &#8220;Está em estudo pelo governo, e a modicidade será considerada&#8221;, afirma.</p>
<p>Fonte: Valor Econômico/Por Samantha Maia e Rodrigo Pedroso | De São Paulo</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.power.inf.br/site/todas-as-noticias-de-eletricidade/10656-apos-aumentar-160-em-seis-anos-energia-sobe-abaixo-da-inflacao#comment-692" target="_blank">Power</a></p>
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		<item>
		<title>No fim das contas, o que é economia verde?</title>
		<link>http://www.megatecpaineis.com.br/blog/?p=221</link>
		<comments>http://www.megatecpaineis.com.br/blog/?p=221#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 19:36:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[economia verde]]></category>

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		<description><![CDATA[Amália Safatle
&#8220;Economia verde&#8221; entrou no rol das expressões cada vez mais faladas &#8211; mas muito pouco consensuadas &#8211; dando margem para que a cada hora surja uma interpretação, conforme a conveniência dos interlocutores.
Sendo economia verde um dos dois grandes temas da Rio+20, a conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável &#8211; o outro tema é governança [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Amália Safatle</em></p>
<p>&#8220;Economia verde&#8221; entrou no rol das expressões cada vez mais faladas &#8211; mas muito pouco consensuadas &#8211; dando margem para que a cada hora surja uma interpretação, conforme a conveniência dos interlocutores.</p>
<p>Sendo economia verde um dos dois grandes temas da Rio+20, a conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável &#8211; o outro tema é governança -, buscar um entendimento mínimo sobre o seu significado é um passo elementar para que se possa esperar do encontro algum resultado objetivo.</p>
<p>Vamos começar pela definição que o próprio Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (Pnuma) cunhou:</p>
<p>&#8220;Uma economia que resulta em melhoria do bem-estar da humanidade e igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz significativamente riscos ambientais e escassez ecológica. Em outras palavras, uma economia verde pode ser considerada de baixa emissão de carbono, é eficiente em seu uso de recursos e socialmente inclusiva&#8221;.</p>
<p>Temos aí os seguintes elementos: economia de baixo carbono, eficiência energética e nos processos produtivos, e igualdade e inclusão social.</p>
<p>Assim, bastaria lançar mão da tecnologia para descarbonizar e otimizar processos para chegar à tal economia verde, que ganha da ONU o adendo de &#8220;inclusiva&#8221;. Neste mundo mágico, bastaria minimizar riscos ambientais para que a economia consiga incluir socialmente os menos favorecidos ao mesmo tempo em que dribla a escassez ecológica.</p>
<p>Por que &#8220;mundo mágico&#8221;? Porque não corresponde à realidade possível. Cada ala da sociedade construiu uma ficção na qual se aninha e busca algum conforto &#8211; quando na verdade é necessária uma reforma profunda, desconfortável e até dolorosa no sistema econômico, se quisermos de alguma forma buscar a maior duração da vida na Terra, incluindo a espécie humana.</p>
<p>Mas Connie Hedegaard, comissária europeia para a ação pelo clima, chegou a publicar um exclamativo artigo intitulado &#8220;Cresçamos todos de maneira sustentável!&#8221; (no Estadão). Para começar, o artigo é impreciso: &#8220;todos&#8221; quem, cara pálida?<span id="more-221"></span></p>
<p>Como já desenvolvido nesta coluna, com base nas explicações do professor José Eli da Veiga, da FEA-USP, para que as populações pobres tenham a chance de usar o crescimento para resgatar seu imenso passivo social, é preciso que as ricas abram espaço ecológico, buscando maneiras de prosperar sem crescimento econômico. Só assim haverá alguma chance de a conta única do planeta fechar. Assim, apenas incluir não é suficiente: é preciso diminuir a disparidade global, com os ricos reduzindo o consumo de energia e recursos naturais para que os pobres possam usufruir do aumento desse consumo. Falar de &#8220;economia inclusiva&#8221; sem atacar de frente o nó das desigualdades é uma das ilusões do tal mundo mágico.</p>
<p>Outra ilusão é a de que os ricos conseguirão abrir esse espaço ecológico apenas por meio da eficiência e dos avanços ecológicos de uma economia de baixo carbono. Desejável e necessária, a eficiência é, no entanto, insuficiente. Como já apontado diversas vezes pelo professor Ricardo Abramovay, também da FEA-USP, apesar dos sucessivos ganhos de eficiência, as emissões estão aumentando. Para se ter ideia, cada unidade do PIB mundial em 2002 foi produzida com 26% menos recursos materiais que em 1980. Mas apesar disso, o consumo absoluto dos recursos cresceu 36% no período.</p>
