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Consumo: alta de 3,6% em 2011

Postado por: admin | Eletricidade | quarta-feira 1 fevereiro 2012 7:55

Da Agência Ambiente Energia – O consumo de energia elétrica no Brasil cresceu 3,6% em 2011. De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), foram consumidos 430,1 mil gigawatts-hora (GWh) de eletricidade na rede, ano passado. A resenha mensal da EPE aponta que todas as classes apresentaram crescimento positivo, com destaque para os setores comercial (6,3%) e residencial (4,6%). Já a classe industrial apresentou crescimento mais modesto (2,3%), caracterizado por uma dinâmica diferenciada entre as regiões do país.

O consumo da classe comercial totalizou 73,5 mil GWh em 2011, influenciado pela queda do nível de desemprego. A indústria demonstrou recuperação da crise econômica de 2009 e consumiu 183,6 mil GWh em 2011. Já a demanda residencial fechou ano passado em 112 mil GWh, sobretudo pelas condições climáticas no segundo trimestre. Em dezembro foi registrada variação de 1,4% no consumo em relação a igual período em 2010, totalizando 36,4 mil GWh.

Fonte: www.ambienteenergia.com.br



Energia e padrão de vida

Postado por: admin | Eletricidade | terça-feira 24 janeiro 2012 15:39

Mais de 10 milhões de brasileiros saíram da classe mais pobre nos últimos dez anos e com isso o governo se vê diante de novos problemas – de fato, bons problemas, porque o desafio é garantir o atendimento às demandas de novos e ávidos consumidores. É preciso manter em expansão a oferta de bens de consumo, habitação, saneamento, educação, serviços de saúde, lazer e, como condição para o crescimento econômico, a oferta de energia, principalmente elétrica. Aqueles 10 milhões são parte de um contingente bem maior de pessoas com acesso recente ao mercado de bens duráveis e a confortos típicos da classe média ou, no mínimo, da chamada “classe média remediada”. Esse grupo maior é estimado em cerca de 40 milhões de pessoas.

Uma das consequências da incorporação de tanta gente ao mercado consumidor foi o rápido crescimento do consumo de eletricidade. O consumo per capita de energia elétrica aumentou 11,3% entre 2006 e 2010, quase o dobro da expansão populacional no período, como mostrou o Estado em reportagem publicada ontem. Essa evolução é previsível, quando o crescimento econômico é acompanhado de redução da pobreza e de alguma redistribuição de renda. O Brasil continua sendo um país muito desigual, com a segunda maior concentração de renda observada nos países-membros do Grupo dos 20 (G-20). Só é superado, nesse quesito, pela África do Sul. Mesmo assim, a diminuição da desigualdade, acompanhada pela redução da pobreza, foi suficiente para mudar os padrões de consumo e influenciar fortemente a demanda de energia. No ano passado, pela primeira vez a classe E – famílias com renda per capita de até R$ 79 – representou menos de 1% dos 49 milhões de domicílios do País. Mais gente com acesso a aparelhos eletroeletrônicos – geladeiras, televisores, equipamentos de som, etc. – gera uma demanda maior de eletricidade. O mesmo efeito é produzido pelo funcionamento de novos hospitais, escolas e outros núcleos de prestação de serviços. (mais…)

Energia solar já atingiu nível de competitividade econômica

Postado por: admin | Eletricidade | terça-feira 10 janeiro 2012 8:57

Chique

“Já é hora de parar de ver a energia solar como a boutique das fontes de energia.”

Na verdade, ela nem mais deveria ser vista como uma fonte alternativa de energia, mas como “uma opção técnica e economicamente viável”.

O recado contundente é do pesquisador Joshua Pearce, da Universidade Queens, no Canadá.

Pearce e seus colegas fizeram o levantamento mais criterioso já realizado até agora dos custos da energia solar.

E encontraram números que são muito diferentes dos que vêm sendo adotados na larga maioria dos estudos da área, na maioria das vezes sem critério e sem nenhum questionamento.

Custo da energia solar

“Historicamente, quando comparam a economia da energia solar e das fontes convencionais de energia, as pessoas têm sido muito conservadoras,” diz o pesquisador, citando como “pessoas” os estudiosos que publicaram artigos científicos sobre o assunto.

O grupo de Pearce revisou todos esses estudos, publicados ao longo das últimas décadas, e descobriu que os números usados nas comparações de custos estão errados por uma larga margem.