<p>Aliado ao aumento do PIB mundial, o que se chama de &#8220;efeito ricochete&#8221; é uma das explicações para esse fenômeno: a poupança obtida com o ganho de eficiência acaba sendo usada em outros tipos de consumo, anulando ou até ultrapassando o que havia sido poupado em termos de recursos. Ou seja, a tecnologia, embora importante, sozinha não é salvadora.</p>
<p>A conclusão disso tudo é o que vem sendo alertado por diversos cientistas e por muito poucos economistas: a economia deve passar a ser administrada como um subsistema do sistema social &#8211; uma vez que existe para servir à sociedade e ao bem-estar das pessoas (e não ao contrário, é sempre bom lembrar). E este subsistema social, por sua vez, deve passar a ser visto como subsistema de um sistema maior, que é o ambiente de que fazemos parte.</p>
<p>Economia verde, portanto, seria aquela que existe para servir às necessidades da sociedade, mas desde que caiba nos limites circunscritos pelo sistema natural.</p>
<p>Vejam que nossa forma de organização é justamente a inversa: a economia é vista como o grande sistema, que entende o ambiente como mero provedor de recursos, e a sociedade como mão-de-obra trabalhadora e massa de compradores para fazer girar a roda de produção e consumo, por meio de processos que levam a uma acumulação de bens e um acesso a oportunidades desiguais e injustos.</p>
<p>Não é por menos que vivemos ao mesmo tempo uma crise ambiental, social e econômica de grandes proporções. A Rio+20 é a oportunidade para acabar com essa inversão de valores que resulta em crises, em vez de reforçá-la.</p>
<p>Fonte: <a href="http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI5674181-EI6780,00.html" target="_blank">Terra Magazine</a></p>
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		<title>Energia cairá pouco com renovação de concessão, diz Lobão</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 19:07:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>

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		<description><![CDATA[Ministro lembrou, no entanto, que em 2015 vence parcela de apenas 22% do total das concessões
Tânia Monteiro
Brasília &#8211; O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse hoje que o governo ainda está discutindo a questão das concessões das empresas de energia elétrica. Ele lembrou, no entanto, que em 2015 vence parcela de apenas 22% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ministro lembrou, no entanto, que em 2015 vence parcela de apenas 22% do total das concessões</em></p>
<p>Tânia Monteiro</p>
<p>Brasília &#8211; O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse hoje que o governo ainda está discutindo a questão das concessões das empresas de energia elétrica. Ele lembrou, no entanto, que em 2015 vence parcela de apenas 22% do total das concessões. Por isso, ressaltou que a redução do preço será &#8220;muito menor do que se imagina&#8221;.</p>
<p>Questionado sobre as críticas da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) sobre a possibilidade de prorrogação das concessões, Lobão disse que falta bastante para que o assunto seja decidido. Mas ressaltou que qualquer fórmula &#8220;está longe de ser uma redução que a Fiesp acha que vai ter&#8221;. Segundo Lobão, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) está estudando a dimensão dessa redução, mas lembrou que como apenas um quinto das concessões estará sob renovação, isso gerará pequeno impacto, pois o efeito será diluído.</p>
<p>&#8220;Se vencessem todas as concessões ao mesmo tempo, seria um quadro diferente. Não adianta achar que, por conta disso, a conta de luz vai lá para baixo&#8221;, disse Lobão. O ministro comentou que existe uma lei que regula a matéria e que uma vez vencidas as concessões, o patrimônio volta para a União, que o licita outra vez. Há uma alternativa em estudo de que pudesse ocorrer uma prorrogação, mais uma vez, das concessões, admitiu o ministro, mas isso ainda não está definido. Mas, segundo ele, prorrogando ou licitando, a redução não será grande. Sobre o Código de Mineração, o ministro disse que o governo espera que possa ser anunciado dentro de um mês.</p>
<p>Lobão afirmou, ainda, que a presidente Dilma Rousseff tem pressa que o Congresso aprove a questão dos royalties do pré-sal. Segundo ele, a demora está atrasando a exploração, embora tenha ressalvado &#8220;ter esperança de que este ano se resolva isso&#8221;. Ele afirmou que o atraso não é prejuízo, mas apenas que o País &#8220;deixa de ganhar&#8221; porque os resultados só chegam em cinco, seis ou sete anos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/energia/noticias/lobao-energia-caira-pouco-com-renovacao-de-concessao" target="_blank">Exame</a></p>
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		<title>Brasil e Alemanha criam parcerias em Energias Renováveis</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 19:32:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Os acordos estão previstos desde maio de 2008 e têm como objectivo desenvolver a infraestrutura de energia sustentável para assegurar sua oferta e uso seguro e sustentável.
A parceria bilateral criada entre Brasil e a Alemanha de energias renováveis e eficiência energética tem como objetivo desenvolver estruturas sustentáveis.
Com a presidente Dilma Rousseff em viagem oficial à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os acordos estão previstos desde maio de 2008 e têm como objectivo desenvolver a infraestrutura de energia sustentável para assegurar sua oferta e uso seguro e sustentável.</em></p>
<p>A parceria bilateral criada entre Brasil e a Alemanha de energias renováveis e eficiência energética tem como objetivo desenvolver estruturas sustentáveis.</p>
<p>Com a presidente Dilma Rousseff em viagem oficial à Alemanha, o Ministério das Relações Exteriores publicou dia 5 Março, no Diário Oficial da União, decretos formalizando parcerias e acordos financeiros na área de energias renováveis e eficiência energética entre os dois países.</p>
<p>Com os acordos, o Brasil (ou outro país, desde que em comum acordo) terá direito a empréstimo de até 52 milhões de euros, com juros reduzidos, para desenvolver projetos nessas áreas.</p>
<p>Os acordos estão previstos desde maio de 2008 e têm como objectivo desenvolver a infraestrutura de energia sustentável para assegurar sua oferta e uso seguro e sustentável.</p>
<p>Fazem parte desse rol as energias de fonte hidráulica, eólica, solar, geotérmica, oceânica, de biomassa, resíduos sólidos e biocombustíveis.</p>
<p>Os primeiros grupos de trabalho a serem criados no âmbito das parcerias serão na área de biocombustíveis, visando à troca de informações sobre temas de comércio, padronização, certificação ambiental e social, e produção e uso de biocombustíveis. A parceria abrangerá, ainda, o desenvolvimento de tecnologias “inovadoras” de propulsão.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.portal-energia.com/brasil-e-alemanha-criam-parcerias-em-energias-renovaveis/" target="_blank">Portal Energia</a></p>
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		<title>Brasil e Argentina criarão estatal para administrar hidrelétricas</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 19:26:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[hidrelétricas]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasil e Argentina irão criar uma empresa estatal para administrar as futuras hidrelétricas de Garabi e de Panambi, que serão construídas na fronteira entre os dois países. O modelo a ser adotado é o mesmo da hidrelétrica de Itaipu feita em parceria com o Paraguai.
A decisão foi anunciada dia 16 de fevereiro logo depois de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil e Argentina irão criar uma empresa estatal para administrar as futuras hidrelétricas de Garabi e de Panambi, que serão construídas na fronteira entre os dois países. O modelo a ser adotado é o mesmo da hidrelétrica de Itaipu feita em parceria com o Paraguai.</p>
<p>A decisão foi anunciada dia 16 de fevereiro logo depois de reunião entre o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, e o ministro argentino da área, Julio de Vido, em Brasília.</p>
<p>Segundo Lobão, a licitação para o projeto executivo das usinas deverá ocorrer na Argentina entre os dias 7 e 8 de março. “Vamos fazer nos moldes de Itaipu, com os aperfeiçoamentos que forem necessários”. A potência de cada uma das usinas deverá ser de pouco mais de mil megawatts. As informações são da Agência Brasil.</p>
<p>(Redação &#8211; Agência IN)</p>
<p>Fonte: www.investimentosenoticias.com.br</p>
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		<title>Atmosfera Explosiva</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 13:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[NR - 10]]></category>
		<category><![CDATA[Atmosfera Explosiva]]></category>
		<category><![CDATA[pós]]></category>
		<category><![CDATA[riscos à saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do trabalhador]]></category>

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		<description><![CDATA[OS PÓS: LOBO EM PELE DE CORDEIRO
Não obstante os riscos à saúde do trabalhador, os ambientes industriais que envolvem o processamento, a armazenagem e o transporte de pós e granulados também apresentam riscos de explosão, com magnitude suficiente para causar a destruição total da instalação e, pior, ceifando vidas.