Para descobrir o custo real da energia fotovoltaica é necessário considerar, além do custo dos painéis solares, os custos de instalação e de manutenção, o custo financeiro do investimento, a vida útil dos painéis e a potência efetiva que eles produzem ao longo do ano.

Coeficientes corretos

O primeiro erro encontrado foi na durabilidade dos painéis solares. “Com base nos últimos estudos de longo prazo, nós devemos fazer nossa análise econômica considerando um ciclo de vida de 30 anos, no mínimo,” afirmou Pearce.

Além disso, a maioria das análises reproduz um dado que afirma que a produtividade dos painéis solares fotovoltaicos cai a uma taxa de 1% ao ano, quando o dado real, com base nos painéis disponíveis hoje no comércio, fica entre 0,1 e 0,2%. (mais…)

Energia Solar

Postado por: admin | Eletricidade | terça-feira 13 dezembro 2011 8:14

Os constantes problemas ambientais causados pela utilização de energias não renováveis, aliados ao esgotamento dessas fontes, têm despertado o interesse pela utilização de fontes alternativas de energia.

A energia solar é uma boa opção na busca por alternativas menos agressivas ao meio ambiente, pois consiste numa fonte energética renovável e limpa (não emite poluente).

Sua obtenção ocorre de forma direta ou indireta.
A forma direta de obtenção se dá através de células fotovoltaicas, geralmente feitas de silício. A luz solar, ao atingir as células, é diretamente convertida em eletricidade. No entanto, essas células fotovoltaicas apresentam preços elevados. O efeito fotovoltaico ocorre quando fótons (energia que o Sol carrega) incidem sobre os átomos, proporcionando a emissão de elétrons, que gera corrente elétrica.

Para obter energia elétrica a partir do sol de forma indireta, é necessária a construção de usinas em áreas de grande insolação, pois a energia solar atinge a Terra de forma tão difusa que requer captação em grandes áreas. Nesses locais são espalhadas centenas de coletores solares.

Normalmente, a energia solar é utilizada em locais mais isolados, secos e ensolarados. Em Israel, aproximadamente 70% das residências possuem coletores solares, outros países com destaque na utilização da energia solar são os Estados Unidos, Alemanha, Japão e Indonésia. No Brasil, a utilização de energia solar está aumentando de forma significativa, principalmente o coletor solar destinado para aquecimento de água.

Apesar de todos os aspectos positivos da energia solar (abundante, renovável, limpa, etc.), ela é pouco utilizada, pois os custos financeiros para a obtenção de energia são muito elevados, não sendo viável economicamente. Necessita de pesquisas e maior desenvolvimento tecnológico para aumentar sua eficiência e baratear seus custos de instalação.

Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia

Fonte: http://www.brasilescola.com



Demanda de energia no Brasil crescerá 78% entre 2009 e 2035

Postado por: admin | Eletricidade | segunda-feira 5 dezembro 2011 10:07

A demanda mundial por energia aumentará em um terço entre 2010 e 2035, apesar do cenário de crise internacional, e a China continuará sendo o maior consumidor mundial, usando 70% a mais de energia do que os Estados Unidos (EUA), segundo colocado nesse ranking. Apesar de ocupar a primeira posição, a China, no que se refere ao consumo per capita, representa menos da metade do que é registrado nos EUA. Os dados fazem parte da edição 2011 do anuário World Energy Outlook, divulgado hoje (2) pela Agência Internacional de Energia (AIE).

Segundo o documento, a procura mundial por energia primária registrou um salto “notável” de 5% em 2010. Isso, de acordo com a agência, provoca “um novo pico das emissões de dióxido de carbono (CO2)”. Preocupante também é o fato de as taxas de crescimento do consumo de energia na Índia, na Indonésia, no Brasil e no Oriente Médio aumentarem “a um ritmo ainda mais rápido do que o da China”.

A diretora executiva da AIE, Maria van der Hoeven, avalia que o Brasil tem avançado significativamente no conhecimento e no desenvolvimento em diferentes campos de tecnologia. “Apesar de não ser um país membro, o Brasil tem parcerias bastante positivas com nossa agência”, lembrou a diretora, citando, entre as tecnologias, a de veículos bicombustíveis.