Os riscos à saúde
Nas áreas de recebimento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>OS PÓS: LOBO EM PELE DE CORDEIRO</strong></p>
<p>Não obstante os riscos à saúde do trabalhador, os ambientes industriais que envolvem o processamento, a armazenagem e o transporte de pós e granulados também apresentam riscos de explosão, com magnitude suficiente para causar a destruição total da instalação e, pior, ceifando vidas.</p>
<p><strong>Os riscos à saúde</strong></p>
<p>Nas áreas de recebimento, limpeza, secagem e armazenagem de grãos, como moegas, transportadores, máquinas de limpeza e silos, geralmente cobertas por poeiras, é necessário tomar cuidado quanto aos riscos químicos que elas podem provocar.</p>
<p>Os pós em suspensão no ambiente, dependendo de suas características físico-químicas, possuem potencial para causar diversos danos à saúde dos trabalhadores. Pela inalação e posterior deposição nos pulmões, podem desenvolver diversas doenças e até mesmo infecções.</p>
<p>A absorção dos pós pela pele pode desencadear alergias, ulcerações, dermatoses e outras doenças ocupacionais. A ingestão de pós pela água potável ou juntamente com os alimentos nas refeições pode levar a complicações no aparelho digestivo.</p>
<p>Nos espaços confinados existentes nessas unidades industriais – poços de elevadores, túneis subterrâneos de silos e armazéns – existe o risco de asfixia por gases provenientes de decomposição dos grãos, especialmente nos espaços que não apresentam boa ou nenhuma ventilação. Também há riscos ergonômicos, principalmente quando se trata de armazenagem de grãos ensacados, sendo os volumes transportados manualmente. O transporte manual de cargas implica riscos de agressões à coluna, como lombalgias, torções da coluna lombar, produção de hérnia de disco, dores e fadiga. Conforme a Lei n° 6.514, Art. 198: “É de 60 kg (sessenta quilogramas) o peso máximo que um empregado pode remover individualmente, ressalvadas as disposições especiais relativas ao trabalho do menor e da mulher”.</p>
<p>Outro risco existente em empresas armazenadoras, que tem causado acidentes fatais, é o soterramento de pessoas nas operações de limpeza das moegas, armazéns graneleiros ou silos, quando, por algum motivo, entra nestes locais apenas um funcionário para efetuar a manutenção necessária. Não é demais ressaltar que, no mínimo, dois funcionários devem participar da atividade, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) obrigatórios para a operação – cinto de segurança tipo pára-quedista e preso a um trava-quedas ou corda, além de capacete, máscara e calçados de segurança. Os acidentes ocorrem quando há movimentação do produto, soterrando rapidamente o funcionário e matando-o por asfixia.</p>
<p>Fonte: www.noticiasisabel.com.br</p>
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		<title>Consumo: alta de 3,6% em 2011</title>
		<link>http://www.megatecpaineis.com.br/blog/?p=193</link>
		<comments>http://www.megatecpaineis.com.br/blog/?p=193#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 10:55:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de energia elétrica]]></category>

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		<description><![CDATA[Da Agência Ambiente Energia – O consumo de energia elétrica no Brasil cresceu 3,6% em 2011. De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), foram consumidos 430,1 mil gigawatts-hora (GWh) de eletricidade na rede, ano passado. A resenha mensal da EPE aponta que todas as classes apresentaram crescimento positivo, com destaque para os setores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Da Agência Ambiente Energia</strong> – O consumo de energia elétrica no Brasil cresceu 3,6% em 2011. De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), foram consumidos 430,1 mil gigawatts-hora (GWh) de eletricidade na rede, ano passado. A resenha mensal da EPE aponta que todas as classes apresentaram crescimento positivo, com destaque para os setores comercial (6,3%) e residencial (4,6%). Já a classe industrial apresentou crescimento mais modesto (2,3%), caracterizado por uma dinâmica diferenciada entre as regiões do país.</p>
<p>O consumo da classe comercial totalizou 73,5 mil GWh em 2011, influenciado pela queda do nível de desemprego. A indústria demonstrou recuperação da crise econômica de 2009 e consumiu 183,6 mil GWh em 2011. Já a demanda residencial fechou ano passado em 112 mil GWh, sobretudo pelas condições climáticas no segundo trimestre. Em dezembro foi registrada variação de 1,4% no consumo em relação a igual período em 2010, totalizando 36,4 mil GWh.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ambienteenergia.com.br/">w</a>ww.ambienteenergia.com.br</p>
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		<item>
		<title>Energia e padrão de vida</title>
		<link>http://www.megatecpaineis.com.br/blog/?p=189</link>