No entanto, a diretora pondera que, no Brasil, a demanda primária de energia crescerá 78% entre 2009 e 2035. “É o segundo crescimento mais rápido, atrás apenas da Índia”, enfatiza. Segundo a diretora, está previsto também, para o país, um aumento “considerável” do consumo de gás. Essa tendência teve início em 2010.

No contexto mundial, Maria van der Hoeven demonstrou preocupação com os recordes que têm sido batido nas emissões de gás carbônico. “A energia global crescerá um terço entre 2010 e 2035, sendo a China e a Índia responsáveis por metade disso”

A era dos combustíveis fósseis está longe de ter acabado, mas a sua predominância tende a declinar. O anuário aponta que os subsídios que estimulam “o consumo excessivo” de combustíveis fósseis subiram para mais de US$ 400 bilhões. “Enquanto os subsídios destinados a energias renováveis foi de US$ 66 bilhões em 2010, os destinados a combustíveis fosseis foi de US$ 409 bilhões. Precisamos aumentar esses investimentos em US$ 250 bilhões até 2035 para tornar as renováveis competitivas.”

Apesar disso, a percentagem de combustíveis fósseis no consumo global de energia primária registrou uma ligeira queda, passando de 81% em 2010 para 75% em 2035. O estudo sugere que o gás natural será o único combustível fóssil cuja percentagem aumentará, no combinado energético global, até 2035.

No setor de eletricidade, as tecnologias das energias renováveis, lideradas pelas energias hidroelétrica e eólica, constituem metade da nova capacidade instalada para responder à procura crescente. A porcentagem de fontes de energia renováveis não hidroelétricas na geração de eletricidade subirá de 3%, em 2009, para 15% em 2035, “mas necessariamente apoiadas em subsídios”.

“Os investimentos em geração de energia que terão maior crescimento serão destinados à solar e eólica. Os 60% dos investimentos [nessa área] corresponderão a 30% da geração adicional. Apesar do custo elevado, acredita-se que os benefícios serão duradouros em matéria de segurança energética e proteção do meio ambiente”, disse a diretora da AIE.

“Mas esse tipo de energia levará tempo para se tornar comercialmente viável, a ponto de entrar significativamente no mercado a médio prazo”, completou. As informações são da Agência Brasil.

(Redação – Agência IN)

Fonte: http://www.investimentosenoticias.com.br

Postes usam movimento das pessoas para iluminação

Postado por: admin | Eletricidade | quarta-feira 23 novembro 2011 14:46

Batizada como Energyme, esta luminária é basicamente uma lâmpada de rua artisticamente concebida com LED. Mas, além do apelo estético, o mecanismo sustentável que alimenta a lâmpada é o fator que chama a atenção.

Os designers da Dido Studio, empresa de design industrial e interação com sede em Dallas (EUA), criaram um sistema onde as luminárias serão alimentadas pela energia cinética, que é uma das grandezas físicas básicas onipresentes em nossa vida cotidiana.

Sempre que se trata de tecnologia verde, as mais convencionais são as fontes eólica e solar. Estatisticamente falando, essas formas de energia contribuem para mais de 18% da geração total de eletricidade no mundo inteiro.

Isso não significa, necessariamente, que a tecnologia verde não possa evoluir e tornar outras fontes renováveis mais populares. Pensando nisso, a Dido Studio revelou seu plano para um mecanismo de iluminação sustentável, que tem o potencial de ultrapassar o âmbito aparentemente definido na tecnologia favorável ao meio ambiente.

Uma vez que a energia cinética é governada pela magnitude do movimento puro, não há margem para qualquer emissão de carbono ou poluição relacionada em todo o esquema. Assim, ela pode ser considerada (pelo menos do ponto de vista da física) como uma das mais “verdes” e limpas formas de energia disponíveis.

O lado inovador do projeto não é limitado apenas pelo uso de energia limpa, mas também relacionado à fonte de produção. A este respeito, os designers pensaram em um sistema coletivo autossustentável que envolve diretamente as pessoas utilizando os postes de rua.

A iluminação funciona da seguinte maneira: dispositivos elétricos da lâmpada também servem como instalações de exercício para as pessoas. Teoricamente, o procedimento de treino (pelo movimento da barra de mão) irá produzir a magnitude necessária de movimento (e, portanto, de energia cinética), que por sua vez será armazenada no interior do mecanismo de fixação e depois convertida em energia elétrica para o efeito final – que é iluminação. Assim, em termos mais simples, a energia “biológica” do ser humano (em termos de calorias) irá finalmente ser convertida em eletricidade limpa e verde. (mais…)

Negócios e pesquisa em energia eólica no Brasil

Postado por: admin | Eletricidade | quarta-feira 16 novembro 2011 13:33

Por Alexandre Street e Delberis Lima e Bruno Fânzeres – VALOR

No Brasil, as três principais fontes alternativas de energia elétrica são as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), a cogeração com biomassa derivada do bagaço da cana e a eólica, que há pouco ressurgiu com um forte papel. Elas são denominadas alternativas em relação às principais fontes convencionalmente utilizadas – as grandes usinas hidrelétricas e termelétricas.

Investir em fontes alternativas é positivo pois implica aumentar a diversidade da matriz energética brasileira. Ademais, tais fontes de energia também recebem o valioso sobrenome renovável, especialmente positivo por aproveitar os recursos naturais que podem ser renovados pela própria natureza no curto prazo.

Entre 2005 e 2010, foram realizados 14 leilões destinados à compra de contratos oriundos de novos empreendimentos de geração. Dos 18.500 megawatts médios (MWmed) negociados, 3.500 (19%) eram provenientes de fontes alternativas renováveis: 1% de PCHs, 9% de eólicas e 9% de biomassa da cana.

Criação de uma rede de pesquisa nacional é a principal arma para manter aberta atual janela de oportunidade

Contudo, esse montante contratado de energia eólica é proveniente sobretudo dos leilões realizados em 2009 e 2010, quando foram negociados 780 MWmed a um preço médio de R$ 148,39/MWh, e 1.160 MWmed, a R$ 130,86/MWh. Esse resultado positivo seguiu sendo observado nos leilões A-3 e de reserva deste ano, quando as eólicas surpreenderam o mercado movimentando quase 2.300 MWmed a um preço médio inferior a 100 R$/MWh.

Os dois principais fatores para o avanço significativo do interesse pela energia eólica são: 1) a crise mundial, que tornou o Brasil a válvula de escape dos fabricantes do mundo todo, aumentando o poder de negociação dos nossos investidores, o que faz o preço dos equipamentos caírem; e 2) recentes ajustes regulatórios, como incentivos fiscais e desenhos de contratos específicos para essa fonte, feitos para mitigar os riscos dos investidores.

Nos últimos três anos, contratos com cláusulas especiais foram utilizados a fim de mitigar o risco financeiro decorrente da grande incerteza e sazonalidade do insumo vento. Além disso, foi criada uma cláusula que trata da necessidade de comprar o montante contratado e não produzido ao preço de curto prazo, o temido preço de liquidação de diferenças (PLD).

Os geradores temem vender energia ao PLD, pois este é muito volátil, podendo chegar a valer até seis vezes o preço do contrato em tempos de crise, causando, nessas situações, uma grande perda financeira ao gerador que contratou de mais e produziu de menos. Por outro lado, na maior parte do tempo existe excesso de água nos reservatórios. Isso proporciona um PLD, que no Brasil é calculado como o custo de oportunidade do uso da água, muito baixo. Assim, vender energia sem um contrato, ao PLD, também não é boa ideia.

Dentre as mudanças realizadas no contrato padrão, o chamado contrato de quantidade, está a possibilidade de comprar a diferença entre o contratado e o produzido ao preço do próprio contrato. Todas esses ajustes acarretaram em um ambiente menos arriscado aos investidores e impulsionaram a viabilização dessa fonte no ambiente de contratação regulado (ACR), onde os geradores vendem contratos para as distribuidoras através de leilões. (mais…)

Bairro de cidade alemã gera 20% da energia consumida com luz solar

Postado por: admin | Eletricidade | quarta-feira 9 novembro 2011 10:21

Vauban, em Freiburg, foi planejado para abrigar imóveis de baixo consumo.
Casas funcionam como miniusinas de geração de energia elétrica.

Eduardo Carvalho
Do Globo Natureza, em Freiburg – o repórter viajou a convite do governo de Baden-Württemberg

Com casas construídas para reaproveitar a incidência de raios solares para a geração de aquecimento interno e energia elétrica, o bairro de Vauban, em Freiburg, na Alemanha, é considerado um exemplo do que se chama “viver com sustentabilidade”.