		<comments>http://www.megatecpaineis.com.br/blog/?p=189#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 18:39:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais de 10 milhões de brasileiros saíram da classe mais pobre nos últimos dez anos e com isso o governo se vê diante de novos problemas &#8211; de fato, bons problemas, porque o desafio é garantir o atendimento às demandas de novos e ávidos consumidores. É preciso manter em expansão a oferta de bens de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 10 milhões de brasileiros saíram da classe mais pobre nos últimos dez anos e com isso o governo se vê diante de novos problemas &#8211; de fato, bons problemas, porque o desafio é garantir o atendimento às demandas de novos e ávidos consumidores. É preciso manter em expansão a oferta de bens de consumo, habitação, saneamento, educação, serviços de saúde, lazer e, como condição para o crescimento econômico, a oferta de energia, principalmente elétrica. Aqueles 10 milhões são parte de um contingente bem maior de pessoas com acesso recente ao mercado de bens duráveis e a confortos típicos da classe média ou, no mínimo, da chamada &#8220;classe média remediada&#8221;. Esse grupo maior é estimado em cerca de 40 milhões de pessoas.</p>
<p>Uma das consequências da incorporação de tanta gente ao mercado consumidor foi o rápido crescimento do consumo de eletricidade. O consumo per capita de energia elétrica aumentou 11,3% entre 2006 e 2010, quase o dobro da expansão populacional no período, como mostrou o Estado em reportagem publicada ontem. Essa evolução é previsível, quando o crescimento econômico é acompanhado de redução da pobreza e de alguma redistribuição de renda. O Brasil continua sendo um país muito desigual, com a segunda maior concentração de renda observada nos países-membros do Grupo dos 20 (G-20). Só é superado, nesse quesito, pela África do Sul. Mesmo assim, a diminuição da desigualdade, acompanhada pela redução da pobreza, foi suficiente para mudar os padrões de consumo e influenciar fortemente a demanda de energia. No ano passado, pela primeira vez a classe E &#8211; famílias com renda per capita de até R$ 79 &#8211; representou menos de 1% dos 49 milhões de domicílios do País. Mais gente com acesso a aparelhos eletroeletrônicos &#8211; geladeiras, televisores, equipamentos de som, etc. &#8211; gera uma demanda maior de eletricidade. O mesmo efeito é produzido pelo funcionamento de novos hospitais, escolas e outros núcleos de prestação de serviços.<span id="more-189"></span></p>
<p>O efeito do aumento da renda familiar fica muito claro quando se compara a evolução de diferentes tipos de consumo. Entre 2006 e 2010, o consumo total de eletricidade aumentou 16,8%, segundo relatório da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). No mesmo período, o consumo industrial cresceu 11%, enquanto o residencial se expandiu 26,4%. Isso corresponde a uma taxa média anual de cerca de 6%.</p>
<p>A produção de eletricidade aumentou 21,4% naqueles quatro anos, ritmo suficiente para acompanhar o avanço da economia. Entre 2006 e 2010 o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 19,9%, pouco mais que o consumo total de energia elétrica, mas bem menos que a demanda residencial. O consumo por habitante, no entanto, continua muito baixo, inferior até mesmo ao de países de menor desenvolvimento industrial. Em 2010, os brasileiros consumiram em média 2.246 quilowatt/hora/habitante. O consumo deve ter chegado a 2.494 kWh/hab no ano passado. Mesmo assim, permaneceu inferior à média mundial de 2009, de cerca de 2.730 kWh/hab. Naquele ano, os argentinos consumiram em média 2.744 kWh/hab; os chilenos, 3.288; os chineses, 2.631; e os sul-africanos, 4.532 &#8211; para citar só alguns exemplos. No Reino Unido, o consumo chegou a 5.693 kWh/hab no mesmo ano e, nos Estados Unidos, a 12.884.</p>
<p>Esses números indicam desafios importantes. Ainda será necessário um enorme esforço para tornar menos desiguais os padrões de consumo. Apesar da redução da pobreza, ainda há muito espaço a ser explorado para a expansão dos mercados. O segundo problema é o dos custos. A eletricidade continua muito cara e isso restringe tanto o crescimento industrial como as possibilidades de consumo.</p>
<p>O custo excessivo é em parte explicável pela tributação muito pesada e, além disso, irracional: é absurdo encarecer um dos insumos mais importantes para a produção. É preciso, além disso, pensar no desafio do planejamento. Estão em construção usinas importantes na Amazônia, mas pouco ou nada se fez para resolver o problema da transmissão. Outro exemplo: apagões frequentes em todo o Brasil. Será possível garantir a oferta de energia com falhas como essas?</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,energia-e-padrao-de-vida-,826488,0.htm" target="_blank">Estadão</a></p>
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