Com 2 mil moradias e 5 mil habitantes, a área de 410 mil metros quadrados abrigou uma antiga base militar pertencente à França, no período pós-Segunda Guerra Mundial, desativada três anos após a queda do Muro de Berlim, em 1989.

A necessidade de expansão imobiliária em Freiburg obrigou a prefeitura a utilizar o terreno que ficou vazio após a retirada das tropas. Com isso, surgiu o projeto Vauban, realizado pelo arquiteto Rolf Disch, conhecido internacionalmente, e que previa casas e prédios passivos, ou seja, com baixo consumo de energia elétrica.

O primeiro prédio com 20 apartamentos foi construído entre 1997 e 1998, mas o projeto só foi concluído em 2006, quando foi concluída a construção de 58 imóveis que funcionavam como miniusinas de geração de energia elétrica.

Segundo Hans-Georg Herr, consultor da empresa Freiburg Futour, que trabalha com planejamento urbano, cada imóvel foi construído com camadas de isolamento de 40 centímetros de espessura, além de janelas grandes com três filtros voltadas para a área com maior incidência solar.

“A intenção é que o calor gerado no interior da casa seja reaproveitado”, disse Herr. Ao menos 20% de toda a energia elétrica consumida pelos moradores de Vauban é proveniente de placas solares instaladas pelas moradias do bairro. (mais…)

Fios e Cabos!

Postado por: admin | Eletricidade | terça-feira 1 novembro 2011 15:27

Para muitos é um dilema na hora de decidir o que usar nas instalações elétricas, Fios ou Cabos???

A DIFERENÇA ENTRE UM FIO E UM CABO É A FLEXIBILIDADE.

Os fios são feitos de um único e espesso filamento, e por isso são rígidos.

Os cabos são feitos por diversos filamentos finos, o que lhes dá maleabilidade e facilita sua colocação dentro dos eletrodutos.

Devem ser usados os fios e cabos de cobre de alta condutividade, tipo anti-chamas, com revestimento termoplástico e nível de
isolamento para 750 V e 1000V, salvo indicação em contrario do projeto executivo de elétrica.

Cada fio ou cabo deve conter as seguintes informações gravadas de forma continua.

Cada fio ou cabo deve conter as seguintes informações gravadas de forma continua, bitola, isolação, temperatura, nome do fabricante.

Basicamente as características elétricas (capacidade de condução de corrente, resistência da isolação, etc.) dos cabos flexíveis são as mesmas dos fios rígidos.

A grande diferença é que os cabos flexíveis são melhores para a instalação devido ao fácil manuseio.

APLICAÇÃO

Como condutores de eletricidade, protegidos em eletrodutos, destinados à distribuição de luz, força motriz, aquecimento, sinalização e campainha. Em instalações fixas, embutidas ou aparentes.

VIDA ÚTIL

Um sistema bem feito dura em média 20 anos, mas 10 anos já é um bom período para se fazer uma revisão:

Verificar a fiação, os soquetes, os interruptores e tomadas tanto nos fios e cabos como também, nos dispositivos de proteção, como disjuntores e fusíveis…

Um soquete com problemas rouba energia da lâmpada e um interruptor com algum fio solto ou com mau contato pode causar um curto circuito. (mais…)

Bioenergia: etanol de 2ª geração

Postado por: admin | Eletricidade | quinta-feira 27 outubro 2011 9:22

Da Agência Ambiente Energia – A primeira planta que produzirá etanol a partir de celulose no Brasil está prevista para entrar em operação em 2013. O projeto de etanol de segunda geração está estimado em US$ 75 milhões e é resultado de uma parceria entre a brasileira GraalBio e a Chemtex, do grupo italiano Mossi & Ghisolfi (M&G).

O etanol celulósico será produzido a partir do bagaço e da palha de cana-de-açúcar. Neste sistema, enzimas são utilizadas para transformar a celulose em açúcares, que depois passam por fermentação e são convertidos em etanol.

“Caso as projeções de produção do etanol derivado do uso de biomassa se concretizem, o país poderá ser um dos primeiros no mundo a operar esse tipo de tecnologia em escala comercial,” afirmou o consultor de Emissões e Tecnologia da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Alfred Szwarc.

Segundo o consultor, esse tipo de tecnologia pode aumentar a produtividade média de uma unidade produtora de etanol convencional em 30% a 40%, em função da disponibilidade de matéria-prima.

Fonte: http://www.ambienteenergia.com.br



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